• Nossas dicas no blog Colagem da Luciana Misura

    Nossas dicas de viagem com crianças no blog da Luciana Misura que eu adoro!!! Respondemos as seguintes perguntas.

    1) Por que viajar com os filhos?
    2) Como foi a primeira viagem com as crianças?
    3) Qual foi a viagem mais legal da família?
    4) Qual foi a maior dificuldade que você enfrentou viajando com crianças?
    5) Qual é a sua dica número 1 pra outras famílias viajantes?
    6) Qual será a próxima viagem de vocês?    

    Para ler tudo é só clicar aqui:

    luciana.misura.org/2013/05/29/por-que-viajar-com-criancas-por-claudia-muller-boemmels/

    Foi muito bom relembrar!

    Bjs

     

  • 10 Dicas do “Ducs Amsterdam” para Blogueiros
    Daniel Duclos é um brasileiro que mora em Amsterdam e escreve no seu blog de viagem e de sucesso Ducs Amsterdam. Mas ele é mesmo conhecido entre os blogueiros (principalmente os de viagens), por ter um jeito muito franco de escrever e por não deixar de compartilhar suas dicas preciosas com quem é iniciante. Essa é uma qualidade que eu muito admiro e pouco encontro na blogosfera. Tenho o prazer enorme em publicar 10 dicas do Ducs para vocês. Enjoy!

     

    Eu comecei a blogar em 2004. Na época blog era apenas um diário de adolescente. Eu não era adolescente, nem escrevia diário. Felizmente, descobri que blog é bem mais que isso: Uma plataforma de publicação que comporta um mundo. O seu mundo.
    Depois de quase dez anos batendo cabeça e estudando e batendo mais cabeça, acumulei algumas cicatrizes em forma de dicas que podem ser úteis para quem está iniciando a caminhada de ter o blog como algo um pouco mais a sério do que um simples diário.

    Ah, antes de começar, leia as dicas do Michel Zylberberg: TOP 10 Dicas de Michel Zylberberg por dois motivos: um, vou assumir que você leu, então não vou repetir dica e dois, elas são muito boas.

    Vamos lá:

    1. Mostre seu rosto
    Blog depende de comunidade, de relacionamento. É a primeira das mídias sociais. No blog, você é sua marca. As pessoas se relacionam com outras pessoas, não com logos ou empresas. Mostre o rosto: ponha a cara lá, olhando para a câmera e sorrindo. Pode atualizar sua foto (de vez em quando, conforme você envelhece), mas seja consistente, com a mesma foto através da net  e mostrando o rosto, as pessoas vão te reconhecer mesmo quando você mudar a foto.
     

    2. Crie uma página “Sobre”
    Por falar nisso: conte sua história. Pessoas se conectam com histórias. Tenha uma página de “about” (sobre) no seu blog. Conte um pouco sobre quem é você. Conte um pouco da proposta do seu blog, do que você quer fazer com ele. E termine com um link pra sua página de contato. Aliás…

    3. Crie uma página de contato
    Nem todo contato deve ser público, e portanto a caixa de comentários não é suficiente para as pessoas te contactarem. Se você está trabalhando com o blog, é fundamental ser fácil falar contigo em particular. Sim, claro, os seus leitores irão te contactar direto, mas não só eles. Eventualmente, como disse o Michel, empresas irão querer falar contigo, imprensa etc. Não vou mentir que muita coisa sem cabimento vem pelo contato, mas vem muito mais coisa legal. Assim, de longe. Histórias tocantes, dúvidas pertinentes, agradecimentos sinceros, críticas e correções essenciais, propostas interessantíssimas, oportunidades, e surpresas boas, sim. Você pode colocar o seu email, mas acho mais fácil para todos, um formulário – protege seu email de spammers, e elimina um passo pra pessoa falar contigo.

    4. Encontre seu nicho, siga sua paixão
    Busque escrever sobre algo que te atrai. Não adianta buscar um nicho ou assunto só porque você acha que vai te dar retorno, ou porque está na moda. Nem adianta tentar abarcar o mundo e escrever sobre tudo ou todos, pra agradar todo mundo. Paixões são contagiantes, e tem louco pra tudo nesse mundo. Sim, existem outras pessoas com a mesma paixão do que você. Escreva pra elas sobre isso.

    5. Melhore sempre seu texto
     Sempre. Não caia nessa de “é só sentar e escrever”, ou de “eu escrevo bem”. Sempre dá pra melhorar. Ter um texto bom, atraente, gostoso de ler, irá fazer maravilhas pra te destacar em um mar de mediocridade escrita. Se você usa frases feitas, chavões, ok, você tem menos trabalho para escrever. Mas por outro lado, você soa igual todo mundo. Será que a única chamada possível é “confira?” Será que dá pra introduzir um dado sem usar “só para se ter uma ideia”?

    6. Escreva falando com as pessoas
    Olha, tom neutro e imparcial, em terceira pessoa, tem seu lugar, propósito e utilidade. Só não é em um blog. No seu blog, escreva como se estivesse conversando com o seu leitor. Porque você está! Bata um papo, conte uma história e, nesse processo, passe a informação. Não precisa usar terceira pessoa neutra, aquele “nós” genérico das empresas. Não seja genérico, seja você.

    7. Tráfego é resultado de trabalho constante e consistente
    Não, não vai vir tráfego do dia pra noite. Bom, pode vir – às vezes acontece, um post seu se torna viral, o jornal nacional te recomenda ou algo assim. Mas tem dois problemas com isso: Um, é esperar ganhar na loto. Seu plano de trabalho é ganhar na loto? Huh… dá pra melhorar isso né? E dois, esse tipo de tráfego é fugaz. Ele vem, e ele vai. Hoje você fica na moda e tem um pico monstruoso de acessos. Amanhã a internet descobre um vídeo de gatinho e corre pra lá, te deixando como antes. Tráfego bom, é tráfego que se constrói ao longo do tempo. E esse é resultado de trabalho direto seu, não de alguém te descobrindo. As coisas se acumulam ao longo do tempo. Trabalhe para estar melhor do que ontem, que amanhã você vê os resultados. E não adianta ficar lendo dica e tutorial: tem de fazer. Se não puser dedinho no teclado, não vai sair letrinha.

    8. Altos e baixos são normais
    Sim, eu já pensei em fechar o meu blog. Eu já tive momentos de “isso nunca vai dar certo”. Isso é normal, e nem todo dia é melhor do que o anterior. Tráfego cai, problemas acontecem, desânimo bate. O recorde de acessos do mês passado não vai ser batido nesse mês… e nem sequer igualado. Isso é normal. Somos humanos trabalhando na vida real, e temos crise de mau humor, e perrengues etc. E aí no dia seguinte a gente senta de novo e continua, porque amar o que se faz não quer dizer amar todo segundo do que se faz. Fazer algo legal não quer dizer só fazer coisas legais. E ter sucesso não quer dizer acertar todas. Antes pelo contrário, se quer saber…

    9. Crie uma rotina pra blogar
    Nem precisa começar a me contar que você não tem tempo de blogar. Eu sei o que é isso. Eu cuido da minha filha 40 horas por semana e se você cuida ou já cuidou de criança você sabe que é um trabalho integral. Quando virei pai, eu fiquei todo perdido, sem achar tempo (e disposição) pra blogar. E só sai dessa quando entrei em acordo com minha esposa sobre ter um horário de trabalho. Sim, exige sacrifício, sim, dá cansaço, mas deixar pra blogar quando bater inspiração, quando tiver tempo, vai resultar em um blog abandonado.

    Você sabe do que estou falando: a gente vive apagando incêndio, e sempre tem um incêndio, um problema mais imediato, e concordemos que blog não é incêndio (se for, algo está errado). E de incêndio em incêndio, blog acaba criando poeira. E nem precisa tirar, assim, um tempão, todo dia. Escolha uma hora, que seja literalmente uma hora, mas essa hora é do blog e ninguém tasca.

    10. Blogar se aprende blogando
     É prática. Tudo isso que eu falei é muito legal, muito isso e muito aquilo, mas se quer saber a bem da realidade? Muito disso só vai fazer sentido quando você estiver lá, batendo teclinhas e editando fotos e colocando as coisas junto e cometendo erros e dizendo “aaaaaaahhhhh, era  isso então….” Sim, tem de cometer erro, sim você vai cometer erros, e tudo bem. Tudo bem! Mesmo! Não deixe o medo te travar. Não deixe o volume de coisas a aprender te travar. Não deixe aquele problema técnico, ou você não saber como configurar o snevers do bubblegummers reverso te travar. Sente, escreva, publique, aprenda. Repita. É isso. Eu tô fazendo isso até hoje.

    Boa sorte!


    Ducs Amsterdam você encontra aqui:


    www.ducsamsterdam.net

    www.facebook.com/ducsamsterdam

    www.twitter.com/ducsamsterdam

    www.instagram.com/ducsamsterdam

  • Blog Nova Vida, Vida Nova  – por Celi Cristina Oberding

    Para quem acompanha o meu blog Nova Vida, Vida Nova e  a minha história, sabe quais foram os reais motivos da criação do Nova Vida, Vida Nova. A princípio tinha como objetivo não divulgar o endereço para muitas pessoas. Considerando a distância e os milhões de pedidos por notícias frequentes, pensei que pudesse servir como uma espécie de diário familiar. Um diário no qual, pudesse colocar fotos, compartilhar um pouco da cultura alemã, escrever sobre a minha vida e o desenvolvimento dos meus filhos.

    O tempo passou e com o apoio dos familiares e amigos mais próximos comecei a ampliar o olhar para o mundo virtual e para a blogosfera materna. Passei a escrever mais no blog e comecei a me interessar por outros. Fiquei surpresa com a quantidade de assuntos em comum: ser mãe, ter filhos, mudar de país. Comecei a me identificar com vários textos de mães blogueiras que moram no Brasil e que estão espalhadas pelo mundo.

    Além de ler também passei a comentar. Adoro fazer parte de muitos blogs, participar e opinar. Entre essas trocas conheci muitas pessoas, algumas que também se identificaram com meu blog. Não sei bem o porquê. Talvez pela minha história de vida, pelo jeito de escrever e contar as aventuras vividas na Alemanha, pelos registros sobre o desenvolvimento dos meus filhos, sobre os desabafos ou mesmo pelo layout do blog.

    Eu particularmente gosto muito de imagens. Adoro fotografar meus filhos e todos os momentos vividos nesse país. Sempre achei que colocando fotos no blog pudesse aproximar as pessoas distantes, fazendo com que matassem um pouquinho as saudades de nós. Que pudessem participar de certa forma do tanto  que estamos vivenciando.

    No entanto, nem sempre tenho uma fotografia à mão relacionada ao assunto que gostaria de escrever. Assim surgiu a ideia de solicitar desenhos relacionados aos temas dos posts após conhecer o trabalho e o talento da ilustradora Stasia Burrington.

    Criei uma ótima parceria com a Stasia Burrington. Se conheço pessoalmente? Ah, isso não! Foi através de um blog, de email que tivemos um primeiro contato, depois outro e até hoje combinamos tudo por email. Se mora na Alemanha? No Brasil? Não! Ela mora em Bellevue, uma cidade localizada no estado de Washington – EUA.

    Tudo funciona por email. Faço as minhas solicitações, digo tudo que desejo na ilustração (desde cores, estampas, detalhes, temas) e logo ela me encaminha o primeiro esboço. Depois aprovando ela finaliza tudo. As ilustrações que ela  faz para mim são baseadas na história da minha vida, relatos e cenas do meu cotidiano.

    
    

    Eu recebo muitos elogios sobre o meu blog, sobre o layout e as ilustrações. Já me perguntaram se sou eu quem faz os desenhos. Infelizmente não, mas eu bem que gostaria de ampliar mais meu conhecimento artístico para voltar a fazer meus próprios desenhos. Quem sabe futuramente não é mesmo?

    Enquanto isso, aproveitem para conhecer um pouco sobre o trabalho da Stasia:


    Celi Cristina Oberding é brasileira, educadora, blogueira e mãe de três meninos Felipe, Thomas e Lucas. Escreve no blog Nova Vida, Vida Nova as aventuras vividas com sua família na Alemanha e as tradições.


  • Futebol: as lições de Jürgen Klopp…
    Tratando-se de futebol, eu sou extremamente patriota. Durante um mês, a cada quatro anos, quando o futebol me oferece a oportunidade de gritar horrores e até mesmo xingar se for preciso, em um país que é extremamente silencioso, sem acharem que estou louca.

    Outro dia, uma amiga que passava as férias no sul da Alemanha me ligou dizendo “Não sei se vou aguentar.” Eu: “O frio?” Ela: “Não, o silêncio. Não sei se vou aguentar tanto silêncio!”

    Então, já não sei bem ao certo se é só mesmo patriotismo que me “ataca” quando o Brasil joga futebol ou se é também a necessidade incubada de extravasar, de falar alto e gritar. Fato é, que tratando-se de futebol, não existe pra mim nem parente (alemão), nem marido (imagine só o clima no jogo Brasil-Alemanha). Afinal, futebol é futebol. Sobre as coisas importantes da vida, conversamos depois.

    Exceto na Copa do Mundo, eu pouco me interesso por futebol. Até mesmo porque me sentiria estranha xingando um goleiro alemão que deixou a bola entrar no gol ou dando palpite am voz muita alta sobre a estratégia do treinador X. Apesar disso, me vi ontem na frente da televisão, assitindo uma final histórica da Champios League, em que dois times alemães depois de derrotarem o Real Madrid e o FC Barcelona (!!!), disputavam o primeiro lugar no campeonato mais acirrado da Europa. Assisti o jogo inteiro, comentei (baixinho) alguns lances e até fiquei um pouco triste quando o time Borussia Dortmund perdeu. Tudo por causa de um homem alemão, que não é o meu marido, e se chama Jürgen Klopp.

    Jürgen Klopp é o superstar entre os treinadores dos times alemães. Não por ter a pinta de modelo do treinador Pep Guardiola, nem por ter a experiência de Jupp Heynckes. Mas ele é uma dessas personalidades que fascinam, até mesmo uma fã temporaria de futebol como eu.

    A carreira de Jürgen Klopp e seus sucessos são surpreendentes. Mas eu não me interesso  muito por números, taças ganhas e fatos sobre as estratégias “futebolescas” usadas. O interesante de Jürgen Klopp pra mim, é o homem atrás do treinador. É o que ele tem a dizer e o que ele pratica. Estas são as minhas frases preferidas de Jürgen Klopp e algumas lições que tirei pra mim:

    Eu sou apenas um otimista. Meu lema sempre foi o de fazer as coisas de forma positiva e a minha receita foi nunca desistir.”

    “A fascinacão do futebol é que você sempre pode ganhar o jogo, não importa quão bom seja o adersário.”

    “Eu acredito que otimismo só funciona quando está ligado não só com esperança, mas com um desafio a si mesmo: se eu acredito que eu posso vencer, então eu preciso encontrar uma maneira de fazer isso.”

    Não concentre-se nas suas fraquezas e sim nos seus pontos fortes. Descubra os seus pontos fortes e o que você pode controlar, para concentrar os seus melhores esforços nesses pontos e liberar o resto. Não se deixe dominar por incertezas.”

    Não se leve tão a sério.”

    “Para todos nós: grandes coisas ainda estão por vir, portanto é importante não deixar que o fogo se apague.”

    2014 está bem aí! Vou poder gritar à beça novamente. Até lá vou tentar me concentrar nos meus pontos fortes e não deixar o fogo apagar!
    Grandes coisas ainda estão por vir? Então vamos em frente!

    Bjs

    Claudia

    Fotos: http://www.sueddeutsche.de  | Arquivo pessoal | Claudia Bömmels

  • Viver na Alemanha – Entrevista no Entrevistando Expatriados
    Viver na Alemanha

    Hoje falo em entrevista no site Entrevistando Expatriados, da nossa amiga Mirella Matthiesen, de forma aberta sobre como é viver na Alemanha. Falo sobre vários assuntos, entre eles quais os pontos positivos e negativos de morar aqui.

    De modo geral os pontos positivos para mim em morar aqui são :

    – O sistema educacional, que não apoia de forma alguma o modo “decoreba” de se aprender, que tanto conhecemos no Brasil;

    – O sistema de maternal, pré-escola e pós-escola, que facilita muito a vida dos pais que trabalham;
    – Aqui o seu tempo vale muito e por isso os horários são cumpridos e os compromissos respeitados. Eu gosto muito disso. Acho que ser pontual e não desperdiçar o tempo do outro deixando-o esperando, por exemplo, é uma forma de respeito.
     
    Os pontos negativos para mim :

    – A Alemanha que eu conheco é “aficcionada” por diplomas e certificados. Se você não fez um determinado curso, será difícil você conseguir um emprego naquela área. Existem excessões naturalmente, mas de modo geral é assim que as coisas funcionam. O título de Doutor, e não falo dos médicos, tem um valor muito grande na sociedade alemã. Por isso, acho importante que os brasileiros que vierem para cá, venham conscientes de que precisarão provavelmente se reinventar, já que poucos trabalham na sua profissão original, fazendo muitas vezes, trabalhos mais “baixos” do que o que eles estudaram. Mas existem também muitas histórias de sucesso! Tudo depende da situação pessoal de cada um. Eu por exemplo, estou pensando em arrumar um “empreguinho” se tudo falhar, para financiar uma especiliazação. Outras pessoas precisam de fato sobreviver, então vale trabalhar em tudo!
    Você também está pensando em se mudar para a Alemanha? Dá uma passadinha por lá, de repente alguma dica te ajuda! Beijos Claudia

     

     

  • Minha primeira viagem em famíla – Álbum coletivo
    A Blogagem ColetivaMinha primeira viagem em familia com meus filhos” do grupo Viagens em Família, me inspirou a convidar amigos e leitores a compartilharem suas lembranças conosco.
    E aqui estão elas:
    Gê Eggmann  é brasileira, mora na Suiça e é colunista da revista Brasileiros mundo afora. Escreve sobre a sua incrível viagem em famíla para Islândia. Para ler o post completo é só clicar aqui: Nossa viagem para Islândia.
     
     
    Larissa d’Avila da Costa é de Porto Alegre e mora há 11 anos fora do Brasil, sendo que 10 na Alemanha. Ela escreve no seu blog www.brasanha.com e publicou seu artigo “Alemanizada” na primeira edição da nossa revista. Para ler o post completo, basta clicar aqui: Viajando pelo Brasil nos anos 80.
     
     
    Erica é carioca da gema, mas escolheu Melbourne, Austrália, para chamar de casa. É esposa, mãe, arquiteta e blogueira. Conta histórias da vida no thejumpofthekangaroo.com e dá dicas sobre home décor no estilo “faça você mesmo” no homesweetener.com.  

    Para ver todas as fotos de Erica, é só clicar aqui: Recordações

     Foto da primeira viagem da família Scher para Portugal

     

     Dani & Giulia. A foto é no Parque Ecológico em Americana, interior de São Paulo.




     

     

     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     

    Fotos da família Azevedo em sua primeira viagem para Portugal.

    Mesmas pessoas, mesmo lugar… quatro anos depois…

    E por fim, as minhas recordações:

    Minha primeira viagem com meus pai: Minha primeira viagem em família – Embu-Guaçu

  • Amor nos tempos modernos – por Lara & Emi


    Lara & Emi falam sobre o “Amor nos tempos modernos” na revista Brasileiros mundo afora. Para visualizar a matéria ocmpleta é só clicar no link a seguir: Amor nos tempos modernos

    Sobre Lara & Emi:
    Lara é nômade, mutável, imprevisível, de natureza alegre e inusitada, adora rir e abobrinhar dignamente. Gosta das letras tocadas em poucos instrumentos, da voz e da melodia. Se recusa a viver de forma delimitada, superficial, com assuntos mal resolvidos e só de teoria. Bióloga e especialista em back stage, já trabalhou desde cozinhas de restaurantes movimentados até shows internacionais, como AC/DC e Amy Winehouse. Hoje dedica-se a fotografia e ao design gráfico, amanhã à marcenaria, desenho ou agricultura.
    Emiliano é um hippie/punk/zen/materialista, biólogo, filósofo, escritor e compositor, também rural dentro de uma visão cosmopolita. Escreveu o livro “A Evolução do Pensamento Frente a Percepção da Natureza” (2013), dentre algumas poesias, artigos científicos e contos publicados em revistas e jornais impressos e digitais. Um amante do Rock N’ Roll e da música brasileira que tenta reproduzir em suas canções.
    Ambos são gaúchos, nascidos em 1985 e hoje vivem em Coimbra, unidos pelo amor e por sua cadelinha Coco, sempre planejando o próximo movimento, a próxima conquista. Eles escrevem no  blog jardimdomundo.wordpress.com.

     

     

     

     

     

      

     

  • Uma brasileira em Israel – por Yaheli Berlinski

    Desde pequena eu sempre gostei de estudar idiomas e por causa disso sempre pensei em morar fora do Brasil. Mas o momento em que você resolve transformar seus sonhos infantis em realidade é com certeza aquele em que você percebe que ficou adulto, que amadureceu e que sua vida e suas decisões pertencem apenas a você. Mudar de país era um projeto de vida meu e do meu marido e Israel foi uma escolha baseada no fato de termos ambos nacionalidade israelense.

    Israel é um país lindo, limpo, extremamente seguro, com a 16ª melhor qualidade de vida do mundo e de tudo o que mais chocou, é um país frio a maior parte do ano. Israel só é realmente quente no verão, terminada a estação, o clima passa de ameno para gelado numa velocidade assombrosa. Exatamente por isso, a adaptação à Israel requer um esforço a mais, não só para que você assimile o país que realmente existe, mas também para exorcizar todas as crenças que você trouxe de fora, todas as falsas ideias que foram cultivadas como verdade por anos. Em compensação, em Israel parece que tudo acontece de maneira mais intensa, o sangue mediterrâneo quentíssimo dos israelenses torna tudo muito próximo, muito vivo e ao mesmo tempo também muito informal e acolhedor. 

    Tudo isso junto, aliado ao profundo mergulho no estudo que se faz necessário para aprender hebraico e a incorporação de novos alimentos faz com que as diferenças culturais se tornem um hábito muito rapidamente.

    No processo de imigração, eu acredito que umas das coisas que mais pesem seja a questão da alimentação e exatamente por essa razão, muita gente aprende a cozinhar nesse momento da vida e foi exatamente o que aconteceu com nós dois. Meu marido e eu aprendemos a fazer a maior parte das comidas e salgados típicos do Brasil. Ocorre que, Israel te arrebata de uma tal maneira em hábitos e costumes que com mais ou menos dois anos de Israel nos demos conta de que quase 100% do que comíamos e do que buscávamos na internet em termos de receita eram pratos israelenses. O pão de queijo que nós achávamos que morreríamos sem, hoje é raridade aqui em casa, e foi plenamente substituído pelo “shawarma e falafel nosso de cada dia”.(risos)

     
    Eu percebi que meu hebraico estava pleno o dia que consegui assistir um filme inteiro com a TV sem som, apenas com a legenda em hebraico. Quando nós chegamos aqui, alguém nos disse: o dia que você conseguir rir das piadas israelenses considerem-se adaptados ao país. Na hora eu levei isso como uma brincadeira, mas de fato não há nada que traduza mais real e verdadeiramente a sua adaptação a um país do que compreender o humor que é feito lá. Porque os dramas do cotidiano são universais, é fácil compreender a dor alheia, mas o humor é o reflexo da alma de um povo, quando você consegue compreender isso, você captou toda a forma de pensar de uma nação. 

    Yaheli Berlinski vive com o marido na cidade de Nazaré e chama Israel de sua casa desde 2009. Há alguns anos atrás ela era advogada, se chamava Adriana e morava no Brasil. Hoje ela trabalha como tradutora, se chama Yaheli e mora em Israel. Três mudanças radicais que mudaram sua vida para sempre. “Mudei de profissão para poder mudar de país e mudei de nome porque mudei de país. Yaheli é mais fácil de ser pronunciado aqui em Israel, onde eu vivo desde 2009.”
    Yaheli escreve suas experiências e observações e opiniões no sue blog Vivendo em Israel: www.vivendoemisrael.blogspot.com
    Foto credits: Arquivo pessoal
  • Minha primeira viagem em família – por Erica Palmeira
    Seguindo o convite da Claudia, quero compartilhar com vocês as fotos das nossas duas viagens (primeiras grandes viagens) em família.
    Bom, a primeira viagem longa em família foi pra Portugal e França, quando morávamos nos Estados Unidos e ainda éramos três. O meu filho fez seu primeiro aniversário durante a viagem.

     

     

     

    Agora, a primeira viagem longa depois da chegada do meu segundo filho, antes do seu primeiro aninho de vida, foi para China (já morávamos aqui na Austrália).

     

     

     

     

     

     

    Erica é carioca da gema, mas escolheu Melbourne, Austrália, para chamar de casa. É esposa, mãe, arquiteta e blogueira. Conta histórias da vida no thejumpofthekangaroo.com e dá dicas sobre home décor no estilo “faça você mesmo” no homesweetener.com.
    Erica também é colaboradora da nossa revista Brasileiros mundo afora:
    Quer fazer um terrarium também? Então confira todas as instruções de Erica, clicando aqui:  

     

  • Radio Radinho
    A Radio Radinho encanta os Brasileiros mundo afora! Ela é uma rádio diferente por ter uma seleção musical muito especial, feita  para crianças e para pais que querem dar uma formação musical e  multicultural para os filhos. Ideal também para quem mora no estrangeiro.

    Quem cria os filhos fora do Brasil, tem uma sede enorme por músicas, literatura e informações de qualidade para passar para as crianças, principalmente com o objetivo de conservar a nossa cultura, mesmo estando longe de casa.

    Atualmente  o site da Radio Radinho está sendo reformulado, mas você pode ouvir as músicas assim mesmo. 

    Nós ouvimos a Radio Radinho diariamente e ficamos curiosos para saber quem são as pessoas por trás desse projeto tão especial. André Prado, Edgard Piccoli e Roberto Coelho deram-nos uma entrevista, que não podemos deixar de compartilhar com vocês:
    Quem faz a Radio Radinho?
    São três velhos amigos que juntaram-se em torno desse projeto da Radio Radinho. Roberto Coelho, músico e produtor, André Prado, publicitário e Edgard Piccoli, apresentador e produtor.
    Como surgiu a idea de fazer a Raddio Radinho?
    A idéia surgiu a partir de uma constatação do André de que não havia nenhuma rádio direcionada a esse segmento, o de crianças e pais novos. O Roberto começou então a compilar o material musical com base nas seleções que fazia para sua filhinha e a partir daí o Edgard passou a selecionar os playlists e a programar a grade da Rádio Radinho. A pesquisa do material e o amadurecimento da idéia se deu no prazo de dois anos aproximadamente. A Rádio Radinho estreou na web início de 2013.
    Como vocês escolhem as músicas e o conteúdo  para o programa? 
    As músicas são escolhidas seguindo um cuidadoso critério de qualidade. Pensamos em músicas que acrescentem algo à formação musical, cultural e intelectual da criança, que suscite uma conversa entre pais e filhos com o intuito de enriquecer e ampliar horizontes. Cada programa na nossa grade é voltado à um tema e está em andamento uma implementação de boletins voltados à informações sobre saúde, alimentação além de depoimentos lúdicos de notáveis e profissionais sobre suas memórias afetivas da infância.

    Qual a média de visitantes no site radioradinho.com.br? 
    As estatísticas de maio ainda estão sendo aferidas, mas em abril fechamos com 14.610 ouvintes. Isso significa 500 novos ouvintes/dia. O que para nós é motivo de muita alegria,  porque esses excelentes índices foram conquistados principalmente pela recomendação espontânea de quem ouviu e gostou.
    Vocês tem muitos visitantes do exterior? 
    Não conseguimos computar com precisão, mas pela manifestação de brasileiros e até estrangeiros pelo perfil da Rádio Radinho no Facebook, podemos dizer que a média é boa. Alemanha, França, EUA, Chile e Colômbia são alguns lugares dos quais recebemos mensagens positivas.
    Quais os próximos passos da Radio Radinho? 
    Os próximos passos como dito acima são alguns implementos que estão atualmente em curso e que vão dinamizar ainda mais nossa grade de programação. E também a adoção de incursões ao vivo.

    A programação da Radio Radinho :

     

    Os rostos  da Radio Radinho 

    André Prado

     Edgard Piccoli

     

    Roberto Coelho

    Os Brasileiros Mundo Afora desejam muito mais sucesso à Radio Radinho!