• Projeto Bike-Trip – por Jr Caimi
    O Projeto Bike-Trip é uma ideia original que nasceu da paixão por viagens e passeios de bicicleta, o casamento de duas atividades que amo fazer.
    É uma coluna de periodicidade quinzenal do blog Tip Trip com um post propondo e relatando um passeio de bicicleta. Indico o ponto de partida, o percurso e o ponto final com o objetivo/atração a ser visitado; um parque, um museu, uma praça, uma estrada, sempre um lugar diferente e bacana.
    Para iniciar o Projeto Bike-Trip eu comecei a propor os roteiros principalmente em Curitiba e região e quando possível nas cidades por onde eu viajar e que eu consiga pedalar.

    Quem é Jr Caimi

    Jr Caimi, editor do Tip Trip Blog de Viagem, criou o Projeto Bike-Trip com a proposta de unir as aventuras de viagem com passeios de bicicleta, afinal eles têm tudo a ver e um pode ser complementar ao outro. Ele mora em Curitiba, já viajou por 17 países e pretende fazer muitos passeios de bicicleta por esse mundão afora.

    Projeto Bike-TripQuer saber mais? Entra em contato com o Jr Caimi:

    www.tiptrip.com.br
    www.facebook.com/TipTripViagens

    @jrcaimi (Twitter)
    @tiptripviagens(Twitter)

    Projeto Bike Trip

     

    Projeto Bike Trip

     

    Pedalando em Curitiba

     

    Pedalando em Curitiba

     

    Pedalando em Curitiba

     

    Pedalando em Curitiba

     

     

  • Dia dos Pais – Álbum coletivo

    O Dia dos Pais é uma data para se comemorar e agradecer aos pais. A data é festejada no Brasil no segundo domingo de agosto. Existem relatos que contam a possível história da origem do Dia dos Pais no nosso país. Dizem que o publicitário Sylvio Bhering, em 1953, propôs que fosse celebrado o primeiro Dia dos Pais no dia 14 de agosto, por ser dia de São Joaquim, patrono da família Bhering.

    Hoje, o Dia dos Pais é considerado por muitos apenas uma data comercial, mas é sempre marcado por presentes, frases, poesias dedicados aos pais. Especialmente as crianças fazem homenagens a seus pais.
    Nós abrimos hoje esse espaço para os nossos leitores e amigos mundo afora, homenagearem seus pais. O resultado foi este mural colorido e feito com muito amor.

    Feliz Dia dos Pais a todos os pais mundo afora!

    ********************************

     

    Dia dos pais
    Dia dos Pais! Em diferentes paises do mundo, há um dia especial para eles. No Brasil é sempre o segundo domingo de agosto. Quero dedicar não só agora, mas todos os dias da minha vida, o meu agradecimento por tudo que o meu “painho” me ensinou.
    Ele, foi o maior guru que tive e graças aos seus principios de ser sempre pontual, cumprir o que promete e seriedade em tudo que se faz, me adaptei tão bem na Alemanha. Que bom painho que ainda posso te curtir, os teus 94 anos parecem mais 49! Que Deus te dê muito mais saude, para te termos por mais alguns anos.
    Um beijo bem grande!
    Sua filha, Iramaia

     

     
    Olá, Meu nome é Denise Groth e eu moro em Düsseldorf há 18 anos. Vejo meus pais geralmente a cada dois anos, quando vou ao Brasil visitá-los, ou quando eles vem pra cá. Por isso quase nunca passo o dia dos pais junto dele. Na foto sou eu com meu querido papai Lélio Maffei Dazan (saudade!), foto tirada em 2010 na Croácia. Felizmente o verei de novo em setembro, quando estará por aqui passeando com a minha mãe. 

     

    Dia dos pais

     

    Desde 1994 na Suiça e desde 2000, quando minha mamãe faleceu, eu, minha filha e meu marido, vamos passar o natal e aniversario de meu papai (29 de dezembro) com ele. Este ano ele completará 88 anos, de muita vitalidade Obrigada pai, pelo belo exemplo de vida. Sua filha Eliane
    Dia dos Pais

     

      
    De Uri para o seu papai Ariel. Ambos moram com a mamãe Luciana em Israel.
    Dia dos pais

     

    De Fabian & Anna Lena para o papai Ralf. Seu melhor amigo e companheiro de brincadeiras e aventuras. Ambos moram na Alemanha com o papai e juntamente com a mami Claudia, formam o quarteto mais animado da redondeza.
    Dia dos pais
    Dia dos pais
     
    De Matheus e Amanda para papai Dennis.
    Dia dos pais

     

    “Existe algo ilimitado no amor de um pai, algo que não pode falhar, algo no qual acreditar mesmo que seja contra o mundo inteiro. Nos dias da nossa infância, gostamos de pensar que nosso pai tudo pode; mais tarde, acreditaremos que seu amor pode compreender tudo.” – Frederick Faber
    Desejo um Feliz Dia dos Pais para meu pai, que me sempre me inspirou por ter um espirito aventureiro e empreendedor. Por ser franco e direto. Por me motivar a melhorar sempre. Por ter me proporcionado viagens inesquecíveis e por ter sempre colocado o futuro dos filhos em primeiro lugar. Obrigada por tudo isso e muito mais. Claudia



     


    De Manuela, que vive na Alemanha  para seu pai Pedro que mora em Porto Alegre.
    “Filha de peixe, peixinha é. Feliz dia dos pais, paizão!”



     




    De Maria, 5, que mora em São Paulo, para o pai Alessandro que mora nos Estados Unidos. “Saudades…”


    Dia dos pais


    De Fabian,7, para papai Ralf.

     

    “Sempre do meu lado, me acompanhando. Te amo pai. Letícia

    Dia dos pais

    “Para meu pai Luiz Carlos: Feliz Dia dos Pais, com todo amor! Vanessa.”

    Dia dos pais



    Manoella,13 anos, com seu pai Arlei
    Foto deles tirada no dia dos pais em 2012, em São Pedro no interior de SP.

    Dia dos pais

    “Os nossos pais amam-nos porque somos seus filhos, é um fato inalterável. Nos momentos de sucesso, isso pode parecer irrelevante, mas nas ocasiões de fracasso, oferecem um consolo e uma segurança que não se encontram em qualquer outro lugar.” – Bertrand Russel 

     

     

    Visão de um filho – por  Ann Landers 

    4 anos: meu pai pode fazer tudo. 
    5 anos: meu pai sabe muitas coisas. 
    6 anos: meu pai é mais esperto do que o seu pai. 
    8 anos: meu pai não sabe exatamente tudo. 
    10 anos: no tempo antigo, quando o meu pai foi criado, as coisas eram muito diferentes. 
    12 anos: ah, é claro que o papai não sabe nada sobre isso. É muito velho para se lembrar da sua infância. 
    14 anos: não ligue para o que meu pai diz. Ele é tão antiquado! 
    21 anos: ele? Meu Deus, ele está totalmente desatualizado! 
    25 anos: meu pai entende um pouco disso, mas pudera! É tão velho! 
    30 anos: talvez devêssemos pedir a opinião do papai. Afinal de contas, ele tem muita experiência. 35 anos: não vou fazer coisa alguma antes de falar com o papai. 
    40 anos: eu me pergunto como o papai teria lidado com isso. Ele tem tanto bom senso, e tanta experiência! 
    50 anos: eu daria tudo para que o papai estivesse aqui agora e eu pudesse falar com ele sobre isso. É uma pena que eu não tivesse percebido o quanto era inteligente. Teria aprendido muito com ele. 

     
  • Bicicletas diferentes!

    Donky Bike – Bicicleta de carga

    Bicicleta de carga

     

    Bicicleta fluorecente

    Bicicleta fluorescente

     

    Pure Fix cycles

     

     

  • Fotobike na Dinamarca – Fotos de Claudia Bömmels | 2013

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

  • Nosso verão em Berlim – álbum de fotografia

    Berlim no verão é o máximo. A cidade é ideal para se visitar com crianças. Aqui algumas fotos do nosso final de semana.

     

     

     

     

     

     

     

  • Pedalando na cidade eterna – por Dani Furlan

     

    Em Roma não existe o costume de se locomover de bicicleta como em outras cidades européias. Primeiro por questões culturais, segundo por questões objetivas.

    A bicicleta ainda é considerada por muitos apenas um brinquedo ou, pior, se usada como meio de transporte é sinal de pobreza.

    Além disso, existem outros fatores que não ajudam: Roma foi construída sobre sete colinas, então, a possibilidade de ter que encarar subidas e descidas muito íngremes é grande; o trânsito é muito caótico e, principalmente no centro, as ruas são muito estreitas; os outros meios de transporte não respeitam muito os ciclistas.

    Mas, isso não significa que você não possa andar de bicicleta em Roma. Existem vários parques públicos com percursos próprios para bicicletas, onde se pode pedalar respirando ar puro e em segurança:
    • Villa Pamphlili;
    • Villa Borghese;
    • Villa Ada;
    • Via Appia Antica;
    • entre outros.
    Além dos parques, existe também a ciclovia no Lungotevere – beira do rio Tevere. Acima citei os lugares mais turísticos, mas veja aqui todas as ciclovias de Roma, que são muitas para uma cidade onde locomover-se de bicicleta não é costume: Piste Ciclabili
    Quem é Dani Furlan
    Paulista, ex-funcionária da Caixa (CEF), graduada em Administração de Empresas e pós-graduada em RH, casou-se com o Dan e mudou-se para Roma. É community-manager do Dicas do Mundo e editora do Dicas de Roma. Disponível e prestativa, ela é a alma do Dicas do Mundo e coordena o trabalho da equipe de editores. Mais infos aqui: Dicas do Mundo aqui na Brasileiros mundo afora.
  • Aprendendo a pedalar na Alemanha com uma Laufrad

     

    Ciclismo Alemanha - Crianças aprendendo a pedalar
    Aqui na Alemanha, as crianças usam a Laufrad antes de começar a pedalar de verdade. Ela é uma bicicletinha sem pedal, que introduz ciclismo aos pimpolhos de forma divertida e segura. As crianças aprendem a manter o equilíbrio rapidamente, facilitando posteriormente a utilização da bicicleta. Na maioria das vezes o uso das rodinhas é desnecessário ou por curto tempo.
    Existe no Brasil? Eu não me lembro de ter visto… Modelos de Laufrads à venda aqui na Alemnha  custam entre 35 e 80 Euros.

    Ciclismo Holanda - Globo Reporter

    No Globo Repórter de julho  2014, a brasileira Ana Risson, que mora na Holanda,  fala sobre o cilcismo na sua vida e no dia a dia. No vídeo você vai ver o seu filho andando em uma “Laufrad”.

    Maior parque holandês disponibiliza 1,8 mil bicicletas para frequentadores

    Ana escreve no blog De unha feita em Amsterdam e é colaboradora da Brasileiros Mundo Afora.

    Modelos disponíveis na Alemanha

    Laufrad - aprendendo a pedalar

     

    Laufrad - aprendendo a pedalar

     

    Laufrad - aprendendo a pedalar

     Fique por dentro!

    Você quer receber nossas atualizações? Assine nossa Newsletter e faça o download gratuito da nossa nova revista Brasileiros Mundo Afora. Não se preocupe: nós nunca vamos passar o seu e-mail para terceiros, nem vamos encher a sua caixa postal de propaganda. O nosso objetivo principal é compartilhar conteúdo excelente. Se você não gostar pode sair a hora que quiser. Mais Informações aqui: NEWSLETTER
  • Pedalando Alemanha afora – por Ana Dantas

     

     

    Quando me mudei para Mainz, em dezembro de 2009  e vi o rio Reno pela primeira vez, soube que seria fácil me apaixonar pela minha nova cidade. No entanto, eu não esperava que aquela linda e simpática cidade universitária fosse fazer eu descobrir uma nova paixão: bicicletas.
    Minha primeira magrela foi adquirida no comecinho da primavera de 2010. Ganhei de presente uma velhinha, porém digna e criei um laço sentimental muito grande com ela. E lá em Mainz, pedalando à margens do rio Reno, vivi momentos únicos e de muita diversão.
    Quando voltei para o Brasil em 2011, senti muita saudade de pedalar, mas sabia que na cidade imensa onde morava, sem ciclovías, seria impossível continuar. Tanto pela falta de vías adequadas, quanto pelo medo de ter a bicicleta roubada. Mas para a minha surpresa, acabei descobrindo um grupo, Bike night, que se reunia uma vez por semana e saia pedalando pela cidade, cumprindo trajetos de até 20 quilômetros. Me juntei ao grupo algumas vezes, onde eu alugava a bicileta, e assim pude vivenciar o prazer de pedalar novamente, mesmo correndo todo o risco que uma cidade grande e sem infraesturtura para essa prática me oferecia.

    Mais que saúde e rapidez

    De volta à Alemanha,agora em outra cidade universitária, Tübingen, a bicileta voltou definitivamente a fazer parte do meu cotidiano. Quando a uso, me sinto livre de coisas ruins que acontecem ao meu redor, do estresse do trabalho, dos problemas pendentes. Sou só eu e a bike. É um sentimento que eu não consigo ter em nenhum outro lugar. Posso dizer que minha bicicleta é grande parte da minha vida. É o meu transporte para o trabalho, é ela que me faz chegar mais rápido e flexívelmente do que qualquer outro meio de transporte. Vou relaxada, sentindo meu corpo ser trabalhado, sem prejudicar o meio ambiente e ainda contribuo para minha saúde. Não, eu não sou uma ciclista profissional. Pelado mais por diversão, pelo prazer de estar em movimento e por todas as vantagens que a bicicleta me traz.
    Amélie, nova paixão
    Depois de meses pesquisando sobre os vários modelos de bicleta e o que combinaria mais com o meu estilo, caí de joelhos pela bicicleta urbana da marca Pegasus, modelo 1949. Atraída por sua cor e pelo seu aspecto vintage eu soube imediatamente que ela seria minha nova parceira! A Amélie, como eu a chamo, é confortável, super estável e o seu look retrô já atraiu muitos elogios. Apesar de ser uma bicicleta urbana, já me arrisquei com ela na floresta, pedalando por vários quilômetros e não fiquei decepcionada.
    Aqui na Alemanha, andar de bicileta é super normal. Pessoas pedalam para o trabalho, mães carregam os filhos para a creche, estudantes pedalam para a universidade.
    A bicicleta é o meio de transporte mais comum e conveniente para se deslocar de um ponto A para um ponto B. Eu considero que a bike faz parte da cultura do povo daqui e morar em uma país tão “bike-friendly” como a Alemanha é para mim, um grande privilégio! 
  • Diferenças culturais: Enterro por aqui  é bem diferente do nosso
    Uma vez eu li no blog da Mirella Matthiesen, que eu acompanho, e ela escreveu sobre a sua estranha experiência no Canadá, quando a filha do vizinho, que havia falecido, lhe deu um buquet de flores tirado da coroa que o finado havia recebido no enterro. Leia mais aqui: O vizinho morre e eu que ganho flores!
    Diferenças culturais 
    Existem muitas formas de se lidar com a morte. No hinduísmo, por exemplo, veste-se o branco, a cor do luto, que dura 12 dias. Mas não precisamos ir tão longe para falar de diferenças culturais relacionadas com a morte. Eu infelizmente já vivenciei alguns enterros aqui na Alemanha e Suiça. Além da situação ser triste em qualquer lugar do mundo, me causa um estranhamento enorme duas questões:
    1. O finado não é enterrado no dia seguinte. Dependendo do caléndário dos parentes ou se ele for cremado, depende da agenda da funerária, isso poderá levar alguns dias ou semanas.
    2. Depois do enterro, geralmente sem velório, os “convidados” vão para um restaurante comer o que eles chamam de “Leichenschmaus” – Festa funeral. Não ir, é uma ofensa enorme! Um desrespeito à família e à pessoa que faleceu.
    Como eu já vivenciei enterros no Brasil e em outros países, onde perdi pessoas queridas, não há dúvida, de que a dor da perda é igual. A diferença está no tempo de se acostumar com a ideia da morte, até o enterro acontecer. Parece que esse periodo de espera, acalma a alma e tira aquela dose de desespero que se vê nos enterros brasileiros. Afinal, o seu ente querido foi-se ontem  e será enterrado amanhã. Isso é muito brutal!
    Bom, o assunto não é dos mais felizes, eu sei. E por isso mesmo voltamos ao post da Mirella e às flores:
     
    ” Coincidentemente quando estava voltando pra casa, um outro carro parou na frente da casa e como vi que era a filha dele, fui lá falar com ela e oferecer meus préstimos para o que fosse necessário… e foi então que ela disse, “espere um pouco, quero te dar uma coisa!”. Ela abriu o porta mala do carro e da coroa de flores, tirou um buquê pra mim!”
    Logo sai toda sorridente atrás de um vaso e coloquei as flores para enfeitar a mesa, nisso chegou a mãe do Kiko, que estava nos visitando naquele mês, e perguntou: “Ué, você foi no mercado comprar flores e nem me chamou?”… eu respondi: “Não, ganhei da coroa de flores do vizinho que morreu!”. A Ligia me olhou com aquela cara, e disse: “Você é louca! Enfeitar a casa com flores de defunto?! Isso dá azar…”. Não deu outra, ela correu no vaso, tirou as flores e jogou no lixo do reciclável orgânico! E eu fiquei com aquela cara de … “ih… fiquei sem flores!”
    Ela pergunta no final do post: Você jogaria ou não as flores fora?
    Eu, acho que sim. Beijos Claudia

     

     

  • Dinamarca – um país que “respira” bicicletas – por Ana Elisa Audun

     

     

    Uma das primeiras coisas que eu escutei quando eu me mudei para Copenhague foi, você precisa comprar uma bicicleta, eu pensei poxa será que eu tô tão gorda que já estão me mandando fazer exercício? (risos). Mas o caso não era esse na verdade.
    A bicicleta é o principal meio de transporte da Dinamarca.

    E o governo inclusive te incentiva a andar de bicicleta de todas as formas possíveis, como por exemplo te garantindo segurança: existem ciclovias e estacionamento para bicicletas espalhadas pelo país inteiro, sinais de trânsito específicos para as bicicletas combinados com o sinal dos carros. Também existem os sinais que você tem que aprender a dar quando estiver andando de bicicleta na Dinamarca, como por exemplo dar sinal que você vai parar, virar a direita e assim por diante.

    Andar de bike é sensacional!

    A sensação de liberdade que dá ao sair pelas rua pedalando, é uma delícia, queima calorias, te dá um tempo para pensar na vida, ouvir uma boa música (não muito alta já que você tem que prestar atenção no trânsito) ou um audiolivro. Muitas vezes é mesmo super prático, pois você não precisa ficar se estressando para encontrar um estacionamento, colocar gasolina ou pagar qualquer coisa a mais. O incentivo à bike é tanto, que ao comprar um carro zero aqui, você tem que pagar um imposto de 280% do valor do carro. Sim meu amigo, você praticamente tem que pagar três carros!!!

    O fator saúde é a melhor parte quando se fala em andar de bicicleta. Nossa eu sinto uma diferença gritante de quando vou ao trabalho de bike ou de carro. Quando vou de bike, muitas vezes nem tomo café quando chego, pois estou super acordada e bem disposta, já como o carro já saio correndo para pegar uma xícara.

    Um país que respira bicicletas também tem que se adaptar, já que vamos ao trabalho de bike onde vou colocar o meu computador, e como vou deixar as crianças na escola de bicicleta? Tudo isso já foi adaptado. As bikes da Cristiania, por exemplo, que tem tipo um carrinho na frente onde as crianças vão sentadas, a maioria das bikes tem também cestinhas e um suporte atrás para carregar coisas de escritório.

    O clima e o fato do país não ter quase ladeiras também ajuda muito, mas devo acrescentar que muitas firmas oferecem facilidades para tomar um banho antes do trabalho. Um amigo meu, por exemplo, faz da ida ao trabalho um treino. Ele vai todo dia de bike 26 km na ida e na volta. Na verdade ele começou a fazer isso para ganhar tempo, economizar  e poder ficar mais com a esposa. Porém, ouvi a  minha amiga (mulher dele)  reclamando outro dia, que ele não tinha mais tempo para nada, só para a bicicleta, que ganhou o apelido de amante. (risos)
    Então se vocês está pensando em visitar Copenhague, eu só posso te recomendar um passeio de bike, que é sem dúvida a maneira mais legal de se ver a cidade, assim como dar aquela pinta de local. Aqui no site oficial de Copenhague tem várias dicas de onde você pode alugar uma bike. www.visitcopenhagen.com.
    Beijão e boa viagem

    Ana Elisa Audun


    Quem é Ana:

    “Oi, prazer eu sou a Ana, manauara de coração e campinense de nascimento, estou morando na Dinamarca desde 2007.” Ana escreve no seu blog de viagens planningmytravels.com, dando dicas preciosas da Dinamarca.

     Impressões de Copenhage – Fotos: Ana Elisa Audun & Claudia Bömmels