• Colher seus próprios morangos na Suíça

    Vamos colher morangos? Aqui a dica do Adrian e Danielly Meier. 

    “As fotos fizemos em Allschwil – Baselland. Mas existem outros lugares e não é somente para colher morangos. Você pode colher framboesa e flores também. Nesse que fomos, você vê já antes de chegar em Allschwil, as plaquinhas indicando o caminho. A única coisa que você precisa levar é uma vasilha. Lá eles pesam a vasilha, e você pode colher e comer à vontade. Você só paga o que colheu e não o que comeu! O quilo custa 5 francos suíços. Depois de colher o que quiser, é só voltar na balança para pesar e descontar o peso da vasilha. Prontiho! Um programa muito legal e uma atividade interessante e divertida.”

    Nesse link da para ver os lugares onde você pode colher morangos, framboesa e muito mais em toda a Suíça. www.selberpfluecken.ch
  • Brasileiros na Alemanha – Dia dos Namorados

    Feliz Dia dos Namorados – Brasileiros na Alemanha

    Para nós da Brasileiros Mundo Afora, todo dia é dia de celebrar o amor nas suas mais diferentes formas. Hoje em especial. Feliz Dia dos Namorados!

     

     

     

    Fotos de Isabela Campos e Tati Borges-Schindler. Nas fotos: Rodrigo & Florian, Raquel & Thomas, Cris & Teresa, Tati & Markus – todos amigos e colaboradores do nosso projeto.

  • Como é ser imigrante na Espanha – por Larissa Andrade

     

    Eu conheci a Larissa Andrade em 2014, durante o Primeiro Encontro Europeu de Blogueiros Brasileiros em Barcelona e foi simpatia à primeira vista. Aqui ela fala sobre como é morar na Espanha, o que mais gosta no país e dá dicas para quem quer seguir o mesmo caminho. Acompanhe as aventuras de Larissa no blog ¡Esto es Madrid, Madrid!

     

    Uma brasileira em Madrid.

    Olá, eu sou Larissa, paulista, 29 anos, jornalista. Moro na Espanha há quase quatro anos, mas a minha história com esse país ibérico começou há mais de dez anos, quando vim à Espanha pela primeira vez para fazer um curso intensivo de espanhol durante quase um mês.

    Mas foi em 2011 quando vim para ficar mais tempo. Decidi vir para fazer um mestrado em Psicanálise e Teoria da Cultura, um tema que sempre me apaixonou. Por que a Espanha? Porque já falava espanhol com fluência – o que era uma exigência da universidade – e porque o curso e o custo de vida aqui são mais baratos que em países com a Inglaterra, por exemplo. Além disso, a Espanha oferece algumas vantagens que eu considerava importantes, como o fato de ser o país europeu que recebe o maior número de estudantes do programa Erasmus; um transporte público eficiente e relativamente barato (agora aumentou muito) e um clima agradável.

    Claro que quando cheguei, eu nem sonhava em ficar aqui. Não porque não quisesse, porque eu já queria muito, mas porque era inviável em diversos aspectos, especialmente porque eu tinha apenas um visto de estudante de um ano. A saída foi me matricular no doutorado e contar com o apoio da família no Brasil, que deu uma força financeira, e do namorado espanhol, que conheci aqui durante o mestrado.

    Uma das dicas que sempre dou para quem vem é: faça novos contatos e mantenha os contatos feitos no Brasil, inclusive profissionais. Digo isso porque uma das coisas que me permitiu seguir aqui eram as reportagens que escrevia como freelancer para o Brasil.

    O blog surgiu exatamente nesse momento em que decidi que iria morar na Espanha, como uma forma de fazer novos contatos, mostrar meu trabalho e, quem sabe, ajudar algumas pessoas que pensavam em vir pra cá. 

    Depois de mais de dois anos de blog, recebo vários e-mails de pessoas que pensam em vir, seja para estudar, trabalhar ou arriscar a sorte e sempre respondo com sinceridade, mesmo que a verdade não seja muito agradável de se ouvir.

    A Espanha é um país incrível. Não é à toa que recebe anualmente milhões de turistas, um volume que supera – e muito – o número de habitantes desse país. Por quê? Porque a Espanha tem de tudo: praia, montanha, deserto, neve, uma gastronomia incomparável, patrimônio cultural e histórico e as melhores “fiestas” do mundo! Mas morar aqui é outra coisa, especialmente nos dias de hoje, já que a crise econômica se mantém, os índices de desemprego são altos e alguns aspectos do custo de vida aumentaram muito, como é o caso do transporte público ou dos cursos universitários. Cada um tem a sua trajetória e os seus objetivos e sonhos ou, para ser mais direta, “cada um sabe onde o calo aperta”. O que eu quero dizer com isso é que às vezes morar longe implica em renunciar a algumas coisas em nome de outras e, no meu caso, eu sei que profissionalmente eu estaria bem melhor no Brasil do que estou aqui. Se eu priorizasse a carreira, provavelmente teria voltado, mas preferi ficar aqui por outros motivos, como a qualidade de vida e segurança. 

    Por isso, sempre digo: se você sonha em morar em outro país, vá! Mas antes pesquise, converse com outras pessoas que moram na região, se possível, visite o lugar onde planeja morar antes de ir definitivamente. Se tudo der certo, ótimo! Se não der, pense que o mundo é grande demais e que há muitas oportunidades espalhadas por aí – às vezes, até mais perto do que imaginamos.

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    Edição Especial online e gratuita – Brasileiros Mundo Afora Inverno

    O inverno documentado por brasileiros mundo afora: uma noiva que fez um „trash the dress“ na neve, um lago congelado, a Aurora Boreal, um por-do-sol colorido de inverno clicado sem filtro algum, o ponto mais alto da Alemanha, o encantador Castelo de Neuschwanstein, a Rússia, uma atleta correndo na neve, a fascinante Patagônia, a bela Suíça. Colaboradores desta edição: Dan Castilho, Cristina Francisco, Ana Schuller, Kilian Schuller, Evian Rose Santos, Luciano dos Santos, Lorena Bärschneider, Gina Furukawa, Ana Cassiano, Lila Rosana, Ana Elisa de Melo Audun, Patrícia Takehana, Lillian Brandão, Helder Ribeiro, Claudia Pegoraro, Monique Bianchi Ribeiro, Marisa Pedro Pfeiffer, Ralf Bömmels.
    Inverno em fotografias de brasileiros mundo afora

    A nova revista está disponível em duas versões gratuitas:

    Leitura online – para quem tem uma boa conexão de internet e quer ler online no tablet ou celular Android ou no PC. Edição Especial Inverno Mundo Afora 


    Versão PDF – ideal para quem quer ler confortavelmente offline no tablet, celular Android ou no PC. Basta assinar a nossa Newsletter! Não se preocupe: nós nunca vamos passar o seu e-mail para terceiros, nem vamos encher a sua caixa postal de propaganda. A nossa missão é compartilhar conteúdo excelente. Se você não gostar pode sair a hora que quiser! 



  • Feliz Dia das Mães Mundo Afora – Álbum Coletivo
    Hoje queremos homenagear as mamães mundo afora, através dos desenhos dos seus filhos. Pedimos aos nossos mini leitores e amigos, que mandassem suas obras de arte e fizemos um álbum coletivo. Obrigada a todos que participaram.
    Desejo um Feliz Dia das Mães para você, onde quer que você esteja!
    Beijos Claudia
    Mãe e filha, Juliana e Ana Julia (3), Suíça

     

    ***************
    “Minha mãe é incrível e o que eu mais gosto nela é que ela se preocupa comigo.” – Heloisa (9), Mexico
    “Meu nome é Melissa Lima, 34 anos, vivo em San Luis Potosí, capital do estado de mesmo nome no México. Heloísa é minha filha, tem 9 anos. Há 1 ano e 5 meses vivemos aqui, devido a transferência do meu marido. Sou dona de casa, estudante, mãe e autora do Blog “Viviendo en el México Mágico!
    Danielly e Adrian (6), Suíça
    “O que eu mais gosto na minha mãe:das nossas brincadeiras de lutas e dos seus bifes que são uma delícia. Você é a melhor mãe do mundo” – Adrian (6), Suíça
    “Eu amo o seu arroz” – Ana Julia (3), Suíça
    “Eu amo minha mãe, ela é a melhor do mundo.”Max, Suíça

     

    “Para mim, minha mãe é mais linda que a Cinderela!”Fabian (9) , Alemanha

     

    “Minha mãe disse que só morando no porão para dar conta do hobby dela.” Fabian (9), Alemanha

     

    “Eu gosto quando ela me beija.”Yasmin (5), Suíça

     

    Yasmin (5), Suíça
    Yasmin (5) com a mamãe Marisa, Suíça
    “Adoro a boca da minha mãe. É enorrrrrme” Mariana (9), Espanha

     

    “No desenho, eu estou segurando a Laís pelos braços e ela está assustada porque viu uma aranha no chão (!!!). Em cima à direita tem um coração com carinha, braços, pernas e vestidinho. Ela escreveu “Eu gosto de brincar com a mamãe” Miriam e Laís (4), EUA
     

    Sophia (5), Itália


    Sophia (5) e Roberta, Itália

     

     

    “Minha mãe é linda de todo jeito. Com cabelo liso ou enrolado” –  Sophia (5), Itália

     

    Sophia (5) e Roberta, Itália

     

    “O que eu mais gosto em você? Isso é fácil, TUDO!” Luisa (8), Suíça
    “Quando nós vamos na piscina, minha mãe parece uma sereia, só que mais gordinha”Anna Lena (6), Alemanha
    “Minha mãe deveria usar mais batom, olha como ela ficou linda.” Anna Lena (6), Alemanha.

    “Você é toda linda mamãe!”Marcela (8), Portugal

     

    “O cabelo preto dela é o mais lindo do mundo. Ela lava todo dia” Roberto (5), Espanha

     

    “Você é muito engraçada.”Mario (5), Portugal

    É proibida a reprodução de qualquer conteúdo sem autorização por escrito dos autores e fotógrafos. 

     Feliz Dia das Mães Mundo Afora
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  • Confete na Cabeça: um desfile colorido em Hamburgo na Alemanha
    Konfetti im Kopf – Desfile colorido em Hamburgo na Alemanha
     Texto e Fotos de Cristina Franscisco
    As ruas alemães costumam receber manifestações de vários tipos. Podem ser protestos, mas também acoes para chamar a atenção da sociedade para assuntos que algum grupo considere importante.
    Este foi o caso do desfile colorido e animado que aconteceu em Hamburgo sob o tema “Confete na Cabeça” no sábado, dia 21 de março de 2015. O desfile foi realizado no centro de Hamburgo, com e para pessoas com demência, aproveitando o início da primavera. O objetivo era quebrar os tabus em relação à doença e assim permitir uma vida melhor e mais feliz para pessoas com demência e seus familiares. Além dos balões coloridos, alguns participantes portavam fotos e frases de pessoas com demência, que fizeram parte de uma exposição realizada em 2014.
    O grupo Fogo do Samba e um grupo de palhaços especializado em trabalhar com idosos garantiram o alto astral do defile. Eu estive presente e documentei o evento.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Sobre Cristina Francisco
    Cristina Francisco mora há mais de 20 anos fora do Brasil. Formada em Biologia, atualmente ela não exerce a profissão na Alemanha, país onde vive. Ela é especializada nos cuidados de crianças pequenas, fotógrafa nas horas vagas  e escre-ve para a Brasileiros Mundo Afora sobre projetos culturais que acontecem no país.
  • Deutsches Technik Museum – Museu da Técnica Alemã – Blogagem coletiva rbbv
    Entrada espetacular do Deutsches Technik Museum – Museu da Técnica Alemã
    Estamos participando de mais uma blogagem coletiva. Dessa vez da Rede de Blogueiros Brasileiros de Viagem – RBBV – da qual fazemos parte, e sobre os museus preferidos. Atualmente acontece a Museum Week 2015.
    A Museum Week –  #MuseumWeek – é uma campanha mundial com o objetivo de  divulgar melhor tantos museus fantásticos mundo afora. Entre os muitos museus em Berlim, escolhemos o Deutsches Technik Museum – Museu da Técnica Alemã – para apresentarmos hoje.
    O Deutsches Technik Museum – Museu da Técnica Alemã – é um lugar imperdível para se visitar com ou sem crianças. Atualmente são 14 seções em 26.500 metros quadrados de espaço de exposição sobre história cultural de técnicas de transporte, de comunicação, de produção e de energia. Aqui é permitido tocar nos objetos, ver de perto os vagões de trens antigos ou fazer pequenos experimentos, o que fascina principalmente as crianças.
    Mas sensacional mesmo é a exposição “Lebenswelt Schiff” – Mundo dos Navios ou a exposição “Vom Ballon zur Luftbrücke” – Do Balão até o Avião – que mostra em 6000 metros quadrados cerca de 200 anos de história da aviação alemã. 
    O museu fica na Trebbiner Straße 9, 10963 Berlin-Kreuzberg e está aberto de terça-feira a sexta feira de 9 às 17.30h. Aos sábados e domingos o local fica aberto das 10 às 18 h. A entrada custa a partir de 8 euros e um ticket família (um adulto com duas crianças) custa 17 euros. Crianças menores de 6 anos entram gratuitamente.
    O museu oferece espaços para se fazer um lanche, que você mesmo pode levar ou você pode consumir no restaurante do museu. Mais informações em inglês você encontrará aqui: Informações em inglês
     

     

     

     

    Outros blogs amigos que estão participando da Blogagem Coletiva da RBBV MuseumWeek:

    Américas

    Uziel Santos – Uzi Por Aí – Museu do Ouro (Bogotá, Colômbia)
    Claudia Rodrigues – Felipe, O Pequeno Viajante – Museu de Ciência e Tecnologia da PUC (Porto Alegre – RS)
    Patricia Tayão – Viajar Hei – Museu Nacional (Rio de Janeiro – RJ)
    Adriana Ramos – Sonhando em Viajar! – Museu Nacional da História Natural da Quinta da Boa Vista (Rio de Janeiro – RJ)
    André Morato – Blog Meu Destino – Inhotim (Brumadinho – MG)
    Antonio Rômulo Jr. – Retrip Viagens – Museu de Arte Sacra (São João Del Rey – MG)
    Andrea Barros – Do RS para o Mundo – Museu Histórico de Veranópolis (Veranópolis -RS)
    Eloah Cristina – Marola com Carambola – Memorial da Resistência de São Paulo (São Paulo – SP)
    Carmem Batista – O que vi do Mundo – Museu do Futebol (São Paulo)
    Talita Marchao – Me Deixa Ser Turista – Pinacoteca, Estação Pinacoteca, Dops e Museu da Língua Portuguesa (São Paulo)
    Cristiane Rangel – Pequeno Grande Mundo – Museu de Ciências Naturais do Bosque da Ciência – INPA (Manaus – AM)
    Jamille Andrade – Rascunhos de Fotografia – Museu do Ceará, MAUC e Museu do Humor (Ceará)
    Julia Motta – Quebrei a Bússola – Museo del Holocausto (Buenos Aires – Argentina)
    Thiago Busarello – Vida de Turista – MALBA (Buenos Aires)
    Camila Faria – E aí, Férias – American Museum of Natural History (Nova Iorque – Estados Unidos)
    Liliane Inglez – Trilhas e Cantos – Museu Chileno de Arte Pre Colombino (Santiago – Chile)
    Cynara Vianna – Cantinho de Ná – Instituto Ricardo Brennand (Recife – PE)
    Andrea e Luciano – Malas e Panelas – Vizcaya Museum and Gardens (Miami – Estados Unidos)
    Mariana e Augusto – Embarque Portão 5 – Museo de Las Casas Reales (Santo Domingo – República Dominicana)
    Francine Agnoletto – Viagens que Sonhamos – Field Museum (Chicago – Estados Unidos)
    Camila Lisboa – O Melhor Mês do Ano – Tumbas Reales de Sipan (Chiclayo – Lambayeque, Peru)
    Camila Torres – Colecionando Ímãs – Os Museus de Arte de Brasília (Distrito Federal)

    Europa:

    Paula Augot – No Mundo da Paula – Museu Tate Modern (Londres – Inglaterra)
    Heloisa Righetto – Aprendiz de Viajante – 5 museus não tão conhecidos para visitar em Londres (Londres – Inglaterra)
    Carol Pascual – Londres com crianças – Museum of London (Londres – Inglaterra)
    Deb Wal – Segredos de Londres – National Gallery (Londres – Inglaterra)
    Fernanda Scafi – Tá indo pra onde? – Deutsches Historiches Museum (Berlim – Alemanha)
    Nicole Plauto – Agenda Berlim – 03 museus para visitar na primeira vez em Berlim (Berlim – Alemanha)
    Natália Gastão – Ziga da Zuca – Museu Judaico (Berlim – Alemanha)
    Renata Inforzato – Direto de Paris – Hôtel de Soubise – o palacete que virou arquivo e museu – (Paris – França)
    Fabia e Gabi – Estrangeira – Museu Picasso (Barcelona – Espanha)
    Roberta Martins – Territórios – Museu Dalí (Barcelona – Espanha)
    Adriana Lima – Da Porta Pra Fora – Museu DOX (Praga – República Checa)
    Ana Cristina – ITALIAna – Galleria degli Uffizi Florença (Florença – Itália)
    Deyse Ribeiro – Passeios na Toscana – Museu Cappella Brancacci (Florença – Itália)
    Aline Dota – Descobrindo a Alemanha – EL-DE-Haus – Centro de documentacao do Nazismo (Colônia – Alemanha)
    Larissa Andrade – Esto es Madrid, Madrid – Reina Sofía (Madri – Espanha)
    Fani e Robson – Meu Mundo Por Aí – Museo Del Prado (Madri – Espanha)
    Dalila Barakat – Mil e Uma Viagens – Mauritshuis (Haia – Holanda)
    Simone Betoni – O Guia de Milão – Casa Museu Boschi di Stefano (Milão – Itália)
    Solange Spiess – No Mundo com a Gente – Museu Casa de Rembrandt (Amsterdam – Holanda)
    Alexandra Aranovich – Café Viagem – Museu Casa Cailler e Museu do Chocolate (Broc, Suíça)
    Poliana Cardozo – Comendo Chucrute e Salsicha – Museu de Belas Artes de Sevilha (Sevilha – Espanha)
    Claudia Bins – Mosaicos do Sul – Museu Dalí (Saint Petersburg – Estados Unidos)
    Luciana Rodrigues – Turismo em Roma – Museu da Emigração Italiana (Roma – Itália)
    Virna Mitrogiannis – Uma Brasileira na Grécia – Museu Acrópoles (Atenas – Grécia)
    Cyntia Campos – A Fragata Surprise – Museu da Acrópole (Atenas – Grécia)

    Diversos:

    Pedro Richardson – Travel With Pedro – Museu Amna Suraka (Sulaymaniyah – Iraque)
    Mirella, Oscar, Martinha e Carina – Viajoteca – Te Papa de Wellington (Nova Zelândia) Vizcaya Museum & Gardens (Miami)
    Thaissa Chagastelles – Viagem com a Thathá – Auckland Museum – (Auckland – Nova Zelândia)
    Marina Vidigal – Ideias na Mala – Angkor National Museum (Siem Reap – Camboja)
    Nívia Guirra – Viagens Invisíveis – 5 Museus Palácios no Marrocos (Marrakech e Fez – Marrocos)

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  • Insel Mainau – um show de primavera – Alemanha com crianças
    Insel Mainau – um show de primavera
    A ilha Mainau, também conhecida como a ilha das flores, é uma ilha alemã no lago de Constança. É um lugar fantástico para se visitar com toda a família. A ilha combinando com o lago e as montanhas, é um cenário que vai encantar você também.
    O tema de 2015 é Viagem pela Europa – Reise durch Europa, trazendo exemplares de flores de todo o continente. A exposição está aberta a partir do dia 20 de março até o dia 25 de outubro de 2015. Informações atuais sobre horários, como chegar ao local e tickets, você encontrará aqui: Mainau Info Center – Inglês

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Todas as fotos forão cedidas pela Ilha Mainau.

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  • Uma festinha Frozen na Alemanha
    Um ditado alemão diz o seguinte: “Das Leben ist kein Kindergeburtstag” ou seja “A vida não é um aniversário de criança”. Eu não sei bem quem falou esta frase pela primeira vez, mas certamente foi alguém que nunca organizou festa alguma, muito menos uma festa de aniversário para crianças. Principalmente quem é expatriado, sabe que organizar qualquer coisa no “estrangeiro”, depende de você e de você mesmo.
    Esse ano o tema da festinha de 6 anos aqui em casa foi Frozen, o tema da moda entre as crianças mundo afora. Parte da decoração veio do Brasil e outras encontrei na amazon ou logo após o Natal em diversas lojas, por um preço muito barato (praticamente jogaram fora!).
    Mas o meu orgulho mesmo é o meu terceiro bolo! Adorei fazer…

    Mais sobre como se comemora aniversário de crianças aqui na Alemanha, você vai encontrar aqui: Aniversário de criança na Alemanha 

    Nossa galeria coletiva de como outras famílias brasieiras fazerm suas festinhas aqui:  Aniversários de crianças mundo afora

    Bolo Frozen
    Eu dando uma de Cakedesginer ;o)
    Esse ano resolvi fazer uma mesa só. Gostei!
    Mini muffins e cupcakes
    Usei o chapeuzinho de papelão como decoração.
    Brigadeiro no copinho (fiz no microondas e amei!) com enfeite de açucar em cima. Sucesso!
    Os bonecos não são de açucar.
    Copinho chique.
    Cataventos para os convidados.
    As caixinhas vieram do Brasil. Aqui na Alemanha só encontro saquinhos de lembrancinhas.
    Testei várias coberturas e decorações. Fiz todas!
    Flores, borboletas etc. são super fáceis de se fazer com pasta americana para modelar.
    Decoração “bolas” são da Ikea. Os quadros da parede eu mesma fiz. O “Anna Lena” veio do Brasil.

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  • Brasileira na Itália – Cake Designer Roberta Spadini
    Cakedesigner Roberta Spadini
     
    Roberta Spadini tem 36 anos e é natural de São Paulo. Ela é formada em Letras, com licenciatura em Língua Italiana. Morando na Itália há 10 anos, ela começou a fazer cursos profissionalizantes na área de cake design em 2012, quando perdeu o emprego de vendedora. Roberta é casada com o italiano Alessandro e tem dois filhos. Em entrevista, ela fala sobre essa profissão na Itália e sobre seus cinco minutos de fama na televisão italiana.
    Brasileiros Mundo Afora (BMA): Roberta, desde quando você começou a se interessar pela profissão de cake designer?
    Roberta: Bem, eu não me considero uma confeiteira ou cake designer ainda. Minha mãe no Brasil trabalha como cozinheira e em casa ela sempre nos preparou as merendas e os lanches. No final da tarde, nunca faltou um bolo, um biscoito feito por ela. Eu mantive essa tradição aqui na Itália e sempre gostei de cozinhar, em especial doces. Com o nascimento da minha primeira filha em 2009, eu comecei a me interessar pela arte da pasta americana, a pesquisar online e a praticar em casa.
    BMA: Você fez algum curso?
    Roberta: Sim. Quando fiquei desempregada em janeiro de 2012, investi em cursos com profissionais renomados no setor. Fiz cursos básicos de decoração e modelagem de personagens e flores. Para completar, fiz um curso profissionalizante de sorveteria.
    BMA: Como é sua rotina de trabalho?
    Roberta: Eu trabalho esporadicamente para dois laboratórios de bolos, e eles me chamam quando possuem muitos trabalhos para realizar. Em casa, faço bolos somente para parentes e amigos, quase sempre nos finais de semana. Também colaboro com uma loja que vende artigos para confeitaria, ministrando cursos para crianças e adultos. Como não tenho empresa própria ainda, eu planejo meus trabalhos de acordo com meu tempo. Até agora, tenho conseguido conciliar bem o trabalho com a família.
    BMA: Como funciona o ramo da confeitaria na Itália?
    Roberta: A Itália é um país cheio de artistas. Muitas pessoas que trabalhavam com artes, pintura, molduras, arquitetura e design deixaram sua profissão de origem para se dedicarem ao mundo da confeitaria. Foram assim criados trabalhos muito artísticos.
    O cake design chegou por aqui por volta de 2009 e fez muito sucesso, principalmente por causa da transmissão do programa americano de televisão Cake Boss. O programa relata o cotidiano de Buddy Valastro com sua família. Juntos eles têm uma padaria, a Carlo’sBakery, nos Estados Unidos, onde dão especial destaque à confecção de bolos esculturais. Hoje temos um festival muito importante, que é realizado todos os anos em Milão e este ano, pela primeira vez, também em Roma: o Cake Design Italian Festival, onde muitos artistas podem apresentar seus trabalhos.
    Mas o setor de confeitaria tem lutado para sobreviver aqui na Itália, por vários motivos. Quando essa arte chegou aqui, existiam poucas marcas de pasta americana e de acessórios de confeitaria; quando se encontrava, era tudo muito caro. Com o tempo, surgiram também outros programas de televisão, e o mercado foi inundado com todo tipo de produto, até mesmo imitações chinesas.
    O lado positivo foi que o material podia ser adquirido por um preço justo. Só que, com isso, os profissionais tiveram que competir com as donas de casa, que começaram também a fazer bolos em casa para si e para vender, apesar de não ser permitido. Aqui na Itália é proibido vender produtos comestíveis feitos em casa. Eles precisam ser produzidos em laboratórios ou em cozinhas industriais, como chamamos no Brasil, que são sujeitos à fiscalização de higiene.
    Uma grande diferença cultural é que aqui na Itália não existe o costume de fazer festas com temas ou enormes como no Brasil. O meu maior choque foi não ver o bolo nas festas de crianças. É muito comum ver, no lugar do bolo, pães doces em forma de número, recheados com Nutella, para oferecer às crianças. O bolo, quando existe, é feito com pão de ló, recheado com creme de confeitaria e coberto com chantilly. Muitas vezes nem chega a ser cortado na festa. A pasta americana nem sempre agrada o paladar do italiano.
    BMA: Conte-nos sobre sua participação no programa do famoso cake designer Renato Ardovino.
    Roberta: O programa chama-se Torte in Corso no canal Real Time. Nele o famoso cake designer Renato Ardovino e seu sobrinho Angelo ensinam como realizar um bolo decorado. Eu participei da quarta edição. A primeira seleção foi online, aberta a todos. Tive que escrever o projeto de um bolo que gostaria de realizar junto com ele e responder a outras perguntas relacionadas às técnicas e ao mundo dos bolos. Passada a primeira seleção, fiz uma entrevista, para a qual levei fotos das minhas criações.
    Tive a sorte de ser selecionada e pude viver essa aventura, mesmo estando grávida de três meses. Foi uma experiência inesquecível e adorei a surpresa do bolo com o tema do Carnaval.
    BMA: Como você imagina seu futuro como cake designer?
    Roberta: O meu sonho é abrir um laboratório de bolos no Brasil. Em fevereiro de 2015, iniciarei um curso profissional de confeitaria, com diploma reconhecido em toda a Comunidade Europeia e aí, sim, poderei dizer que sou uma confeiteira! Não penso ainda em voltar ao Brasil; enquanto isso, vou me aprimorando nessa profissão, pela qual me apaixonei. Quero poder trabalhar em alguma confeitaria renomada para adquirir habilidades e mais experiência. Sempre pensando em um futuro doce no Brasil.
    Acompanhe o trabalho de Roberta: facebook.com/RobysSweetCakes
    O sonho de Roberta é voltar a morar no Brasil e trabalhar como cake designer.

     Fique por dentro!

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  • Tatiane Borges-Schindler – Uma fotógrafa brasileira na Alemanha
    Tatiane Borges-Schindler - Uma fotógrafa brasileira na Alemanha
    Tatiane Borges-Schindler – Uma fotógrafa brasileira na Alemanha

     

    Tatiane Borges-Schindler, ou simplesmente Tati, tem 28 anos e é natural do Rio de Janeiro. No Brasil, ela era enfermeira, uma profissão que ama, mas que não exerce na Alemanha, onde mora desde 2009. Tati trabalha em um laboratório e também como fotógrafa profissional em Munique. Em entrevista, ela fala sobre a nova profissão e como concilia o trabalho com a vida familiar.  
    “A fotografia sempre me interessou. No Brasil gostava de passar horas vendo álbuns antigos e, sempre quando chegava à casa de alguém, pedia para ver fotografias de família. Eu sou formada em Enfermagem, mas, quando cheguei à Alemanha, senti que essa profissão fazia parte do meu passado e encontrei na fotografia o novo desafio que estava buscando.
    Quando a minha filha nasceu, eu ganhei de presente uma câmera muito boa, e a minha intenção era fazer todos os tipos de cliques da pimpolha em casa. E assim comecei a fotografar. Com o passar do tempo, fui ficando insatisfeita com o equipamento e assim comprei uma nova câmera. Como tive que estudar mais profundamente suas funções, isso despertou de vez meu interesse pela fotografia profissional.
    O maior incentivo para seguir em frente sempre foi a minha filha, meu motivo preferido para fotografar. Com o tempo, fui expandindo meus conhecimentos, estudando sozinha e passei muitas noites em claro, já que durante o dia cuidava dela. Hoje fotografo famílias, casamentos, gestantes, crianças, bebês e casais. Eu tenho o meu próprio estilo de fotografar, baseado no fotodocumentário e no fotojornalismo. São assuntos que muito me interessam e que tenho estudado nos últimos tempos. Mas prefiro definir meu estilo em uma única palavra: lifestyle, que nada mais é que o registro da vida como ela é, sem roteiros e com personagens reais.
    Conciliar família e trabalho, principalmente morando no exterior, não é uma tarefa fácil. Hoje em dia, é mais tranquilo, pois minha filha já frequenta o jardim de infância. Mas continuo me dividindo entre o meu trabalho no laboratório e a fotografia. Eu tenho muita sorte de ter um marido que é meu grande companheiro e com quem divido várias tarefas do dia a dia. Como família, passamos muito tempo juntos, o que é muito importante para mim.
    No ano passado, fui ao Rio de Janeiro duas vezes para fazer seminários intensivos, destinados a responder às dúvidas que adquiri no decorrer do estudo, o que é muito comum para quem é autodidata. Eu fiz um curso sobre flash e outro sobre fotometria (ramo da óptica que se preocupa em medir a luz), com Marcos Fraresso, do Zona da Fotografia, e Claudia Regina, do Dicas de Fotografia, ambos bem conhecidos no Brasil. Também fiz mais dois cursos: um sobre fotografia de família com a talentosa Ana Telma Furtado e outro com a fotógrafa Aline Lelles, que se tornou uma pessoa especial para mim.
    Eu admiro todos os fotógrafos que tive a oportunidade de conhecer pessoalmente. Mas não tenho como negar a minha admiração e meu carinho por Aline Lelles. Foi por intermédio dela que me encontrei na fotografia de família, aprendi a me conectar com a minha própria história de vida e assim consegui definir meu estilo particular. Sou muito grata a ela e a todos os fotógrafos que de alguma forma contribuíram para a minha formação.
    Acho importante que os iniciantes não cometam o erro de achar que fotografia é só apertar o botão da câmera, tratar a imagem em um aplicativo qualquer e cobrar por ela. Ser um fotógrafo profissional exige dedicação, investimento em estudo e equipamento. O aprendizado pode ser adquirido de forma gratuita por meio dos vários materiais excelentes na internet ou pagos para quem não está disposto a percorrer o caminho sozinho. É importante investir em boas lentes, que é o que faz toda a diferença na qualidade da imagem. Para obter bons resultados, é também necessário conhecer a câmera e seus comandos, esquecer que existe o comando automático e começar a fotografar no manual. O aprendizado de um bom fotógrafo precisa ser constante.
    Neste ano, inaugurei o meu estúdio e ateliê de fotografia juntamente com minha amiga e fotógrafa polonesa, KingaSowa-Kendzia. É onde eu recebo meus clientes e simpatizantes da minha fotografia. As pessoas que já foram ao estúdio dizem que se sentem acolhidas quando estão lá. Fico feliz por isso!”
    Vernissage “Essential” de Tatiane Borges-Schindler
    Dia 11 de abril de 2015, Tati vai fazer uma Vernissage e expor seu trabalho. A exposição é uma forma de chamar a atenção para o seu trabalho, já que as fotos impressas ganham alma e vida própria e é bem diferente de quando as olhamos na tela do computador. Ela escolheu o tema Essential para sua Vernissage, deixando no convite a pergunta que instiga o público a pensar: Was ist Essential für Sie? O que é essencial para você?

     

    Olá Gente! Gostaria de partilhar com vocês a minha imensa alegria de ver mais um sonho se realizando. Este projeto que a cerca de um ano e meio vem sendo amadurecido a cada dia, e que agora apresento a todos vocês que acompanham essa trajetória evolutiva do meu trabalho com fotografia. Quero fazer um convite especial para minha primeira Vernissage. Ela que fala de Fotografia, Amor, Sentimentos e de tudo que é Essencial em nossas vidas! A Vernissage estará aberta ao público no dia 11.04, das 17:30 às 19:00 e no dia 12.04, das 16:00 às 18:00. Endereco: Galerie Ruzicka Georgenstr. 142 80797 München (Schwabing) Vou adorar vê-los lá! Tati