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| Já imaginou mandar sua filha de 4 anos para escolinha sozinha? – Texto e Fotos: Marisa Pedro Pfeiffer |
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| Atravessar quatro vezes… |

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| Já imaginou mandar sua filha de 4 anos para escolinha sozinha? – Texto e Fotos: Marisa Pedro Pfeiffer |
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| Atravessar quatro vezes… |

Hoje é dia de blogagem coletiva do grupo que eu participo, o Grupo Viagens em Família. O tema é as três (até cinco) viagens preferidas em família.
E aqui está a nossa seleção das melhores viagens da família Bömmels.
Belíssima Croácia!
A Croácia me surpreendeu em muitos pontos. A insfrastrutura das rodovias é de excelente qualidade, o povo muito hospitaleiro e o país, não estou exagerando, é deslumbrante. Me senti sempre bem-vinda com as crianças!
Escolhemos ficar em um apartamento no Park Plaza Verudela, mas existem muitos outros hoteis e apartamentos legais para alugar por lá. O que eu mais gostei foi a localização, que oferece a opção de se conhecer várias praias. Elas são pequenas, maravilhosas, pequenas joias de pedra. É preciso usar um sapato de banho especial encontrado para vender lá mesmo, por cerca de 10 euros, para não machucar os pés. Recomendo a Croácia para todas as famílias viajantes.
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| O escorrega é pago separadamente. Mas como tudo na Croácia, também aqui os preços são justos. |
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| Diversão foi o que não faltou. Uma vez na semana acontece a “Pool Party” com banda ao vivo e mutia brincadeira. |
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| Não faça como eu: não leve seu “roller”. Péssima ideia! |
Uma das maiores aventuras foi descer um penhasco e tomar banho alí embaixo. As crianças ficaram MUITO orgulhosas de terem conseguido. E eu? Eu passei o dia seguinte quase sem poder andar… É, não foi fácil descer, muito menos subir. Mas vejam só que lindo!
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| Fantástico! Foi difícil descer e subir, mas valeu a pena. |
Pula é pequena, uma gracinha e tem um anfiteatro fantástico! O porto fica iluminado a noite, bem especial.
Partnachklamm – Alemanha
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| O que será que tem atrás dessa porta? Descubra já, viajando com a gente para Partnachklamm – um espetáculo de natureza |
Partnachklamm foi muito tempo um segredo entre os poucos turistas que visitavam a região. Hoje cerca de 200 mil pessoas por ano visitam esse lugar fantástico. Nós estivemos lá em julho na estação mais alta e não tivemos em momento algum a sensação de tumulto. Muito pelo contrário. Eu achei interessante também, encontrar ao longo do passeio, por caminhos muitas vezes bem estreitos, tantas pessoas acompanhadas de crianças de todas as idades, até mesmo nenenzinhos. O mundo e os viajantes realmente mudaram muito, penso eu com alegria e admiração, enquanto observo um pai carregando um nenen de no máximo quatro meses em um canguru.
Para se chegar nesse lugar que eu chamo de “espetáculo de natureza” é muito fácil. Indo de carro você pega a autoestrada B2 e dirige até o estádio de ski, Skistadion, de Garmisch-Partenkirchen que fica no seguinte endereço:
Eu encontrei esse flyer online em inglês com mais informações:
http://www.partnachklamm.eu/flyer/eng-flyer-inet.pdf
Saindo do estadio você pode chegar a Partnachklamm caminhando cerca de 30 Minutos (com criancas pequenas uns 50 minutos) ou de carroças, que podem ser alugadas também na frente do Skistadion.
Depois de visitar o Partnachklamm é possível fazer vários tours de trekking com diferentes graus de dificuldade. Essa é a região onde fica a montanha mais alta da Alemanha o Zugspitze.
Como nós estávamos com as crianças (na época com 3 e 6 anos) nós decidimos fazer o mais leve deles (o de 45 Minutos – Rundweg Forsthaus Graseck) passando por esses lugares lindos como mostram as fotos abaixo, até chegarmos ao bondinho, que funciona automaticamente. O bilhete é cobrado quando se chega na estação final.
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| À caminho do bondinho… |
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| Uff, conseguimos pegar o último bondinho… |
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Horário de abertura do Partnachklamm que fica aberto de maio à março:
Preços:
Adultos 3 Euros
Criancas e adolecentes entre 6 e 16 Jahren 1,50 Euro
A região do Harz na Alemanha
A região do Harz na Alemanha é simplesmente fantástica! No programa não pode faltar um passeio com bondinho Seilbahnen Thale Erlebniswelt.O chão das gôndolas verdes é de vidro!!! Lá sem cima você pode ansdar de “trenó de verão”. Sucesso garantido com os pimpolhos.
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| Muito legal, para os corajosos! |
As Ilhas Borromeu, na Itália
Nosso video: Ilhas Borromeu – Itália
Outros blog amigos que participaram da Blogagem Coletiva:
Fique por dentro!

Lila Rosana nasceu em Belém do Pará, onde formou-se em psicologia clínica e organizacional. Morou por 11 anos em Fortaleza, no Ceará. Tem especializações em educação infantil, ludoterapia e estresse pós-traumático. Atualmente vive em Vancouver, no Canadá. Ela escreve no blog pessoal Conversando com os pais ,que surgiu do trabalho de orientação de pais que fazia no Brasil, e para o jornal online Tribuna do Ceará. lila-conversandocomospais.blogspot.com www.tribunadoceara.com.br/blogs/lila-rosana

É impossível se pensar em comida típica suíça e não pensar em fondue. Réchaud na mesa, Fondue quentinho e uma conversa agradável em uma noite fria. Este é um prato para ser degustado sem pressa.
Fondue é um prato de origem suíça, originalmente à base de queijo aquecido sobre um rechaud, ou outra fonte de calor pouco intenso e do qual as pessoas se servem diretamente.
Consiste basicamente em uma mistura de queijos (normalmente dos queijos Gruyère e Emmental) fundidos com vinho.
A região de origem da fondue não é totalmente conhecida, mas deve situar-se na região de Jura/Savoie, na fronteira franco-suíça.
A receita mais antiga encontra-se num livro de cozinha escrito em Zurique em 1699.Contrariamente à crença popular, não teria sido inventada por pessoas vivendo nos alpes suíços, pois nessa época o queijo usado na fondue era caro, o que significa que não estaria ao alcance da maior parte das pessoas vivendo nas montanhas. Assim, durante os séculos XVIII e XIX a fondue teria sido uma iguaria desfrutada apenas por pessoas mais ricas, vivendo nas cidades.

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| Cristina Rosa e sua charmosa “magrela” |
Depois de um ano vivendo aqui, ganhei uma bicicleta usada de um amigo que voltava para o Brasil. A bici do amigo foi roubada, e hoje pedalo com uma nova. Meu modelo preferido é a de passeio, tipo holandesa, pois é elegante e perfeita para andar nas ruas de Barcelona. A bicicleta para mim é muito mais que um meio de transporte, pois também uso no meu trabalho. Eu sou guia de turismo e neste verão comecei a oferecer tours por Barcelona de bicicleta para brasileiros.
Agora a magrela também é minha companheira de trabalho e nem penso em deixá-la em casa, faça sol, chuva, frio ou calor. Vou com ela para todos os lugares. Já fui reconhecida na rua por uma leitora do meu blog por causa dela, pois é cheia de flores. Também já houve turista pedindo para tirar fotos com ela. Cada dia o meu amor pelas magrelas aumenta e me sinto superbem quando estou pedalando.
Andar de bicicleta em Barcelona não é difícil, existe uma boa infraestrutura de ciclovias, e a cidade é bem plana. O importante é respeitar as regras de trânsito, não pedalar nas calçadas e respeitar os pedestres. De olho em tudo isso, o resto é só alegria.”
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| Desvirtualizando: Cristina e eu em Barcelona |


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| Escola para boleiras em Berlim . www.cakeschool.de |
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| Primeiro curso para descorar um bolo de isopor em dezembro 2014 |
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| Meu bolo “Natal” entre outros… |
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| É Natal, é natal! |
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| Dessa vez ficou lisinho! |
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| Segundo projeto: tudo o que era pra dar errado deu: bolo baixo, pasta americana emendada etc. |
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| Mesmo assim orgulhosa ;o) |
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| Com as ferramentas certas, fazer flores de açucar é muito fácil. Meus filhos adoram fazer! |
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| Terceiro projeto: Bolo Frozen, o tema da moda. Ainda teve algumas emendas na parte de trás, mas… ficou legal! Orgulhosa. |
Eu prefiro ir pessoalmente nas lojas ver e pegar nas coisas ao vivo, mas nem sempre é possível. Deixo aqui uma lista do que eu comprei para iniciar na amazon.de*, cada ítem com um comentário em português. Naturalmente que existem uma variedade enorme de outras ferramentas e acessórios, assim como outras lojas.


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| Uma brasileira fotografando em Malta – Dani Cassar |
Danielle Cassar é paulista, tem 27 anos e mora em Malta com a família. Danielle estudou três anos Direito no Brasil e durante esse tempo foi assistente jurídica. Interrompeu o curso para fazer um intercâmbio na Irlanda, uma decisão que mudou sua vida completamente, pois lá conheceu seu marido maltês. Em Malta, ela se divide entre cuidar da casa, dos filhos e do marido, gerenciar um apartamento de temporada e fotografar aos finais de semana. A seguir ela fala da sua vida em Malta.
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| Dani em ação: grávida de 7 meses. |
Depois de me mudar para Malta, senti uma vontade enorme de começar a fotografar. Eu já me interessava antes por fotografia, porém isso não fazia parte da minha realidade. No Brasil, eu estudava e trabalhava muito e quase não tinha tempo para me dedicar a outras coisas. Com as mudanças e a maternidade, a fotografia aflorou de verdade e comecei a estudar em cursos online, livros e DVDs. Sou fotógrafa autodidata, não por não querer fazer cursos, mas simplesmente porque aqui em Malta eles são escassos.
Na minha opinião, um fotógrafo não precisa de inúmeros cursos. Claro que é importante você saber sobre luz, enquadramento e desenvolver sua técnica, mas o essencial é você colocar seu sentimento naquilo que você faz. Isso vale não só para fotografia.
Eu amo o que faço e creio que isso seja um ponto importante para que se tenha um bom resultado. O ponto forte de ser fotógrafa em Malta é que eu consigo em boa parte do ano aproveitar a luz natural e fazer ensaios ao ar livre, além dos cenários fantásticos que o país oferece. Cada ensaio eu faço em um local diferente e com outra atmosfera. Assim nem eu, nem meus clientes se cansam das paisagens. Malta é o lugar perfeito para um fotógrafo morar.
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| Meridiana Wine Estate |
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| Meridiana Wine Estate |
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| Igreja de Stella Maris – Sliema |
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| Azure Window – Gozo |
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| Jeana and Matt – Post Wedding in Gozo |
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| Fotos publicadas na nossa edição de dezembro 2013. |
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| Lilian Rossoni fotografada por Dani Cassar para Brasileiros Mundo Afora |
Acompanhe o trabalho de Dani Cassar aqui: www.danicassarphotography.blogspot.de

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| Scrapbooking – muito mais que colagem – por Lila Rosana |
O scrapbooking é uma terminologia em inglês para definir uma técnica de personalizar álbuns de fotografias ou agendas com recortes de fotos e qualquer outro material que possa ser colado e guardado no interior de um livro. Um hobby que muitas vezes se transforma em negócio, como no caso da brasileira Lila Rosana, que mora no Canadá. Scrapbooking possui muitos adeptos, só nos Estados Unidos estima-se que existem mais de 25 milhões de entusiastas. A seguir Lila fala sobre a arte da colagem e apresenta o seu belo trabalho.
Lila Rosana nasceu em Belém do Pará, onde formou-se em psicologia clínica e organizacional. Morou por 11 anos em Fortaleza, no Ceará. Tem especializações em educação infantil, ludoterapia e estresse pós-traumático. Atualmente vive em Vancouver, no Canadá. Ela escreve no blog pessoal Conversando com os pais, que surgiu do trabalho de orientação de pais que fazia no Brasil, e para o jornal online Tribuna do Ceará. Lila é também colunista da Brasileiros Mundo Afora: Conversando com Lila.