• Despedida de solteira na Alemanha e Suiça
    Quando eu saí do Braisl eu tinha 21 anos e nessa época somente uma das minhas melhores amigas já tinha se aventurado no casamento. Onde nós morávamos, era tradição fazer um Chá de Panelas para a noiva ao invés de uma despedida de solteira. Hoje em dia, muitas outras formas de comemoração tomaram o lugar do tradicional Chá de Panela, que também acontece paralelamente.
     “A princípio a despedida de solteiro era realizada apenas pelos homens enquanto a noiva fazia o chamado “chá de cozinha”, mas atualmente a história é bem diferente. As mulheres também realizam suas festas de despedida de solteira repletas de alegria e descontração em programas com as amigas, com jantares, clubes de mulheres e outras brincadeiras muito divertidas. O chá de lingerie também é uma pedida muito divertida.” Muitas dicas sobre como organizar a sua despedida de solteira inesquecícel você encontra aqui: Zankyou, inspiração e dicas para noivas conectadas.
    Fato é, que aqui por essas bandas de cá, a maioria dos casais mora junto antes de casar-se, tornando o Chá de Panelas obsoleto. Não faz muito sentido receber mais talheres, louças e tigelas. Aqui na Alemanha eu não conheço ninguém que disse “sim” antes de juntar as tralhas e que não “tenha testado o automóvel“, antes leva-lo definitivamente para casa.
    As despedidas de solteiros e solteiras aqui  acontecem de três formas:
    Despedia de Solteira, somente com as amigas. Homens são proibídos, pelo menos os conhecidos ;o)
    Despedida de Solteiro com os amigos. Proibida a presença da noiva. Já a de outras mulheres…
    Despedida de Solteiros. Festa conjunta, conhecida como Polterabend. Os noivos comemoram os últimos dia de solterice em uma festa informal para os amigos. Nesse evento os noivos jogam porcelana no chão, quebrando a louça para que o casamento seja feliz.
    Eu já vivenciei muitas despedidas de solteiras aqui na Alemanha. Algumas mais conservativas, outras mais ousadas. Todas bem divertidas!
    A minha despedida da vida de solteira
    A minha despedida foi muito legal. Primeiramente as minhas amigas me enfeitaram toda. Geralmente todas se vestem igual: todas de camisa branca e gravata, ou todas com orelhas de “coelhinhas” ;o)) etc.
    Assim fomos para o centro da cidade onde eu tive que vender vários acessórios, como chocolates, camisinhas entre outros. Como essa tradição já é bem connhecida em Zurique, na Suiça, onde eu morava antes de me mudar para Berlim, a venda foi um sucesso. Com o dinheiro seguimos para um restaurante e depois para um bar de Karaoke. Durante o percurso, encontramos outras noivas e noivos. Nos sábados, a cidade antiga em Zurique é cheia de grupos de solteiros se “despedindo”. Aqui alguma fotos da minha despedida e um vídeo curtinho.

     

     

     

    Outras despedidas legais:

     

     

     

    Os rapazes gostam de comprar para os amigos que estão prestes a se casar, camisetas com dizeres engraçados como Das wars = Já era!

    Você também teve um chá de panelas legal? Um chá de lingerie bacana? Ou uma despedida inesquecível? Compartilhe conosco e mande suas fotos até o dia 19. 06. para brasileirosmundoafora@gmx.net

     

  • Quando paixão e trabalho andam juntos – Flor de Anastácia
    Texto: Vanessa Bueno  |  Fotos: Divulgação

    Você já pensou em transformar aquele seu hobby de anos em profissão e ganhar dinheiro com isso? A Danielle Ávilla não só pensou como executou!

    Tudo começou há dez anos, quando a psicóloga Danielle Ávilla, apaixonada por trabalhos manuais, decidiu adotar o crochê como hobby favorito. A prática ganhou destaque em sua vida em 2008, quando Danielle mudou-se com o marido para a Alemanha, para que ele realizasse o estágio de seu doutorado.  O plano era ficar apenas um ano, mas o casal gostou tanto do país que vive lá até hoje. Sem poder exercer sua profissão, em função das barreiras da língua, Danielle dedicou-se integralmente ao crochê.
    Em 2011, criou coragem e inscreveu-se para o concurso de design Traduzindo Humboldt, que tinha como objetivo produzir um papel de parede decorativo para um dos 118 quartos de um hotel recém-inaugurado, em Berlim. Ela teceu um papel de parede todo em crochê e hoje seu trabalho decora um dos quartos do Hotel Meininger, no centro da capital alemã.
    O concurso foi o incentivo que faltava para que Danielle abrisse, no ano seguinte, sua própria empresa, a Flor de Anastácia. Ela desenvolveu uma linha de artigos e acessórios em crochê para casamentos e os pedidos não param de chegar. “Tenho muitas ideias ainda, mas não consegui colocar tudo em prática. Estou com pouco tempo, em função dos muitos pedidos de clientes”, comenta satisfeita. Parece que seu trabalho agradou, e muito, os alemães.

    Site: www.flor-de-anastacia.de

    Blog: heiraten-mit-stil.blogspot.de

    Shop: de.dawanda.com/shop/flor-de-anastacia


  • Brasileiros mundo afora falam sobre as suas felizes histórias de amor

     

     

    Fotos: Carolina Zilioto 

     

    Na nossa romântica edição nove casais binacionais que moram juntos e felizes mundo afora, abriram os seus álbuns de fotografias, seus corações, e falam hoje sobre as suas maiores aventuras: a vida a dois e em família no exterior. Para visualizar a matéria completa, clique aqui: Amor Internacional

  • 11 perguntas & 11 respostas
    A Luciana Misura do blog Colagem convidou 11 blogueiros para responder um “meme” bem legal. Entre os ilustres convidados, também estou eu! Obrigada pelo convite e é com prazer que respondo as 11 perguntas abaixo feitas por ela:

    1) Qual foi a primeira viagem da qual você tem alguma lembrança e que lembrança é essa?

    A primeira viagem que eu me lembro muito bem e não somente por causa das fotografias foi para Salinópolis, no litoral paraense. Com certeza existem outras, mas uma praia como a do Ataláia eu nunca ví em lugar algum do mundo. Os carros “acampam” na areia e vão se afastando para trás quando a maré enche. Quem não presta atenção, fica encalhado na areia. Eu me lembro do sol, das comidas, do cheiro de protetor solar na pele, do sal do mar. Me lembro da pracinha com sua fonte de água. Um tempo muito feliz!

    Foto: souparaense.com

    2) Qual foi a sua primeira viagem internacional e como foi?

    Minha primeira viagem internacional foi para o Brasil, mas não me lembro de nada. Eu tinha apenas três anos. A viagem que eu me lembro foi para Suiça, indo visitar a minha avó nos anos 80. Fui com meus pais, irmãos, minha tia e meu primo. Me lembro que tudo me fascinou. Tanto as montanhas, como as comidas, as frutas, a limpeza e a organização. Minha avó sempre foi muito suiça e gostava de tudo bem organizado. Mas ela foi uma avó maravilhosa. Agora olhando os álbuns para postar as fotos aqui, é que me dei conta que ela sempre estava com um de nós no colo, até mesmo nos retratos em que ela foi pega de surpresa. Folheando os álbuns, fiquei com saudades…

    Também me lembro bem do silêncio ter me incomodado muito. E não podíamos correr no apartamento da minha avó por causa dos vizinhos. Nada muito fácil para nós “índios” vindos  do Amazonas e acostumados a correr livremente por onde quiséssemos.
    3) Qual o destino que você sempre tem voltade de voltar e por quê?

    A segunda viagem com meu marido (então ainda namorado) foi para Lanzarote. Foi uma viagem mágica. Lanzarote é um lugar encantador, com paisagens bizzaras e arquitetura interessante.

    Gostaria muito de voltar, mas não tenho certeza ainda se vou. Às vezes é melhor deixar algumas experiências somente na lembrança. Eu tenho receio de que a magia da viagem se vá com uma nova visita. Eu já vivi isso e me arrependi de ter voltado. Mas quem sabe…

    Foto: commons.wikimedia.org



     
    4) Quantos anos tem o seu blog e de quando você começou o blog pra cá, o que mudou?
    Eu tenho dois blogs. O Eu sei onde começei há dois anos e não mudou muita coisa desde então. Eu o fiz com mais planejamento, pensando bem no nome, comprei o domínio, fiz o design com antecedência e tempo. O que mudou foi a forma de escrever. A gente aprende escrever, escrevendo. Os textos hoje são bem melhores que os de há dois anos atrás. O blog Brasileiros mundo afora chamava-se Bömmels Welt, onde eu escrevia sobre tudo o que eu tinha em mente. Um diário bagunçado. Hoje ele evoluiu e escrevo sobre brasileiros que moram nos quatro cantos do mundo e sobre as minhas experiências como expatriada.

     

     

    5) Do que você gosta de falar no blog que nem sempre é um assunto popular com os leitores?

    Gosto de falar de livros, filmes e sobre as cidades onde se passam as histórias. Nem sempre é popular entre os leitores, que estão em busca de dicas práticas para suas viagens.

     

     
    6) Que assunto você sempre recebe perguntas pelo blog e que menos gosta de responder?

    Até agora não recebi perguntas chatas. Gosto de responder todas.


    7) Pra que lugar você não viajaria e por quê?

    Para o Egito. Por medo. Eu conheci uma pessoa que foi assassinada lá há alguns anos atrás. Mas nunca diga nunca. Quem sabe um dia. Meu marido é louco para ver as pirâmides.

    8) Perrengues todo mundo passa em viagem, qual foi sua maior furada até o momento?

    Poxa vida, eu tive muita sorte nas minhas viagem. Mas agora pensando bem, descobri um! Foi na Ilha do Marajó, no Pará. Nós pegamos um quarto cheio de pulgas e só descobrimos depois de um dia nos coçando. Um horror! A ilha em sí é maravilhosa :o)

    9) Como você planeja as suas viagens? Quanta antecedência, planeja nos mínimos detalhes ou deixa em aberto, que sites usa?
    Eu gosto das coisas bem organizadas e planejadas. Meu marido é o contrário. Nossas viagens então são um meio termo. Nós usamos muito a booking.com e eu gosto de ler os blogs (claro) para me informar sobre possíveis programas: www.rbbv.com.br

    10) Pra que lugar você quer viajar mas vai ter que ser sozinho porque ninguém quer nunca ir contigo?

    Eu tenho quase certeza de que meu marido iria para qualquer lugar comigo. Mas tem um destino que eu sonho em conhecer e que não o interessa deforma alguma, o que é uma icógnita pra mim: Sardenha.


    Foto: royalcaribbean.com
    11) Se tem filhos, viajar melhorou ou piorou com a companhia deles?
    Essa é uma pergunta complexa. O modo de viajar mudou completamente. Os destinos são sempre destinos legais para as crianças também. Não abrimos mão de turismo cultural, mas já não é mais a mesma coisa. Nem tudo é possível. As viagens são muito divertidas com as crianças e nós nos sentimos felizes demais, quando eles se divertem. Quando riem alto e brincam muito. Mas sinceramente, também sinto muito falta das nossas viagens a dois. De programas exóticos, diferentes e talvez até um pouquinho perigosos como fazer trekking em montanhas onde é impossível ir com crianças pequenas. Mas esse tempo virá novamente!


    E escrever 11 coisas aleatórias sobre mim:

    1. Adoro escrever cartão postal pra mim mesma dos lugares que visito!
    2. Tenho uma queda enorme pela cor verde.
    3. Adoro ler e estou começando a pegar o gostinho pela leitura online. Minha próxima compra será um tablet.
    4. Tenho muuuita preguiça para fazer esporte! Seja ele qual for. Eu sei, eu sei… mas essa é a verdade :o)
    5. Um dos meus hobbies é fazer bolos, muffins etc com as crianças.
    6. AMO chocolate branco
    7. Não sei desenhar mais que uma palmeira, uma ilha e um barquinho boiando.
    8. Adoro fotografar portas e bolinhas de sabão
    9. Sou alérgica a capim
    10. Sou alérgica a fofoca
    11. Sou muito feliz aqui em Berlim.

    Obrigada novamente pelo convite Luciana!

    Bjs

    Claudia

  • Casamentos mundo afora – Álbum coletivo

     

    Nós procuramos e encontramos: fotos lindas de casamentos mundo afora!

    Pedimos aos nossos leitores, que mandassem suas fotos de casamento mais bonitas para fazermos um álbum coletivo em comemoração ao Dia dos Namorados, que acontece no dia 12 de junho no Brasil.
    Obrigada a todos que participaram. É com enorme prazer que publico os retratos da felicidade mundo afora!

     

    Ayda & Niki

    “Me chamo Ayda e sou de Porto Alegre. Me casei com Niki, um italiano de Verona, onde resido desde 2005. O casamento foi realizado na tomba de Julieta em 2012. Minha testemunha foi minha filha de 18 anos!” 

    Daphne & Lorenzo

    “Eu e o meu italiano”
     

     

     

     

    Débora & Srdan Katunaric

     
    Érica & Maurício

    Evanda & Quim 

    “Eu sou brasileira e ele é português. As fotos são do casamento em 2010, no Brasil.”

     

     

    Laura & Yde Bos

     

     

    Lorena & Heiko

     

     


    Mariana & Jean

    “Como nos mudamos para Berlim uma semana após o casamento, fizemos questão de ter fotos que nos recordassem o cantinho de onde viemos, a Serra Catarinense. Assim, matamos a saudade de casa sempre que olhamos as fotos, além de recordar com muito carinho dessa data especial. “

     

     

     

    Luciana & Ariel

     “Casada com o uruguayo Ariel e mãe do menino mais fofo do oriente médio. “
     

     

     

    Sarah & Wolfgang

     

     

    Andressa & João

    “Casamento de Andressa e João em 2003 na Inglaterra. Eu sou brasileira e ele português.”

     

     

    Kellen & Rob



     

    Nívea & Ian


     

    Letícia & Amine
      

    “Me chamoLeticia setter, e sou casada há 2 anos e meio com o Amine Zaghrouk. Sou brasileira e ele marroquino. Nos conhecemos e casamos na Itália e agora vivemos em Malta. Mais internacional que a gente impossivel! “
      

     

     

    Ellen & Neil

     
    “Nos conhecemos em fevereiro de 2005, num barzinho Australiano em Londres. O pedido tradicional não aconteceu. Foi uma prova de amor, porque meu visto estava vencido e ele disse que eu jamais voltaria pro Brasil e que casaria comigo pra ficarmos juntos pra sempre! O Neil tem descendência irlandesa e os irlandeses são muito parecidos com os brasileiros, festivos, alegres, acolhedore. Não sinto muito que temos muitas diferenças culturais. O Neil é um ano do mais velho, então tivemos uma adolescência parecida mesmo longe, curtimos os mesmo estilo de música e bandas, apesar de viver em países diferentes. Quando falamos do passado, damos muitas risadas. Somos os dois católicos, então para nossa filha não terá muita diferença cultural.”

     

    Cinara & Raphael

     

    Vânia & Achim

    “Meu nome é Vania Jesus Kneifel e sou casada com Achim Kneifel e me casei em 2012. Juntamente conosco (na barriga ) estava o pequeno Noah, hoje com 6 meses.”

     

     

     

    Maria & Bukhardt

     

    Karla & Eugênio

     

    Leny & Paulo 

     

    Mara & Michael
     
     


    A maior aventura de todas – por Claudia Bömmels

  • Feliz dia dos Namorados mundo afora!

    Santo Antônio ou São Valentim, com qual dos dois você celebra o amor?

    No Brasil o Dia dos Namorados é celebrado em 12 de junho, véspera do Dia de Santo Antônio – um frei português que ganhou a fama de casamenteiro porque pregava o amor e o casamento. A escolha da data não tem uma razão muito romântica – é resultado de uma estratégia publicitária de sucesso para alavancar as vendas no mês de junho. Mas não podemos negar que deu certo. A data é hoje tão popular quanto o Dia das Mães e o Natal.

    Em muitos outros países, a data para celebrar o amor é 14 de fevereiro, Dia de São Valentim- bispo da igreja católica que, na época do império romano, realizava casamentos de forma clandestina. Reza a lenda que o bispo havia sido proibido pelo imperador Claudius II de realizar casamentos durante as guerras porque os solteiros eram melhores combatentes. Valentim não só continuou celebrando uniões como também casou-se secretamente. O resultado da desobediência foi sua decapitação no dia 14 de fevereiro. Assim, a data ficou conhecida, inicialmente na Europa, como o dia de celebrar as uniões. Hoje também é comemorada em países como Estados Unidos, Canadá, Austrália, Alemanha, Japão e Índia.

    Quem nos conta sobre a Índia é a psicóloga brasileira Anelise Cornely, que vive no país há quase três anos e namora um indiano. “Nós sempre comemoramos o Dia de São Valentim. A movimentação em torno da data é bem parecida com a do Brasil: o comércio fica lotado, há muitas propagandas, promoções e os restaurantes ganham decorações especiais”, conta Anelise, que nunca chegou a celebrar a data brasileira. “No dia 12 de junho eu sempre lembro meu namorado de que esse é o Dia dos Namorados no meu país. Mas até hoje ele não entende o porquê”, diz.

    Ela lembra que desde o primeiro Dia de São valentim ele gosta de demonstrar seus sentimentos de forma romântica:“Na época, não tínhamos nada tão sério, mas, mesmo assim, ele enviou flores para o meu trabalho. Fiquei tão envergonhada e sem saber o que fazer, que coloquei as flores na geladeira. Ele ficou muito chateado comigo, mas ainda assim saimos para jantar em um restaurante maravilhoso”, comenta Anelise.

    E você? Já sabe como vai comemorar o seu Dia dos Namorados? Confira outras formas de celebrações mundo afora e inspire-se!

    Japão
    No Dia dos Namorados são as mulheres japonesas que presenteam os homens com  chocolates, seguindo a regra: Chocolates dados à colegas de trabalho, por exemplo, são chamados de giri-choco (chocolates por obrigação), e são os mais baratos do mercado. Chocolates dados a um homem especial é chamado de honmei-choco (vencedor em potencial) e são chocolates mais caros. Um mês depois, no dia 14 de março, é a vez dos homens presentearem as mulheres no White Day.

    China
    É comum encontrar mulheres vestidas com trajes típicos da cultura chinesa entregando rosas aos casais de namorados que passam pela rua. Uma forma de desejar vida longa ao casal.

    Escócia
    Diz a lenda que o primeiro homem ou mulher que a pessoa solteira encontrar na rua ou em qualquer outro lugar durante o Dia de São Valentim será seu par para uma comemoração a dois.


    Iraque

    No Dia do Amor toda a família se envolve para presentear amigos e parentes.


    Inglaterra

    No país britânico a população também têm o costume de presentear celebridades, autoridades e membros da família real britânica.


    Dinamarca

    Os dinamarqueses têm o hábito de presentear familiares e amigos com rosas brancas, conhecidas como Flocos de Neve.

    Estados Unidos
    O Dia dos Namorados chama-se, como em muitos outros países, Valentine’s Day. Tradicionalmente este é o dia em que  os amantes expressam seu amor um ao outro, através de cartões, presentes e flores. Além disso, é comum a troca de cartões entre pais, filhos e amigos.

    Nós da Brasileiros mundo afora desejamos um Dia dos Namorados bem romântico para você!

    Texto:  Vanessa Bueno 



  • A maior aventura de todas!
    Eu conheço inúmeras histórias de amor. Outras tantas de relacionamentos que não deram certo. Mas hoje dedico a Edição Especial Amor Internacional, a todos os corajosos que decidiram, de papel passado ou não, encarar a maior aventura de todas: o casamento.
    O meu começou há 13 anos, quando conheci o meu marido alemão pela internet, e em poucos meses estávamos morando juntos. Daí até casar de papel passado foram-se dois anos.
    Eu gosto de comparar o casamento com a compra de um carro. Você compraria um automóvel sem nunca tê-lo testado? 
    Como expatriado, nem sempre é possível morar junto por muito tempo sem ficar ilegal no país. Mas esse é um ponto muito importante para o relacionamento internacional: conhecer o país do parceiro, a cultura, a sua família e vivenciar juntos o dia a dia. Porque, se casar-se com um compatriota e fazer com que o relacionamento dê certo já não é fácil, com um estrangeiro o desafio é maior.

    Casamento: uma viagem por diversos caminhos

    Também gosto de pensar no casamento como uma viagem por diversos caminhos: os vales, a planície e as montanhas. Os vales, cheios de diferenças a serem resolvidas, são certamente os obstáculos mais difíceis que um casal pode enfrentar. As montanhas, com seus pontos altos e claros, são as mais lindas de se ver e de se vivenciar. Porém, não conheço ninguém que aguente ficar lá nas alturas por muito tempo. De todas as superfícies, a planície é pra mim o maior desafio em um casamento. É onde a vida corre normalmente, sem muitos altos nem muitos baixos. Sem muito frio na barriga, mas também sem muita dor de cabeça. Vida estável e mais calma.
    Sob o ponto de vista de expatriada, eu penso que é na planície do relacionamento que temos tempo para nos conhecermos melhor e descobrirmos o que queremos fazer nesse novo país. Um lugar onde a língua é estranha e os costumes diferentes. É preciso fazer novos amigos, lidar com sogros que não falam a nossa língua e muito menos entendem o nosso jeito de ser. É na planície do relacionamento que está o maior desafio do expatriado: depois de passada a euforia da festa de casamento e de ter vencido os obstáculos dos vales escuros, agora é hora de tomar a própria vida nas mãos. Voltar a estudar, aprender, trabalhar, se reinventar, construir uma vida a dois, a três, a quatro. Muitas vezes uma tarefa de Hércules. Mas nada disso seria possível nem nos vales nem nas montanhas da vida.
    Na nossa romântica edição nove casais binacionais que moram juntos e felizes mundo afora, abriram os seus álbuns de fotografias, seus corações, e falam hoje sobre as suas maiores aventuras: a vida a dois e em família no exterior.
    Beijos
    Claudia
     
  • Barbie The Dreamhouse Experience – Berlin
    Barbie The Dreamhouse Experience
    Foto: barbiedreamhouse.com
    Eu visitei a Casa da BarbieBarbie The Dreamhouse Experience– aqui em Berlim, no final de semana passado. Como era de se esperar, é tudo muito rosa, muito pink, muito plástico, mas o que me decepcionou mesmo, foi a falta de opções de atividades para as crianças. Eu fui com duas meninas, uma de 6 e uma de 4, que disseram educadamente que gostaram do local, mas que não precisam necessariamente voltar por lá. Ainda bem!
    O projeto é temporário e fica em Berlim até o dia 25 de agosto de 2013, seguindo então para outras cidades na Europa.
    Aqui algumas fotos e as informações de como chegar lá:Barbie The Dreamhouse ExperienceBarbie The Dreamhouse Experience

     

    The Dreamhouse Experience

     

    The Dreamhouse Experience

     

    Endereço:
     Voltaire Straße 2a
    10179 Berlin

    barbiedreamhouse.com/kontakt

    O local fica aberto diariamente entre 10 e 20 horas, sendo que os últimos visitantes do dia, devem entrar no mais tardar às 18 horas.

    Preços:

    • Crianças  apartir de 4 anos: € 12
    • Adultos: € 15
    • Familien-Ticket: € 49
      (2 Adultos e duas crianças)
    • Extra Ticket Fashion World: € 10
      (Brincar de ser modelo e desfilar no Barbie™ Catwalk)
    • Extra Ticket Pop Star Stage: € 10
      (Ser uma Popstar no palco Barbie™ Pop Star Stage)
    • VIP Package: € 29,90 (uma entrada para uma criança incluindo o Fashion World & Pop Star Stage, uma pulseira e uma bebiba). Para reservar, telefone para: 030 4799 7433

     

     

    Antes de falar sobre a minha visita na casa dos sonhos da Barbie (Barbie´s Dreamhouse), que abriu há três semanas aqui em Berlim, quero dizer que não tenho nada contra a moça.

    Eu brinquei com ela quando era criança, mas isso não me trouxe nenhum trauma, nem me impôs esteriotipo de beleza algum. Na verdade, eu pouco penso sobre o papel da boneca mais discutida do planeta, na vida de tantas meninas mundo afora, a não ser o de ser um brinquedo. Digo isso, porque a inauguracão aqui em Berlim, trouxe consigo discussões controversas sobre a influência da loira de plástico e seus acessórios fashion (entre eles, o bonitão Ken), na vida das futuras mulheres. Uma ativista feminista arriscou um topless na frente no prédio, queimando uma Barbie amarrada em uma cruz. Cruz credo!

    No meio dessa discussão toda (respeito todas as opiniões), eu tirei um tempo (tempinho) para pensar e pesar os diversos pontos de vista, afinal também sou mãe. Mas depois de uma análise rápida, o mundo da Barbie pra mim, continua sendo o que sempre foi: tudo muito loiro (ainda existindo as Barbies negras, chinesas etc.), tudo muito pink, tudo muito plástico. Ponto. Mundo de boneca. Ponto. Nada mais. Nada menos.

    Eu admiro sinceramente quem se engaja por causas nobres como a preservação de animais, ser contra o uso de pele de raposa-leão-tigre-coelho-gato-cachorro-e-todos-os-tipos-de-bichos, lutar contra a fome, pobreza, guerra. Levantar bandeira por menos consumo de televisão, menos propaganda para as nossas crianças, mais esporte, alimentação mais saudável e tantas outras causas importantes. Admiro e muito! A natureza humana é reclamar muito e fazer pouco. Digo isso e aponto o dedo para mim mesma.  Aponto, me questiono cada vez mais e procuro melhorar falando menos e agindo mais. Mas se tem uma coisa que nunca me passou pela cabeça de fazer, é de ficar topless na frente da casa da Barbie protestanto contra uma boneca de plástico e dando mais importância ao assunto do que ele realmente merece. Eu sei, eu sei… mas essa é a minha opinião.

    Enfim, fui visitar a moça no sábado passado. A casa rosa fica atrás do (paraíso de compras) shopping Alexa, bem no centro de Berlim. Já por fora, percebe-se que trata-se de um projeto provisório. Descobri depois, que o projeto Barbie´s Dreamhouse fica somente até o dia 25 de agosto de 2013 em Berlim, seguindo para outras cidades europeias. Mais ou menos como os circos (ha!). A fila é de virar quarteirão e o público é 80% feminino. Muitas mães vestem também pink e rosa para combinar com o resto da decoração penetrante. Depois em casa, olhando as fotos, percebi para o meu espanto, que meu lenço também era pink. Uma escolha aleatória ou estaria eu já sob a influência da B-a-r-b-i-e?

     

    Seja como for, a moça escolheu muito mal o arquiteto para sua casa. Eu imaginava um lugar como a Legoland ou o Playmobilpark, onde os brinquedos das respectivas marcas estão em abundância à disposição das crianças. Imaginava um monte de bonecas esperando para serem vestidas. Casas, carros, cavalos, carruagens e tantos apetrechos mais fariam do local um paraíso insuportavelmente rosa, mas um paraíso para a meninada. Mas nada disso existe nesse local, que eu carinhosamente apelidei de inferninho pink.
    Na entrada, as crianças recebem uma pulseira e com ela podem fazer seus muffins, escolher seu estilo e montar quebra-cabecas no computador. Em diversos locais, os desenhos animados da Barbie são apresentados e os pequenos se perdem na frente das telas gigantes. O piano parece ser de papelão e toca automaticamente ao se apertar em um botão qualquer. A cama é gigantesca e sem propósito.  O  closet, o banheiro, o “terraço à beira mar” são sem graça e vazios. Não pude ler em lugar algum sobre a boneca. Como foi criada, a evolução dos modelos, dos móveis. Nada disso. Na televisão, é mostrado como uma boneca edição especial é pintada à mão. That´s it!

    Na última etapa da visita, você entra em um “avião” e viaja até Paris. A essa altura do campeonato, você já fica feliz com qualquer tipo de interação e se alegra em ver duas mesas onde as crianças podem fazer algo criativo. Em uma, elas podem brincar de cabeleleiro pobre. Pobre, porque os recursos oferecidos são mínimos. Na outra mesa, elas podem pintar um desenho com lapis de cor e colar umas florzinhas brilhosas. Tudo bem.

    Quem quiser se arriscar, pode se maquiar e brincar de ser modelo em um desfile sem graça e pago extra. Por falta de opção, a fila é grande. No final de tudo, você passa pela loja também sem graça, onde será impossível você sair sem comprar uma besteira qualquer.

    Duas meninas de 6 e 4 anos, cujos olhos não brilharam muito nas horas intermináveis que passamos lá, me acompanharam nessa aventura.  Sem elas eu não teria sobrevivido. Elas dizem que gostaram, mas a de 4 me disse que prefere ir para uma piscina. Entendo!

    Eu, no final das contas, saí de lá com uma baita dor de cabeca. Mesmo não tendo nada contra a dona da casa, depois dessa visita, eu entendo melhor quem fica de topless, pira e sai de lá correndo, gritando e até mesmo queimando a boneca em público. Vontade dá. 

    O inferninho pink não é para espíritos fracos!
     

     

     

  • 10 dicas que me motivam a (voltar a) escrever – por Karen Hägele
    Karen Hägele é paranaense de Maringá, mora na Alemanha há 14 anos e em Hamburgo há seis. Ela escreve no seu blog Multiplicando por dois e fala hoje sobre as dificuldades de voltar a escrever, depois de ter feito uma grande pausa. Ela compartilhou conosco 10 dicas que a motivaram a voltar a escrever. Ninguém melhor do que alguém que superou uma crise, para falar sobre o assunto.

      

    10 dicas que me motivam a (voltar a) escrever – por Karen Hägele

    Semana passada eu tomei coragem e resolvi voltar a escrever no meu blog. Fiquei meses sem atualizá-lo e estava naquele ponto em que ou voltava a escrever de uma vez, ou desativava o blog para sempre. Foi difícil voltar. Bem difícil. Pois me sentia na obrigação de fazer um resumão para explicar a minha ausência. Outro resumão para dizer o que andei fazendo nestes meses todos e uma coragem (que não tinha) para escrever estes resumos todos. Mas aí lendo alguns dos blogs de outras mães que eu ainda acompanhava (mas de longe e ocasionalmente) me bateu a inspiração e resolvi voltar falando de um assunto bem diferente, mas que eu gostava, de forma que eu voltasse à ativa.

    Claro que cada um tem a sua motivação pessoal, mas aqui vão as minhas 10 dicas que me motivam a (voltar a) escrever:

    • Escrever um blog exige dedicação, mas não se cobre demais. Se escrever se tornar uma obrigação, você acabará desistindo.
    • Encontre temas que você gosta de verdade e escreva sobre eles. O leitor sempre nota se o texto foi escrito com entusiasmo ou não.
    • Se você só escreve, por exemplo, sobre maternidade e não sabe mais o que pode escrever sobre o tema talvez seja hora de diversificar.
    • Você também pode (e deve!) ler e comentar outros blogs, muitas ideias para o seu próximo post podem surgir após ter lido um post de um(a) amigo(a). Mas sempre inclua a origem da sua ideia. A amiga blogueira agradece e pode até escrever um outro post baseado no seu. Este tipo de diálogo enriquece!
    • Participe de blogagens coletivas. É sempre uma excelente maneira de voltar a escrever e de quebra você ganha leitores. Pois quem postou sobre o tema quase sempre quer ler o que os outros tinham a dizer sobre o mesmo assunto.
    • Após uma longa pausa, se você se sente (como eu) obrigada a se justificar pela ausência, vale fazer uma coisa totalmente diferente do que fazia até então. O importante é não deixar o seu trabalho morrer.
    • O medo da “folha em branco” também aparece quando estamos atrás do computador, prestes a escrever. Se você realmente não está inspirada para escrever que tal ler uma revista, um jornal ou até mesmo conversar com alguém? Às vezes as melhores ideias vêm de lugares inesperados. Já aconteceu de uma ideia me ocorrer embaixo do chuveiro, por exemplo. Sempre anote as suas ideias!
    • Tente manter uma rotina na escrita, escrevendo sempre nos mesmos dias, nas mesmas horas. Para mim blog é muitas vezes como esporte, se nos acomodamos no sofá dá uma preguiça de sair de lá e ir fazer alguma coisa…
    • Uma imagem vale por mil palavras. Use uma!
    • Que tal convidar alguém para escrever no seu blog ou aceitar o convite para escrever no de uma outra pessoa? Dá uma emoção receber um convite! Significa que o que você fez até aqui não deve ser tão ruim assim, caso contrário ninguém te convidaria a escrever para um outro blog.

     Boas blogadas! Karen.

    http://multiplicado-por-dois.blogspot.com/
  • Dicas do Mundo por Daniela Furlan
    O site Dicas do Mundo me chamou atenção antes de eu abrir meu próprio blog de viagens e bem antes de pensar em fazer uma revista digital. Hoje eu escrevo no site, sobre Berlim e sobre programas na capital alemã direcionados para adultos: Dicas do Mundo Berlim.
    Os idelizadores do site são:
    Dan Di Gregorio
    Italiano, profissional de TI, startupper, resolveu usar a sua experiência de 20 anos no desenvolvimento de projetos web para criar uma rede de viagens em português com o principal objetivo de ajudar viajantes a evitar as armadilhas para turistas. Nasceu em Roma, onde mora até hoje, fala muito bem o português e casou-se com uma paulista, a Daniela.
    Daniela Furlan
    Paulista, ex-funcionária da Caixa (CEF), graduada em Administração de Empresas e pós-graduada em RH, casou-se com o Dan e mudou-se para Roma. É community-manager do Dicas do Mundo e editora do Dicas de Roma. Disponível e prestativa, ela é a alma do Dicas do Mundo e coordena o trabalho da equipe de editores.
    Dicas do Mundo – o primeiro network global de viagem em português  | por Daniela Furlan
    O objetivo do projeto é expandir a belíssima experiência do Dicas de Roma, que foi criado por hobby e virou em dois anos a comunidade online mais influente sobre a Cidade Eterna, para as cidades mais belas e importantes do mundo. Nossa missão é ajudar viajantes de língua portuguesa a planejarem as suas viagens com especial atenção às dicas para evitar armadilhas para turistas e segurança.
    Tudo começou quando a Dani se casou com o Dan e foi morar em Roma. Amigos, parentes e amigos de parentes se revezavam para se hospedar em sua casa e conhecer a cidade como se deve: com um romano! O tempo foi passando e os emails de pessoas pedindo dicas sobre Roma eram tantos, que o Dan sugeriu a Dani que fizesse um blog e começasse a publicar todas as perguntas e respostas.
    Assim nasceu o Dicas de Roma, em outubro de 2009. Depois de 3 meses o blog já tinha 400 visitantes únicos por dia e 1 ano depois foi aberto o fórum, onde a Dani respondia perguntas e os viajantes trocavam informações. Hoje o Dicas de Roma alcança 60% dos brasileiros que vem para Roma. Através do blog o Dan e a Dani fizeram amizade com Padre Vagner Luis Bonafè Laska, guia brasileiro das Necrópoles Vaticanas, e o Vaticano teve que contratar mais uma guia brasileira para as Necrópoles, a Edna Costa.
    Ter a ajuda de um local que conhece bem a cidade (e a cultura brasileira) e pode dar informações importantes para que o viajante não caia em armadilhas (que inevitavelmente existem em cidades turísticas) é precioso! 
    E já que foi o maior sucesso, o Dan teve a ideia de procurar brasileiros, portugueses e estrangeiros que falem português e que moram em cidades turísticas para expandir o projeto.
    Assim, hoje o Dicas do Mundo é formado por:
    • Roma com Daniela Furlan e Catarina Stigliano
    • Barcelona com Ana Cláudia Paschoal
    • Toscana com Fabio Barbiero
    • Rio de Janeiro com Ana Turetta e Luciana Felippe
    • Belo Horizonte com Raquel Damasceno
    • Florianópolis com Denyse Orso Salvati e Kamila Vieira
    • São Paulo com Elaine Ambrósio
    • Lisboa com Ana Rita Oliveira
    • Piemonte com Gianna Solera
    • Buenos Aires com Nicolás Derderian
    • Salzburgo com Ana Ziviani
    • Tel Aviv com Viviane Pessegatti
    • Brasília com Paula Funchal
    • Curitiba com Rafaela Pacheco Dalbem
    • Berlim com Claudia Bömmels
    E, claro, o Dicas do Mundo não poderia existir sem o Dan que é o desenvolvedor dos sites, editor nas horas vagas e startupper de outros vários projetos complementares ao Dicas do Mundo.
    Em breve será lançado seu mais novo projeto: Gastromama, um serviço que permitirá que viajantes conheçam moradores locais dispostos a cozinhar para eles em casa. Para os usuários do Dicas do Mundo as incrições já estão abertas.