• Pedalando mundo afora

     

    Queridos Brasileiros mundo afora!

    Estamos abrindo uma nova sessão no nosso blog: Pedalando mundo afora. Vamos publicar fotos, relatos e muito mais sobre as bikes e vocês!

    Você também tem uma história com uma bike? Sinta-se convidado para participar da nossa coluna e escreva pra gente!

    brasileirosmundoafora@gmx.net

    Participe!

    Todos os seus créditos e links serão publicados.

    Bjs

    Claudia

     

  • Classic Open Air Festival 2013  – Söhne Mannheims
    São inúmeros os festivais openair que acontecem aqui na Alemanha. Ontem foi o último dia do famoso Classic Open Air Festival que acontece em Berlin, no lindíssimo Gendarmenmarkt.
    Desde 1992, a praça Gendarmenmarkt, no coração de Berlim, transforma-se em um cenário espetacular para o Classic Open Air Festival – uma série de shows que atrai multidões de todo o mundo. Desde a sua criação, o festival atraiu cerca de 640 mil pessoas para 112 shows, com uma variedade musical que vai desde a ópera, opereta e musicais, clássicos do pop, soul, swing e jazz. Um evento imperdível em um lugar simplesmente fantástico!
    Pessoas de todas as idades estiveram presentes ontem no local para ver e ouvir o grupo alemão Söhne Mannheims tocando com a orquestra de Babelsberg. Um show maravilhoso! A banda conta com 12 integrantes que tocam há 17 juntos. As letras das músicas já causaram polêmica e falam de política, de Deus, de amor, de problemas sociais. Entre os integrantes destaca-se Xavier Naidoo, que tem uma carreira solo de igual sucesso. Seu primeiro álbum solo vendeu 1 milhão vezes. Xavier apoia diversos projetos sociais.
    Mais informações sobre o Classic Open Air Festival em inglês: www.classicopenair.de/en 

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Katie Melua em Berlim 2012:

     

    Annett Louisan & Laith Al-Deen:

     

    Fotos: Claudia & Ralf Bömmels

  • “Eu vivo o meu sonho”

     


    Foi impossível passar pela nova edição da revista alemã stern sem leva-la para casa. Um homem com lindos olhos azuis, sorri da capa para mim. Em baixo a legenda: “Eu vivo o meu sonho”. Folheando a revista descubro que trata-se de um alemão, Jörg, ex-modelo, ex-diretor criativo, casado com uma  brasileira igualmente bela. Ambos vivem no nordeste do Brasil e abrirão uma pensão, construída com padrões sustentáveis, em novembro de 2013. É a realização de um sonho. Resultado de um trabalho duro. Fruto de muita coragem.
    A reportagem conta outras histórias de pessoas que resolveram dar uma reviravolta na vida. Nenhuma delas fala que foi fácil. Novos caminhos tomados, que significaram mudanças drásticas, como sair de um emprego promissor, se divorciar, assumir uma nova sexualidade, mudar de país. “ Fazer um sonho tornar-se realidade é possível, mas significa coragem, trabalho e perseverança.

    No texto, psicólogos falam dos vários “eus” que temos dentro de nós. O eu que quer segurança e odeia grandes mudanças e o eu que sonha, que quer seguir em frente, evoluir, descobrir novos caminhos. Falam também sobre a importância de se achar o equilíbrio entre eles, para ser feliz.

    Em breve faço 40 anos e quase a metade deles vivo fora do Brasil. Nesse meio tempo eu e os meus “eus” nos conhecemos muito bem e já nos demos o luxo de tornar realidade alguns sonhos. Um deles era morar no exterior, trabalhar em um banco suiço, ter uma carreira bem sucedida.

    Outro sonho realizado, foi o de ser autônoma, designer de jóias. Tanto um como outro exigiram coragem. Foi preciso deixar pra trás em ambas as vezes um terreno seguro, conhecido, para se aventurar por novos mares, deixando ao longo do caminho algumas pessoas queridas sem compreender essa necessidade de mudança.

    Depois de quase 10 anos, final de 2011 eu tive que reconhecer, com muito pesar, que eu e as joias já não tínhamos mais muito em comum. A inspiracão e o amor necessários para se fazer um trabalho criativo, foram-se. Provavelmente, como em qualquer outro relacionamento que chega ao final, o fim do nosso também não aconteceu do dia pra noite. Mas aconteceu e às vezes é preciso também ter coragem para dizer adeus.

    Lendo essas histórias de vida na revista stern, eu me identifiquei muito com todas e admiro cada uma dessas pessoas: o executivo da Microsoft, que hoje vive nas montanhas alemãs e tem um hostel para esquiadores e praticantes de trekking; a enfermeira que trabalha com os Médicos sem Fronteiras ou a publicitária que vive hoje na Suécia e oferece passeios com trenós puxados por cachorros. São histórias de trabalho, de sacrifícios, de acertos e de erros, mas principalmente de realização pessoal e de felicidade. São histórias inspiradoras, mas enquanto as leio, sinto-me como se estivesse agora fazendo o caminho inverso.

    Meu sonho hoje é o de embarcar no mercado de trabalho alemão. A grande aventura pra mim, não é deixar tudo pra trás e sim encontrar um emprego que me preencha e que se encaixe na minha vida (feliz) aqui na Alemanha. E porque não financiar com esse emrpego um sonho maior, que é o de tornar esta revista mais conhecida e querida mundo afora?

    Chego a conclusão de que nem todo sonho precisa ser exótico, inovador ou trazer mudanças radicais para a vida.

    Jörg, o bonitão da capa da revista agora já meio amassada, ainda sorri para mim. Ele tem 44 anos, já foi modelo, diretor criativo e hoje tem uma pensão no Brasil. Ele vive o seu sonho. Eu estou em busca do meu. Estou tentando não me intimidar com as infinitas possibilidades que a vida moderna me oferece, sugerindo que eu posso ser o que eu quiser. Será?

    Eu retribuo o sorriso e guardo na gaveta. A revista, não o sonho.

    Bjs

    Claudia 

    Qual é o seu grande sonho? Compartilhe conosco!

     

  • O litoral alemão é lindo e é perfeito para se visitar com crianças. Muitas praias são selvagens, existem parques aquáticos para todos os gostos, parques de diversão para todos os bolsos, fazendinhas, museu da ciência, aquários, terrarium, parquinhos, campos sofisticados de mini-golf e muitas outras atrações! O único ponto negativo é o tempo. Mas disso ninguém tem culpa. Ora chove, ora faz sol, venta bastante e a água do mar é bem fria. Quem viaja para cá precisa vir preparado para esses incovênientes. É comum ver as criancas brincando na areia com botas próprias para entrar na água ou com calças especiais. Os alemães não se deixam intimidar com o tempo. Se estamos na praia e não dá pra tomar banho, pelo menos castelos de areia vamos fazer!
    Aqui algumas impressões do litoral alemão:
     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

  • Notícias na mídia alemã – “Obrigado Brasil!”
    As notícias sobre o Brasil estão muito presentes na mídia alemã e todos se surpreenderam com as manifestações no nosso país. O Brasil por aqui é também sinônimo de futebol. Nós somos conhecidos na Europa por sermos um povo apaixonado pelo esporte. Então a surpresa foi maior ainda, já que a Copa das Confederações está “dentro de casa” e o povo nas ruas ao invés de estarem na frente das televisões assistindo jogo ou novela.
    Entre as muitas notícias publicadas aqui no hemisfério norte, quero destacar hoje um artigo publicado no jornal alemão Zeit online:

     

    “Obrigado, Brasil!

     

    Os sul-africanos em 2010 e os alemães em 2006, não ousaram falar alto, o que o Brasil hoje grita nas ruas. Uma nação se levanta contra a Fifa. Contra corrupção, inflação, mas também contra o padrão imposto pela organização. Construções milionárias de um lado e hospitais caindo aos pedaços de outro. Se é para ser no padrão Fifa, que não sejam somente os estádios, mas que sejam também as escolas, o sistema de transporte público, as ruas e rodovías. Brasil diz chega! Nós dizemos: Obrigado Brasil!” 

     

     

  • Fechada para manutenção – Mês que vem faço 40!

    No verão, aqui na Alemanha,  as piscinas indoor geralmente fecham para manutenção. Mês que vem faço 40 anos e gostei muito da ideia de  me “fechar” por algumas semanas, para manutenção também.

    Mês que vem faço 40. Há quem diga “nem parece” e há quem diga “40 já não é mais 20”. Para os primeiros digo com falsa modéstia: ah, você acha messssmo? Para os segundos digo: é verdade!

    As revistas e a televisão sugerem que ter 40 anos hoje em dia, é como ter 20 há décadas atrás. Há, há! Será?

     

    Fato é, que  eu pensava que fazer 40 anos fosse ser  mais espetacular, mais dramático, mais emocional. Hoje olhando pra trás, tenho certeza de que passei pela crise dos 40, aos 38 anos de idade. Um ano em que não tomei decisões importantes, típicas de quem passa por uma crise dessas:
    • comprar um porsche ou uma ferrari (não tinha o trocado mesmo para tanto, além de achar os carros feinhos e apertados);
    • pintar o cabelo de loiro (estava em crise e não louca!):
    • esticar as rugas (ruguinhas);
    • se divorciar, arrumar um amante (ou arrumar um amante e se divorciar?)
    • dar uma voltinha ao mundo (o que nos faz voltar ao primeiro ponto sobre os trocados em falta).
    Nada disso aconteceu. O resultado dessa viagem interior, foi ter me conhecido melhor, ter me livrado de 10 quilos e ter entendido que a felicidade depende principalmente de mim mesma. Mas o melhor que me aconteceu nesse período foi ter criado o site e a revista Brasileiros mundo afora. Uma crise que não poderia ter trazido melhores frutos.
    Mês que vem faço 40. E, mesmo já tendo passado e vencido a grande crise, vejo essa data, que pouco me comove ou mesmo me assusta, como uma oportunidade de me fazer uma perguntinha básica:
     
    O que eu quero ser quando eu crescer? Leia-se, o que eu quero ser e fazer profissionalmente  depois dos 40?

    Uma pergunta típica de quem é expatriado e precisa se reinventar… de novo! Uma pergunta que muitos de vocês se fazem ou se fizeram também. Não estou sozinha, eu sei. Isso me conforta. As histórias de sucesso que eu leio e escuto, me incentivam e me fazem acreditar que tudo é possível.

    Há algum tempo atrás eu lí o livro da Bel Pesce “A Menina do Vale” e entre algumas verdades, lí o que eu afagou a minha alma:

    “Idade é algo interessante. Carregamos esse número conosco e, junto com ele, vêm certas crenças. Alguns acham que, se você é jovem, é inexperiente e imaturo. E, se você é adulto, então já é muito tarde para se aventurar. Não acredite nessas generalizações. Na sua vida, você encontrará pessoas que tentarão usar vários argumentospara te desencorajar. Você tem que acreditar em si mesmo. Aos 24 anos, se eu tivesse dado ouvidos a essas pessoas, teria desistido de várias oportunidades maravilhosas. Se você realmente sonha em empreender, a sua idade não importa. O que importa é ser extremamente apaixonado por solucionar problemas e melhorar as vidas das pessoas, e estar disposto a trabalhar arduamente para fazer as coisas acontecerem. O que importa é entender que, às vezes, nem tudo sairá como você espera e estar sempre pronto para aprender e tentar novamente. Há empreendedores bem-sucedidos de todas as idades. (…) Idade é um mero detalhe.

    Vou me desconectar por alguns dias e tentar descobrir o que eu quero ser quando crescer. Se eu voltar sem resposta não tem problema. Como diz Paulo Coelho “A viagem não foi para encontrar a resposta que estava faltando na minha vida, mas para voltar a ser rei do meu mundo.”
    Desejo a todos férias de verão com muito calor, muita diversão e pouco estresse.

    Quando eu voltar já tenho 40! Os novos 20! Será?

    Beijos

    Claudia

     

  • O coração de expatriado é (sempre) verde-amarelo

    O dia já está acabando aqui pelo norte. Foi um dia com um calorzão de 35 graus e muita emoção. Vendo as manifestações no Brasil, mas principalmente no mundo inteiro fez com que eu me sentisse mais viva e se possivel um pouquinho mais brasileira.

    Como expatriada, me enche de orgulho ver tantos brasileiros que vivem fora do Brasil, também se levantarem e irem para as ruas. O coração de expatriado é (sempre) verde-amarelo mesmo estando do outro lado do mundo, mesmo tendo um oceano nos separando.

    O dia está acabando por aqui e a esperança é grande que a luta não seja em vão.

    Por um Brasil melhor, para a nossa e para as próximas gerações!

    Boa noite.

    Bjs Claudia

  • Change Brasil!

    Manifestações no mundo inteiro

    Dublin na Irlanda (Fotos de  Daniel Sandes)

     

     

    Berlim, Alemanha (Foto http://www.dw.de)

    Melbourne (Foto de Otávio S. Costa)

    Manifestação de brasileiros na Plaça Catalunya (Foto Liana Aguiar)

    Coimbra (Foto Jardim do Mundo)

    “Mais que um registro, o vídeo de Michel, “No olho do furacão”, é um depoimento, um relato em primeira pessoa. Os pedidos e palavras de ordem dos manifestantes, a ação truculenta da polícia, a correria e o vigor dos protestos: está tudo ali, gravado (e agora exposto) pelo olhar sensível de Michel. “No olho do furacão” tem uma linguagem inteligente porque envolve o espectador, que, assistindo ao vídeo, se vê caminhando junto com o fotógrafo pelo centro da cidade.” No olho do furacão.

  • O jeito alemão e suiço de se casar…
    Casar na AlemanhaHoje eu quero contar para vocês como se festeja um casamento aqui na Alemanha e na Suiça. Já posso adiantar: casamento por aqui é uma festa muito animada!

     

    Ser convidado para um casamento alemão é um honra. Pricipalmente, porque as festas de casamento são,  por questões de logística e de custos, feitas para um seleto grupo de convidados. Os maiores casamentos contam com  no máximo 100 convidados. Como os alemães são pragmáticos, acharam a seguinte solução para convidar todos os amigos, conhecidos e colegas de trabalho: o Aperó ou Empfang. Uma recepção simples oferecida logo após a cerimônia de casamento, onde todos são bem vindos. Geralmente ela acontece na frente da igreja ou do cartório mesmo, quando são oferecidas bebidas e alguns salgadinhos. Nunca ouvi alguém dizer que se sentiu ofendido por ser convidado somente para o Empfang e não para a festa principal. Por outro lado, casamento sem Empfang eu nunca ví!
    Casar na Alemanha
    O convite é impresso ou feito à mao (os alemães e suiços preferem os feitos à mão e criativos aos clássicos e chiques) em duas versões:
    – Uma para os convidados principais e
    – Uma versao para os convidados do Empfang.

    No texto está claro até que horas você pode ficar por lá e que depois os noivos e os convidados principais seguem para a “festa de verdade”.

    Uma festa de casamento é um evento tão especial por aqui, que até mesmo ser convidado somente para recepção na frente da igreja, já é legal. Lá mesmo os colegas de trabalho fazem surpresas e brincadeiras.

    Casar na AlemanhaQuem decide por uma união no religioso, vai casar-se duas vezes com a mesma pessoa. Primeiro no cartório e depois na igreja. Entre as duas cerimônias passam-se geralmente duas semanas, mas existem mil e uma variações de acordo com o gosto e com o bolso de cada um. Muitos noivos casam-se somente no civil e posteriormente na igreja. As igrejas escolhidas geralmente são as menores e mais românticas. De modo geral pode-se dizer que os alemães e suiços são simples (sem deixar de serem sofisticados) no seu jeito de comemorar.

    Os (vários) casamentos que eu já fui, aconteceram em torno das 14 horas. Já depois do Empfang  e da sessão de fotos encerrada, os convidados principais juntamente com os noivos seguem para algum restaurante, castelo, museu ou hotel-fazenda onde a festa acontecerá.
    Durante a festa é tradição que os amigos e familiares façam surpresas para os noivos. Quem se encarrega da organização são os padrinhos de casamento, que são somente duas pessoas. Pode ser uma apresentação de vídeo mostrando os noivos quando crianças ou em situações engraçadas. Já ví apresentações lindas de amigos que cantam para os noivos. Às vezes são apresentadas danças, como no meu casamento, quando meu irmão dançou uma linda salsa com a minha cunhada. Ou os meus convidados e amigos, que organizaram um quebra-cabeça, que foi pintado por todos durante a festa e no final formou um quadro. Também é comum fazerem brincadeiras. Mas é importante que sejam de bom gosto e que não deixem os noivos na berlinda.

    Casar na Alemanha

    Depois do jantar, os noivos “abrem” a pista de dança com uma valsa ou outra música preferida.

    Uma festa de casamento aqui na Alemanha foi de sucesso, quando os convidados dançam bastante, as brincadeiras são legais, a comida gostosa e a festa termina lá para as tantas da manhã. Igualzinho no Brasil e provavelmente em qualquer outra parte do mundo, não é mesmo?

    No dia seguinte, quem dormiu em um hotel perto da festa, toma o café da manhã juntamente com os noivos. Fugir no meio da festa é um tabu absoluto
    Separei aqui algumas fotografias de festas que eu fui, para vocês terem uma ideia de como são os casamentos por aqui: acontecem de dia, começam às duas da tarde e terminam as tantas da manhã do dia seguinte, são engraçados e divertidos. Não é pra menos que as pessoas querem ser convidadas de qualquer jeito. Nem que seja somente para a recepção na frente da igreja.

    Beijos

    Claudia
     

    Casar na Alemanha
    Casar na Alemanha

    Casar na Alemanha

    Casar na Alemanha
    Casar na Alemanha

    Casar na Alemanha

    Casar na Alemanha
    Casar na Alemanha
    Casar na Alemanha
    Casar na Alemanha

     

     

  • 90 anos não é nada! Idade é um mero detalhe – Claudia Bömmels
    Na primeira edição da Brasileiros mundo afora, eu publiquei uma matéria sobre a minha avó. Uma mulher de múltiplos talentos. Uma pessoa muito especial na minha vida e que está perto de fazer inacreditáveis 90 anos!
    Desde que eu me conheço por gente, ela costura vestidos maravilhosos. Como estamos quase encerrando a nossa sessão romântica, quero compartilhar com vocês alguns dos seus vários vestidos, mas que para mim foram únicos. Cada um deles.
    Nos anos 80 era moda fazer 15 anos vestida de branco e debutar ;o)

     

    Em 2013 a minha sobrinha fez 15 anos na mesma cidade que eu. Branco já não é mais in.
    A costureira é a mesma, minha avó. Lembrando que eu fiz 15 anos há 25 anos atrás!

     

    Meus vestidos de casamento. Do civil e do religioso. Ambos feitos com um carinho sem tamanho.

     

     

    Minha avó com as “suas” modelos vestindo seus modelos preferidos.

     

    Em fevereiro de 2014 ela completou 90 anos! Aqui algumas fotos da festa maravilhosa no Brasil. Fizemos um desfilho com os vestidos costurados por ela. Foi um sucesso!

     

    Você quer saber mais sobre ela? Basta clicar aqui, para ler a matéria completa: Velhice só na carteirinha.

    Brasileiros Mundo Afora