• Quanto custa uma multa na Alemanha…
    brasileira na Alemanha
    Em flagrante: brasileira na Alemanha dirigindo muito rápido!
    Não sei bem se eu estava cantando um “rap” (me lembro vagamente de algo parecido), só sei que cheguei ontem em casa e esta foto estava impressa em tamanho A3 e na porta da minha geladeira. Embaixo o dizer: “A prova do crime.” Que vergonha gente! É a foto de uma blitz há alguns dias, que meu marido recebeu e imprimiu.
    E aqui estão alguns valores para quem infraciona o trânsito na Alemanha:

    – Estacionar errado: entre 10 e 30 euros;
    – Ultrapassar de forma proibida: até 250 euros;
    – Usar celular: 60 euros;
    – Dirigir “em cima” do outro carro: entre 75 e 400 euros;
    – Ultrapassar o sinal vermelho: entre 90 e 400 euros;
    – Dirigir em alta velocidade fora do permitido: entre 15 e 600 euros. Podendo perder a carteira por até três meses.
    A lista completa do ADAC você vai encontrar aqui: Das kostet Verkehrvertöße in Deutschland
    Aqui também existe o sistema de pontos na carteira. Eu paguei 15 euros por dirigir 10 km/h mais rápido que o permitido. Já estou tentando levar a vida literalmente mais devagar.
    Um bom dia queridos mundo afora!
  • O novembro na Alemanha, São Martinho e as luzes
    natal na alemanha
    Quando chega o novembro aqui pelo hemisfério norte, os dias ficam mais curtos, anoitece cedo, é frio. Isso é fato. Mas eu prefiro ver o novembro assim: é o mês quando as festas iluminadas começam, é a época de vinho quente, das amendoas assadas, dos passeios românticos pela cidade iluminada.

    Hoje comemora-se o dia de São Martinho – Sankt Martin – aqui na Alemanha e mundo afora, com muitas músicas, luzes e o cortejo das lanternas. É uma festa muito bonita, apesar de eu sentir muita falta do fervor da fé brasileira. Sinto falta da emoção de ouvir a multidão cantar em coro as músicas…

    Compartilho com vocês como nos preparamos para esta festa.

    Em outubro ainda, as crianças fizeram, com a ajuda dos pais, as lanternas. Muito simples de por em prática e uma excelente decoração até mesmo de natal! Basta papel manteiga, papel de seda colorido ou até mesmo guardanapo estampado, cartolina, cola, um pedaço de arame e muita criatividade. Prontinha está a lanterna única. Aqui na Alemanha a maioria das pessoas usa um bastão com uma lanterninha a bateria para iluminar a obra de arte. Mas quem não tem cão caça com gato, e uma vela faz o mesmo efeito. Só é preciso tomar cuidado para que a lanterna não vire fogueira. E aqui está o meu registro das lanternas, do cortejo e tudo mais. Após as minhas fotos publiquei as da minha irmã, que mora na Suíça, onde também existe a tradição das lanternas. Só que lá, elas são feitas de com uma verdura chamada “Beterraba de Outono” e a festa chama-se “Räbeliechtliumzug”, muito interessante!
    Eu poderia ficar de mal humor com a chegada do novembro, mas prefiro ver as belezas desse mês que antecede o meu preferido: o mês do natal, dezembro.
    Beijos, Claudia

     

     

     

     

     

     

    natal na alemanha

     

     

     

     

    natal na alemanha

     

     

     

     

    Daniella Schweizer conferindo a tradição suíça para nós.

     

     

     

     

  • Agenda berlim – com Nicole Plauto e Pacelli Luckwu
    Agenda Berlim - Nicole Plauto e Luckwu
    Pacelli, Nicole e eu, Claudia Bömmels

    Hoje quero apresentar o ‘blog amigo’ Agenda Berlim, escrito por Nicole Plauto  (26) e Pacelli Luckwu (25). No Brasil Nicole era estudante de economia e também consultora associada na área econômica e estratégica. Pacelli era também estudante de economia e parte do grupo de pesquisa econômica da UFPE. 

    Eu tive o prazer de conhecer ambos este ano em Barcelona durante o Primeiro Encontro Europeu de Blogueiros Brasileiros. Os dois  vivem em Berlim na Alemanha desde 2011, onde estudam economia e trabalham como guias turísticos. A seguir falam sobre seu blog, Berlim e como é estudar e trabalhar na Alemanha.

    Brasileiros Mundo Afora (BMA): Há quanto tempo vocês moram no exterior?

    Nicole: Há três  anos em Berlim (desde 2011), mas morei um ano (entre 2009 e 2010) na pequena cidade de Buxtehude, também na Alemanha, como intercambista (AuPair).
    Pacelli: Há três anos em Berlim (desde 2011), mas morei um ano (entre 2009 e 2010) em Tübingen, Alemanha, como intercambista na universidade.
    Agenda Berlim - Nicole Plauto e Luckwu
    BMA: Por que vocês decidiram morar fora do Brasil?
    Nicole: Inicialmente vim fazer um intercâmbio como AuPair a fim de conhecer a cultura alemã e melhorar meus básicos conhecimentos da língua. Morei com uma família alemã que me mostrou que é possível viver com qualidade sem precisar perder a liberdade. Gostei do ritmo, da vida, das pessoas, do clima (acredite se quiser) e principalmente da possibilidade de viver com calma. Não estou dizendo que não é possível viver com calma no Brasil, mas é que a minha realidade em Recife era completamente corrida: muito trabalho, muito esforço, trânsito, estresse, medo recorrente de assaltos ou de qualquer tipo de violência… e quando tive o sabático ano de intercâmbio vi uma realidade completamente diferente à qual me adaptei facilmente.
    Pacelli: No meu caso eu fui criado para morar fora. Desde criança eu ouvia e sentia que meus pais gostariam de ter tido a oportunidade de sair do país. Ainda pequeno viajei com eles para os EUA e eles fizeram questão de me levar numa cidade universitária onde um amigo estava estudando. Lá eu vi aquele monte de estudantes e professores de bicicleta estudando em parques e falando com pessoas do mundo todo. Infelizmente não deu para fazer minha primeira graduação fora do país, só o intercâmbio em Tübingen, e aí experimentei daquela imagem que tinha na cabeça desde a infância. Diferentemente de outras expectativas infantis, no sentido mais literal do termo, essa foi não só correspondida, mas superada.
    Agenda Berlim - Nicole Plauto e Luckwu
    BMA: Uma pergunta que muito interessa outros brasileiros que querem mudar de país: Como foi ingressar no mercado de trabalho? Como foi possível estudar na Alemanha? 
    Nicole e Pacelli: Depois do intercâmbio resolvemos que queríamos continuar na Alemanha. A nossa ideia inicial era voltar ao Brasil, terminar a nossa faculdade (faltava menos de 2 anos) e vir para Alemanha para um mestrado. Iríamos utilizar o mestrado como porta de entrada mesmo. Mas conversando com a hostfamily e com outros amigos alemães, percebemos que talvez fosse mais vantajoso ter uma graduação aqui. Assim ganharíamos alguns direitos na questão do visto (o governo alemão facilita algumas regras para aqueles que tem graduação em universidade alemã) e também teríamos mais contato com o idioma alemão, já que os mestrados na nossa área são basicamente em inglês. Foi então quando resolvemos que tentaríamos uma vaga nas universidades em Berlim (nossa cidade preferida!) para a graduação mesmo. Infelizmente decidimos isso meio tarde e perdemos os prazos de envio de currículo; isso nos fez ter que voltar ao Brasil por um ano e esperar o tempo certo para nos candidatar às universidades berlinenses.
    Foi o que aconteceu. Em 2011 enviamos toda a documentação à Universidade Humboldt e fomos aceitos! Oba! Nós, que já estávamos há mais de 3 anos cursando Economia na UFPE, iríamos agora recomeçar na Universidade Humboldt. Para estudar aqui foi necessário ter no mínimo dois anos de estudo universitário na mesma área, tradução dos currículos escolar e universitário, nível avançado de alemão (comprovado por testes como o Test DaF ou DSH) e muitos comprovantes de estágio, trabalho, pesquisa e carta de recomendação. Não foi difícil, mas tem que prestar atenção nas letras miúdas. No próximo ano terminamos o curso de Economia (Volkswirtschaftslehre) aqui.
    Agenda Berlim - Nicole Plauto e Luckwu
    BMA: Porque decidiram fazer um blog e trabalhar como guias turísticos?
    Nicole:  Aqui na Alemanha, enquanto estudante, não é possível trabalhar de fato na nossa área. No Brasil tínhamos experiência com consultoria júnior e também, no meu caso, como consultora associada (dona de uma pequena consultoria com outros três sócios). Lá, atendi projetos do governo do estado de Pernambuco e também microempresas. Aqui na Alemanha eu não tinha experiência nessa área e também percebi que não era tão comum trabalhar com consultoria sendo tão nova.
    O mercado aqui é mais estável e os projetos também são mais bem planejados desde o início, a ponto de não ter muito nicho para uma consultoria pequena atuar – pelo menos foi assim que julgamos no início. O que me restava era procurar um estágio, mas eu nunca gostei da ideia do estágio e sempre ouvi amigos reclamando dos trabalhos repetitivos ou desestimulantes. Sei que é importante para quem pretende posteriormente entrar no mercado de trabalho, mas eu sempre tive uma veia empreendedora e então resolvi que se não iria abrir a minha consultoria econômica agora, iria empreender em outra área. Logo que nos mudamos para Berlim recebemos a visita dos pais de Pacelli – e foi aí que percebemos um nicho até então não explorado: o turismo para brasileiros aqui em Berlim. Começamos ainda em 2011 lançando o blog que tinha por objetivo apresentar a cidade aos brasileiros e alguns meses depois também lançamos os nossos serviços de guia turístico personalizado para brasileiros em Berlim.
    BMA: Vocês precisaram estudar para atuar na nova profissão?
    Nicole e Pacelli: Sim, foi preciso estudar bastante. Apesar de já termos estudado muito sobre a história alemã no nosso ano de intercâmbio, com cursos sobre cultura e costumes alemães e também um panorama de toda a história alemã, era preciso focar na história da cidade de Berlim e de seus pontos turísticos. Fizemos cursos na própria Universidade Humboldt de história alemã focada em Berlim, compramos muitos livros, visitamos inúmeros museus e, depois de muita pesquisa, lançamos nossos primeiros roteiros de elaboração própria. Mesmo com a base que hoje conquistamos, após cada demanda recebida nós continuamos a estudar, principalmente porque o nosso serviço é personalizado. Muitas vezes o viajante quer conhecer locais não tradicionais, algo relacionado a uma personalidade que o cliente admira ou que tenha a ver com a sua profissão; o que quer que seja do desejo do viajante ou o que julgamos combinar com o seu perfil nós inserimos no roteiro. Para isso é necessário estudo e atualização constante. O que para nós é maravilhoso, já que sempre tivemos muito interesse em História, Política, Economia e Cultura geral.
    Agenda Berlim - Nicole Plauto e Luckwu
    BMA: O que dá mais prazer nessa nova atuação?
    Nicole e Pacelli: Principalmente o contato com os nossos viajantes. É maravilhoso trabalhar conhecendo pessoas novas e compartilhar dos seus momentos de viagem. Além do mais, adoramos ter a oportunidade de repassar o conhecimento que adquirimos e a nossa paixão pela cidade. É uma troca muito prazerosa, sempre levamos novos conhecimentos de volta para casa e na maioria das vezes também novas amizades. Sem falar da maravilha que é trabalhar passeando por Berlim né!
    BMA: Como é sua rotina de trabalho?
    Nicole e Pacelli: Não temos muita rotina. Como estudamos e trabalhamos, a vida é bem corrida. Normalmente temos aulas durante o dia, mas os horários não são os mesmo todos os dias. Faltamos bastante também, já que a presença quase nunca é obrigatória (estudamos em casa nos horários livres). Dedicamos cerca de duas horas por dia para o blog e as redes sociais, bem como os e-mails. Adicionam-se a isso os passeios que normalmente variam entre quatro e oito horas por dia (mas não necessariamente todos os dias). Prezamos por um dia livre de passeios a cada três dias passeando, mas não fazemos distinção entre dias de semana e fins de semana.
    BMA: Que conselho daria para quem está mudando agora para o exterior e gostaria de trocar de profissão?
    Nicole e Pacelli: Planeje-se! É importante que o primeiro passo seja dado com um mínimo de segurança para que as coisas fluam bem. Não tenha medo de mudar de país e de profissão, não se apegue desnecessariamente. Profissão é aquilo no que você atua e não necessariamente o que tem escrito em seu diploma; nenhum conhecimento é perdido e ninguém é velho demais para recomeçar. Se você pudesse fazer tudo de novo, o que você faria de diferente? E por que não faz agora?
    Nossos links:
    Contato: contato@agendaberlim.com

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  • Uma brasileira no México – Melissa Ribeiro
    viviendoenelmexicomagico
    Viviendo en el Mexico Mágico
    Hoje quero apresentar a Melissa Ribeiro para vocês. Ela mora no México há um ano e mudou-se para o país devido a uma oportunidade que a empresa ofereceu ao marido, que  trabalhava no Brasil. Melissa tem 34 anos e é formada em contabilidade. A seguir ela conta sore a “parada” que deu na sua vida corrida no Brasil, sobre seu blog e novas perspectivas.

    “Quando me mudei para o México, mudei também radicalmente meu estilo de vida. Sempre fui workaholic, sempre trabalhei mais de 10 horas por dia e em um ambiente estressante, mas gostava muito. Aqui tive a oportunidade de dar uma parada, respirar, criar minha filha (demorei nove anos pra conseguir levá-la e buscá-la na escola!). Com o tempo livre, decidi começar a estudar. Hoje curso espanhol na Universidade Auonoma Potosina e História da Arte, no Centro de Artes de San Luis Potosí. Engavetei meu diploma em contabilidade e agarrei a oportunidade que a vida me deu de estudar o que realmente me dá prazer, as artes.

    Viviendo en el Mexico magico
    O México é um país extremamente rico em cultura e tem programas incríveis vinculando voltados à cultura e educação. Existem vários cursos disponíveis, por um preço muito  acessível. Sem contar que meu visto de permanência no país é vinculado ao do meu marido, então não posso trabalhar formalmente. A não ser que uma empresa me convide por carta física à imigração, mas isso será difícil de acontecer. Então como dizem aqui, sou “ama de casa” e estudante. Bem feliz! Nunca pensei que fosse me adaptar tão bem a essa rotina, devido ao ritmo de vida que levava no Brasil.
    Viviendo en el Mexico magico
    Para evitar contar a mesma história mil vezes para meus amigos e familiares, que deixei no Brasil eu comecei a escrever o blog : viviendoenelmexicomagico.blogspot.com Com ele descobri um lado “jornalista”que eu não sabia que tinha. É um hobby que está dando certo. A cada dia os leitores aumentam  e estou muito feliz com isso. A minha intenção é que as pessoas não tenham preconceito com o México, pois senti muito isso quando contava para os amigos para onde iria me mudar. Todos me diziam duas coisas: que estaria perto de Cancun e dos Estados Unidos. Mas o México, é muito, muito mais que Cancun. Além de um país lindo, rico culturamente e historicamente, os mexicanos são pessoas boas. Amáveis, amigos, queridos!
     Saludos de uma brasileira pelo mundo, mas com alma mexicana e colorida! Melissa.”
    Brasileira no Mexico

     

    Brasileira no Mexico

     

    Brasileira no Mexico

     

    Brasileira no Mexico

     

    Brasileira no Mexico

     

    Brasileira no Mexico

     

    Brasileira no Mexico
    Blog: Viviendo en el Mexico magico
    Blog: Viviendo en el Mexico Mágico

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  • 25 anos: Queda do Muro de Berlim
    25 anos: Queda do Muro de Berlim
    25 anos: Queda do Muro de Berlim

    Ontem eu estive com a minha família na comemoração final dos 25 anos da queda do muro de Berlim. Para mim, foi maravilhosso estar presente em um evento que não se repetirá tão cedo. Em 1989, quando o muro caiu, eu estava fazendo vestibular em Belém do Pará e a Alemanha era um país muito, muito distante. Me lembro de ter tomado nota da queda do muro, mas não teve grande impacto na minha vida. Os interesses eram outros… Hoje a Alemanha é o lugar onde eu moro, quem diria! E Berlim me recebeu de braços abertos. Uma cidade que eu só posso indicar para todos os viajantes. Deixo aqui os nossos cliques e os publicados na revista Spiegel Online.

    Beijos, Claudia
    25 anos: Queda do Muro de Berlim
    25 anos: Queda do Muro de Berlim
    25 anos: Queda do Muro de Berlim
    25 anos: Queda do Muro de Berlim
    25 anos: Queda do Muro de Berlim
    25 anos: Queda do Muro de Berlim
    25 anos: Queda do Muro de Berlim
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    25 anos: Queda do Muro de Berlim
    25 anos: Queda do Muro de Berlim
    25 anos: Queda do Muro de Berlim

    Fotos da Spiegel Online

     

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  • Pedalando com o Projeto Bike-Trip – por Jr Caimi
    Projeto Bike-Trip - por Jr Caimi Hoje vamos Pedalar Mundo Afora com Jr Caimi que nos escreve de Curitiba no Brasil.  Jr Caimi é editor do Tip Trip Blog de Viagem e criou o Projeto Bike-Trip com a proposta de unir as aventuras de viagem com passeios de bicicleta, afinal eles têm tudo a ver e um pode ser complementar ao outro. Jr Caimi já viajou por 17 países e pretende fazer muitos passeios de bicicleta por esse mundão afora.
    O Projeto Bike-Trip é uma ideia original que nasceu da paixão por viagens e passeios de bicicleta, o casamento de duas atividades que amo fazer. Também é uma coluna de periodicidade quinzenal do blog Tip Trip com um post propondo e relatando um passeio de bicicleta. Indico o ponto de partida, o percurso e o ponto final com o objetivo/atração a ser visitado; um parque, um museu, uma praça, uma estrada, sempre um lugar diferente e bacana.
    Quer saber mais? Aqui você vai encontrar todos os posts do Bike-Trip:

    Posts Projeto Bike-Trip

     
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    Projeto Bike-Trip - por Jr Caimi

     

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  • Luciana mundo afora – Profissão Expatriados
    Uma brasileira em Abu Dhabi e mundo afora.
    Uma brasileira em Abu Dhabi e mundo afora.

    Luciana Biscaia-Coxall tem 55 anos e mora há oito anos no exterior. No Brasil Luciana era Diretora de Aprendizado Corporativo, Gerenciamento de Talentos e Desenvolvimento Organizacional no HSBC Brasil. Hoje, ela vive na Alemanha e é Coach de Carreira de Transições Profissionais, autônoma. De lá ela esscreve no blog “Um post por dia” e cosegue a façanha de realmente escrever todos os dias um texto de excelente qualidade. Em entrevista exclusiva, ela fala sobre sua trajetória profissional.

     
    Luciana, por que você foi morar fora do Brasil?
    Eu trabalhava no HSBC Brasil e fui transferida para a matriz do banco em Londres. Trabalhei em Londres por quase 3 anos, depois fui transferida para a sede do HSBC na América Latina, que fica na capital, México City. Em 2010, assumi a posição de Head de Learning (educação corporativa) para o Oriente Médio e Norte da África, no HSBC em Dubai. Em 2011, recebi uma proposta e me transferi para um banco de Abu Dhabi, o First Gulf Bank, onde atuei por dois anos e meio como SVP de Desenvolvimento Organizacional, Gerenciamento de Talentos e Educação Corporativa. Em dezembro de 2013 eu deixei o First Gulf Bank para embarcar numa ‘carreira solo’ como Coach de Carreira e Transições Profissionais.
    Como foi ingressar no mercado de trabalho alemão?
    Eu cheguei na Alemanha faz dois meses, ainda não pesquisei ativamente a possibilidade de trabalho no país. Mas vou fazê-lo em breve. Depois te conto como foi. mas na minha área de atuação, a experiência é o que conta. No meu caso, experiência corporativa, experiência com o desenvolvimento de executivos e, a experiência internacional. É claro que a formação conta, e é importante estar constantemente estudando e se atualizando. Recentemente eu concluí um curso de Coaching da Ashridge Business School da Inglaterra. Quando se trata de organizações reconhecidas internacionalmente, como a Ashridge, não há necessidade de fazer um ‘reconhecimento’ formal dos diplomas.
    Precisou estudar mais para complementar sua formação?
    Sim. Como eu disse acima, qualquer profissional, de qualquer área, tem que estar constantemente se atualizando. Eu concluí em Abril de 2014 o curso de Coaching para Executivos e Organizações, na Ashridge e vou começar em Janeiro de 2015 uma certificação com outra instituição britânica chamada The Performance Coach. Não dá prá parar!
    Há quanto tempo atua na área?
    Na área de Educação Corporativa e Talent Management foram 15 anos. Eu comecei a atuar como Coach de Carreira e Transições Profissionais há 1 ano, quando decidi dar um tempo na minha carreira de executiva e me dedicar integralmente ao coaching.
    Quais as principais diferentes que destacaria entre um país e outro?
    Eu já morei em vários países, como disse acima, além da Inglaterra, México e Emirados Árabes, passei a primeira metade de 2014 morando na Itália (em Milão) e agora estamos na Alemanha (em Nuremberg). Quanto as diferenças, cada país tem as suas características, e é isso que, justamente, faz essa ‘vida internacional’ ser tão interessante e rica. Mudam os costumes, a comida, o clima, mas o que eu acho mais fascinate são as pessoas. E depois desses anos todos, eu cheguei á conclusão que os seres humanos são muito mais semelhantes do que diferentes entre si. Em Abu Dhabi, eu tinha uma equipe de trabalho de 13 pessoas que eram de nove países diferentes. Mas no fim das contas, independente da sua cultura, todo mundo quer a mesma coisa: fazer um trabalho bem feito, ser reconhecido, respeitado etc.
    Em termos de remuneração, qual país é melhor?
    Sem dúvida nenhuma os Emirados Árabes. Além dos salários, acima da média, os expatriados não pagam impostos, então não tem desconto nenhum. Como a maioria das pessoas é de outro país, há a possibilidade de se  comprar passagens aéreas, duas vezes por ano, além de outros benefícios. Se a pessoa não sair muito nas baladas  de Dubai, é um bom lugar prá fazer um ‘pé de meia’.

    Como é sua rotina de trabalho?
    Até dezembro do ano passado, quando eu trabalhava em corporações, a minha rotina era a normal de uma executiva: reuniões com a equipe, apresentações de projetos, emails, viagens, mais emails e mais reuniões! Uma das razões para a minha decisão de ‘dar um tempo’ na vida corporativa é que eu queria ser mais ‘dona do meu tempo’ e dar uma reduzida no ritmo. A minha empresa de coaching ainda está em processo de formação, então, hoje em dia, eu atendo clientes de duas a três vezes por semana e as sessões tem 90 minutos de duração. Eu tenho clientes no Brasil e nos Emirados Árabes e
    atendo a todos via Skype. Quando eu me estabelecer aqui na Alemanha, vou procurar atender clientes locais também. Por enquanto, só aqueles que falem português ou inglês. Além disso, todos os dias, eu reservo de duas a três horas prá estudar e fazer contatos comerciais. É uma rotina bem flexível e
    era bem isso que eu estava precisando, depois de 35 anos de trabalho em período integral. Eu mereço!
    Que conselho daria para quem está mudando agora para o exterior e gostaria de continuar atuando na sua profissão?
    Eu não sei se posso dar conselhos nesse assunto, pois eu saí do Brasil transferida pela minha empresa, ou seja, já vim com um trabalho. Mas de qualquer modo, eu acredito que o caminho mais eficiente para se conseguir um bom emprego é através de uma boa rede de contatos. Se não conhecer ninguém no país, vale fazer cursos (de curta ou longa duração) na sua área. Os colegas e professores podem ser excelentes contatos. O Linkedin também é um bom lugar para se apresentar e entrar em contato com profissionais e head-hunters. A competição é acirrada, pode ser uma boa idéia achar um nicho de atuação, um diferencial. Algo que exija o conhecimento do idioma português, ou de contatos com o Brasil. Não vai haver tanta competição se você achar o seu nicho. Mas tudo depende da área de atuação, claro. No meu trabalho como coach, eu atendo pessoas em fase de transição profissional e vejo que cada caso é um caso e pede uma solução diferente.
     
    O que levou você a escolher essa nova opção de trabalho?
    Depois de muitos anos de ‘vida corporativa’ eu achei que tinha chegado a hora de trabalhar de maneira mais flexível. Como eu trabalhei nas áreas de educação corporativa e desenvolvimento de executivos, a carreira de coaching foi a consequência natural, já que o coaching é uma espécie de ‘personal trainer’ para o desenvolvimento de profissionais. Sempre me deu muito prazer trabalhar com o desenvolvimento de pessoas e como coach eu posso utilizar a minha experiência como gerente de equipes e no Brasil e no exterior. Meu foco são as ‘transições profissionais’, não só porque eu tenho bastante experiência pessoal no assunto, mas porque eu vejo que esse é um tema que ainda precisa ser muito mais explorado e que pode ajudar muito aos executivos em transição.
    Precisou estudar para atuar na nova profissão? O que estudou e quanto tempo?
     Em 2013/2014 eu fiz um curso de Executive Coaching, de seis meses, na Ashridge Business School na Inglaterra e agora estou me preparando para começar uma certificação na área. A partir de janeiro 2015, eu vou estudar numa instituição baseada em Londres, que se chama The Performance Coach.
    O que me fez escolher essa certificação é que a empresa tem uma visão muito prática e pragmática do coaching. São pessoas com vivência em corporações, então não é só blá, blá, blá teórico. Tem que conhecer a realidade das pessoas e das empresas prá poder trazer resultados. Essa certificação tem seis meses de duração também.
    Há quanto tempo atua na nova atividade?
    Desde Outubro de 2013, ou seja, há exatamente um ano.
    O que lhe dá mais prazer nessa nova atuação?
    A possibilidade de trabalhar com pessoas talentosas e ajudá-las a vencer desafios e se desenvolver continuamente. A flexibilidade que eu tenho. Posso trabalhar em dias alternados e assim me dedicar á outros assuntos que também me interessam. Por exemplo: fazer exercícios, fotografar, ler, escrever o meu blog etc. Eu adoro estudar e a flexibilidade que eu tenho me permite manter uma rotina de  estudos que, além de colaborar com o meu próprio desenvolvimento profissional, também me dá muito prazer.
    Que conselho daria para quem está mudando agora para o exterior e gostaria de trocar de profissão?
    Esse é um tema super delicado. São duas mudanças ao mesmo tempo. Mudar de país, de cultura e mudar de profissão, tudo ao mesmo tempo agora. Não é simples. Mas com foco, apoio, paixão e energia, tudo se consegue nessa vida. Acho importante, de qualquer maneira, não subestimar a complexidade de duas mudanças simultâneas.
    Primeiro, tem que refletir bastante sobre o porque da mudança de profissão e identificar as possíveis áreas de atuação levando em conta os seus ‘diferenciais’ pessoais, a situação do mercado e principalmente as coisas que você tem prazer em fazer. Eu realmente acredito que gostar do que se faz é a coisa mais importante para ser bem sucedido profissionalmente. Se a chegada da segunda-feira é motivo de tristeza para um profissional, tem que repensar a situação. Se você puder, dê um tempo para se adaptar ao novo país, vá devagarinho. E enquanto se adapta, comece fazendo cursos (de curta duração) na área que você pretende atuar, cursos de idiomas, se filie à organizações, converse com pessoas que já atuam na sua potencial ‘nova profissão’, pesquise o mercado e vá desenhando a sua ‘proposta de valor’. Ou seja, como é que você vai ‘vender o seu peixe’.
    Na maioria das áreas, dominar o idioma é também fundamental, pois a capacidade de se comunicar claramente, defender seus pontos de vista e de se relacionar com as pessoas é tão (ou mais) importante do que o conhecimento técnico.
    Pode valer a pena fazer um curso de ‘apresentação’ ou ‘técnicas de comunicação’ e aprender truques prá transmitir melhor as suas idéias, atender clientes etc. Infelizmente no Brasil a gente não aprende ‘oratória’ na escola, mas em muitos países da Europa eles aprendem, e eu já vi muitos casos de  pessoas competentes no Brasil que ‘patinam’ quando trabalham no exterior porque não conseguem se fazer entender. E não é só o domínio do idioma não, é a maneira como você expõe as suas idéias. – Tem que conhecer a cultura do lugar onde você vai morar e trabalhar. Dá prá fazer isso lendo livros, vendo filmes e principalmente conversando com pessoas que já viveram no lugar aonde você vai morar e/ou com os cidadãos desse lugar.
    Vale a pena também conversar com pessoas que já atuem na sua ‘nova área’ profissional. Se possível fazer um estágio ou acompanhar o profissional na sua rotina de trabalho.
    http://www.amazon.com.br/Como-encontrar-trabalho-vida-SCHOOL-ebook/dp/B00A3COSOO/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1414132818&sr=8-1&keywords=como+encontrar+o+trabalho+da+sua+vida
    Eu gosto muito desse livro acima, dependendo do seu caso, pode ser uma boa leitura.

    O meu blog se chama Um Post por Dia e é um blog de variedades. Histórias da vida, viagens, fotos, reflexões e as minhas opiniões sobre temas diversos. Super relax e sem grandes pretensões, tem como sua principal característica o fato de ter um post novo, todos os dias! Link do blog da Luciana: umpostperday

    Uma brasileira em Abu Dhabi e mundo afora.
    Com meu chefe e minah equipe recebendo um prêmio patrocinado pelo governo doa emirados Árabes, como melhor equipe de treinamento e desenvolvimento do oriente Médio em 2013.
    Uma brasileira em Abu Dhabi e mundo afora.
    Eu (de amarelo, na frente)e a minha equipe multinacional no FIRST GULF BANK en Abu Dhabi, novembro 2013
    Uma brasileira em Abu Dhabi e mundo afora.
    Com Peter, meu marido, no nosso casamento em Londres, em julho de 2009


    Uma brasileira em Abu Dhabi e mundo afora.
    Fazendo o que fazem os alemães… Prost! Em Erlangen, Agosto 2014

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  • Aqui entre nós – Mil em uma, mas…
    Aqui entre nós é a coluna de Claudia Bömmels, a criadora da revista digital e blog Brasileiros Mundo Afora. É onde ela fala sobre seu dia a dia na capital alemã e suas aventuras mundo afora. 

    Muita gente me pergunta como consigo fazer tantas coisas ao mesmo tempo. Eu acho que eu não sou nada de diferente de outras mães (e pais). É questão de sobrevivência mesmo, conseguir pensar em coisas tão diferentes como “o que vou cozinhar hoje”, “não posso esquecer de comrpar o presente de aniversário da amiguinha da filha”, “vou ficar linda hoje para o maridão” ou “preciso editar aquela entrevista HOJE!”. Mas sejamos sinceros: NINGUÉM consegue ser perfeito em tudo. Sempre terá um setor “sofrendo” pela falta de tempo. O meu de hoje são as meias: que susto eu tomei a pouco, quando saí do trem. Uma preta e uma verde. Eu faço mesmo um monte de coisas ao mesmo tempo, mas veja só! Um ótimo dia, Claudia

    Mais sobre essa vida louca entre casa, filhos e negócio, você pode ler aqui na entrevista que eu dei para o site Donas de Casa Anônimas.
    mil em uma
    Entrevista completa aqui: Eu sou mil em uma

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  • Círio 2014 em Marabá no Estado do Pará
    Círio em Marabá
    O Círio em Marabá
    Realizado em Belém do Pará há mais de dois séculos, o Círio de Nazaré é uma das maiores e mais belas procissões católicas do Brasil e do mundo. Reúne, anualmente, cerca de dois milhões de romeiros numa caminhada de fé pelas ruas da capital do Estado, em um espetáculo grandioso em homenagem a Nossa Senhora de Nazaré, a mãe de Jesus.
    O termo “Círio” tem origem na palavra latina “cereus” (de cera), que significa vela grande de cera. Por ser a principal oferta dos fiéis nas procissões em Portugal, com o tempo passou a ser sinônimo da procissão de Nazaré aqui Belém e de muitas outras pelas cidades do interior do Pará. 
    Quem bordou o manto esse ano

    No final de semana passado, aconteceu o Círio na cidade de Marabá no Pará, onde eu cresci.

    O primeiro Círio de Nossa Senhora de Nazaré foi realizado na cidade de Marabá no ano de 1980. A Romaria foi organizada pela irmã Maria das Neves, que veio a falecer em julho de 1996. A cada ano vem crescendo o número de devotos que vem prestar homenagem à Virgem de Nazaré. A procissão faz um trajeto de aproximadamente 08 (oito) km, com saída da Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro  até o Santuário Nossa Senhora de Nazaré  com duração média de cinco horas.

    O Círio de Nossa Senhora de Nazaré em Marabá acontece sempre no terceiro domingo de outubro e reúne mais de 150 (cento e cinquenta) mil fiéis em uma grande procissão de fé e devoção a Nossa Senhora.

    Minha tia tem uma imagem de Nossa Senhora e borda todos os anos um novo manto para a Santa.O manto é mais um dos símbolos da Festa de Nazaré. A cada procissão, há sempre um novo manto envolvendo a figura de Nossa Senhora. O manto da imagem nas fotografias, foi bordado em conjunto por minha bisavó (de 91 anos!), minha mãe e minha tia.

    Após a procissão, acontece o tradicional almoço com a família, realizado no mesmo domingo, como um ato de comunhão. Os pratos que não podem faltar são o pato no tucupi, tradicional prato da culinária paraense, acompanhado de arroz branco, e a Maniçoba, também tradicional item da culinária da região. Sinto saudades de todos os pratos e principalmente de comemorar com a família.

    Minha mãe esteve presente e documentou o evento com lindas fotos. Esse foi o Círio 2014 em Marabá.
     

     

    Círio em Marabá
    O manto é  um dos símbolos da Festa de Nazaré. A cada procissão, há sempre um novo manto envolvendo Nossa Senhora.

    Círio em Marabá
    A corda, espaço de pagamento de promessas dos romeiros.
    Círio em Marabá
    Círio em Marabá
    Procissão fluvial
    Círio em Marabá
       
    As crianças, tradicionalmente vestidas de anjos
    Tradição no Círio: As crianças, tradicionalmente vestidas de anjos. Fonte: Wikipedia

    Faz parte dos símbolos do Círio: A berlinda, que leva a imagem da Santa. Fonte: ww.ciriodenazaremaraba.com
    Fonte: ww.ciriodenazaremaraba.com
    Como todas as festas populares mundo afora, aqui também não faltaram as barraquinhas de comida e outros produtos.
     
    Cirio em Marabá
    Cirio em Marabá

     O site oficial do evento: www.ciriodenazaremaraba.com

    Obrigada à minha mãe, Ana Maria Sampaio Müller, que fotografou o Círio de Marabá para a Brasileiros Mundo Afora. Através dos “Apps”, “Books” e tantas outras maravilhas técnológicas, foi possível para mim participar de alguma forma dessa festa tradicional, mesmo daqui do outro lado do mundo. A vida de expatriado e das suas famílias que moram no Brasil é um eterno desafio: sentirmo-nos próximos, sem precisarmos estar juntos fisicamente.



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  • Festival of Lights 2014 – Festival das Luzes 2014 – Berlim
    Festival of Lights 2014 – Festival das Luzes 2014 – é um espetáculo de luzes e efeitos especiais. Sempre em outubro, é nesse evento que Berlim se ilumina e fica muito mais colorida e linda do que ela já é. Imperdível. Mais informações no site especial: festival-of-lights.de
    Nossas impressões do evento.
    Festival of Lights 2014 - Festival das Luzes 2014 - Berlim

     

    Festival of Lights 2014 - Festival das Luzes 2014 - Berlim

     

    Festival of Lights 2014 - Festival das Luzes 2014 - Berlim

     

    Festival of Lights 2014 - Festival das Luzes 2014 - Berlim

     

     

    Festival of Lights 2014 - Festival das Luzes 2014 - Berlim
    Universidade Humboldt

     

     

    Festival of Lights 2014 - Festival das Luzes 2014 - Berlim

     

     

    Festival of Lights 2014 - Festival das Luzes 2014 - Berlim

     

    Festival of Lights 2014 - Festival das Luzes 2014 - Berlim

     

    Festival of Lights 2014 - Festival das Luzes 2014 - Berlim

     

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    Festival of Lights 2014 - Festival das Luzes 2014 - Berlim

     

    Festival of Lights 2014 - Festival das Luzes 2014 - Berlim

     

    Festival of Lights 2014 - Festival das Luzes 2014 - Berlim

     

    Festival of Lights 2014 - Festival das Luzes 2014 - Berlim

     

    Festival of Lights 2014 - Festival das Luzes 2014 - Berlim

     

    Festival of Lights 2014 - Festival das Luzes 2014 - Berlim

     

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    Festival of Lights 2014 - Festival das Luzes 2014 - Berlim

     

     

    Festival of Lights 2014 - Festival das Luzes 2014 - Berlim

     

    Festival of Lights 2014 - Festival das Luzes 2014 - Berlim

     

    Festival of Lights 2014 - Festival das Luzes 2014 - Berlim

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