• Poesia em amarelo na Turquia – Fotos de Erkan Ölmez

    O fotógrafo amador turco Erkan Ölmez compartilhou conosco fotografias lindas, que combinam perfeitamente como o nosso tema verde e amarelo. Erkan mora em Istanbul e utiliza equipamentos da Canon para fotografar.

    Algumas fotos foram manipuladas no computador, o que não tira o seu mérito nem a beleza dos retratos.
    Poesia em amarelo por Erkan Ölmez

     

    Fotos de Erkan Ölmez
    Poesia em amarelo – Foto de Erkan Ölmez

     

    Fotos de Erkan Ölmez

     

    Fotos de Erkan Ölmez

     

    Fotos de Erkan Ölmez

     

    amarelo por  Erkan Ölmez

     

    amarelo por  Erkan Ölmez

     

    amarelo por  Erkan Ölmez

     

    amarelo por  Erkan Ölmez

     

    Tulipas amrelinhas

     

    amarelo por  Erkan Ölmez

     

    amarelo por  Erkan Ölmez
    A natureza não precisa de retoque.

     

    amarelo por  Erkan Ölmez

     

    Brasileiros Mundo Afora - Erkan Ölmez

     

    Brasileiros Mundo Afora - Erkan Ölmez

     

    poesia em amarelo

     

    erkan ölmez

     

     Fique por dentro!

    Você quer receber nossas atualizações? Assine nossa Newsletter e faça o download gratuito da nossa nova revista Brasileiros Mundo Afora. Não se preocupe: nós nunca vamos passar o seu e-mail para terceiros, nem vamos encher a sua caixa postal de propaganda. O nosso objetivo principal é compartilhar conteúdo excelente. Se você não gostar pode sair a hora que quiser. Mais Informações aqui: NEWSLETTER

     

     

  • Fotografando bolinhas de sabão – por Claudia Bömmels
    Bolinhas de sabão são lindas, divertidas, coloridas, fascinantes e com a ajuda do vento super dinâmicas. É um desafio fotografá-las. Me defino como uma caçadora de bolinhas de sabão, às vezes com mais ou com menos sucesso. Aqui estão alguns cliques que eu fiz em Londres – Inglaterra, Berlim – Alemanha, e na Holanda.

     

    Bolinhas de sabão
    Em Londres.

     

    Bolinhas de sabão
    Bildunterschrift hinzufügen

     

    Bolinhas de sabão
    Fotografar bolinhas de sabão parece ser fácil. Mas nem sempre o vento ajuda.

     

    Bolinhas de sabão
    Fotografando em Londres.

     

    Bolinhas de sabão
    Bolinhas em Berlim.

     

    Bolinhas de sabão
    Bolinhas em Berlim, Alemanha.

     

    Bolinhas de sabão
    Mais cor em um dia cinza em Berlim.

     

    Bolinhas de sabão
    Clic-clic. Para se fotografar uma bolha de sabão é preciso rapidez.

     

    Bolinhas de sabão
    Inacreditável, mas é uma bolona de sabão. Berlim, Alemanha.

     

    Bolinhas de sabão
    Será um bicho? Montagem? Photoshop? Nada disso! É somente uma bolha de sabão.

     

    Bolinhas de sabão
    Bolinhas e bolonas de sabão em berlim na Alemanha.

     

    Bolinhas de sabão
    Minha foto preferida: vamos estourar?

     

    Bolinhas de sabão
    Um, dois, três, PUM!

     

    Bolinhas de sabão
    Olha como se faz!

     

    Bolinhas de sabão
    Bolinhas na Holanda. Esse dia foi bem difícil de fotografar, tinha muito vento!

     Fique por dentro!

    Você quer receber nossas atualizações? Assine nossa Newsletter e faça o download gratuito da nossa nova revista Brasileiros Mundo Afora. Não se preocupe: nós nunca vamos passar o seu e-mail para terceiros, nem vamos encher a sua caixa postal de propaganda. O nosso objetivo principal é compartilhar conteúdo excelente. Se você não gostar pode sair a hora que quiser. Mais Informações aqui: NEWSLETTER

     

     

  • Eu vivo o meu sonho… |  Aqui entre nós
    Vivendo o sonho no Brasil
    Jörg Steinmann vivendo seu sonho no Brasil.

     

    Em junho de 2013, foi impossível passar pela banca de revistas e não comprar a nova edição da revista alemã Stern, em cuja capa estava escrito Ich lebe meinen Traum – Eu vivo o meu sonho, com o alemão Jörg Steinmann na capa. Alguns meses depois, ele me contou em entrevista sobre a realização do seu sonho no Brasil, que você confere na próxima edição.

    A reportagem da revista Stern conta também histórias de outras pessoas que resolveram dar uma reviravolta na vida. Nenhuma delas diz que foi fácil. Novos caminhos tomados, que significaram mudanças drásticas, como sair de um emprego promissor, divorciar-se, assumir uma nova sexualidade, mudar de país. São histórias de trabalho, de sacrifícios, de acertos e de erros, mas principalmente de realização pessoal e de felicidade.

    A nossa edição de maio mostra experiências inspiradoras de pessoas que realizaram os mais diversos sonhos, como publicar um livro, correr uma maratona, abrir um hotel ou iniciar uma nova profissão.

    Dar a volta ao mundo está também entre os grandes desejos de muitos brasileiros. Alguns deles fizeram acontecer, vencendo barreiras, como a falta de tempo, a falta de dinheiro ou de companhia. Um deles é o empreendedor paulista Guilherme Tetamanti, de 31 anos, que vendeu em 2011 seus negócios para também realizar o sonho de dar uma volta ao mundo e praticar fotografia, uma das suas paixões. Ele nos conta sobre essa experiência única e como combateu a depressão pós-viagem. Karina Palla, que atualmente está viajando e já visitou mais de 25 países com o marido Pablo, conta que a quebra de preconceitos, reflexão, a mudança de paradigmas e a visão global são algumas das experiências que eles vivenciam nessa sonhada viagem.
    Walt Disney já dizia que “se podemos sonhar, também podemos tornar nossos sonhos realidade“.
    E você, também já vive o seu sonho? Compartilhe conosco as suas experiências e inspire outras pessoas.
    Se você quiser receber nossas atualizações e fazer o download gratuito da revista atual, assine a nossa Newsletter. Mais Informações aqui: Brasileiros Mundo Afora Newsletter.
    Beijos
    Claudia Bömmels

    Fotos: Arquivo pessoal de Jörg Steinmann e Dede Fedrizzi

     

    Edição Especial online e gratuita – Brasileiros Mundo Afora Inverno

    O inverno documentado por brasileiros mundo afora: uma noiva que fez um „trash the dress“ na neve, um lago congelado, a Aurora Boreal, um por-do-sol colorido de inverno clicado sem filtro algum, o ponto mais alto da Alemanha, o encantador Castelo de Neuschwanstein, a Rússia, uma atleta correndo na neve, a fascinante Patagônia, a bela Suíça. Colaboradores desta edição: Dan Castilho, Cristina Francisco, Ana Schuller, Kilian Schuller, Evian Rose Santos, Luciano dos Santos, Lorena Bärschneider, Gina Furukawa, Ana Cassiano, Lila Rosana, Ana Elisa de Melo Audun, Patrícia Takehana, Lillian Brandão, Helder Ribeiro, Claudia Pegoraro, Monique Bianchi Ribeiro, Marisa Pedro Pfeiffer, Ralf Bömmels.

     

    Inverno em fotografias de brasileiros mundo afora

    A nova revista está disponível em duas versões gratuitas:

    Leitura online – para quem tem uma boa conexão de internet e quer ler online no tablet ou celular Android ou no PC. Edição Especial Inverno Mundo Afora 

     

    Versão PDF – ideal para quem quer ler confortavelmente offline no tablet, celular Android ou no PC. Basta assinar a nossa Newsletter! Não se preocupe: nós nunca vamos passar o seu e-mail para terceiros, nem vamos encher a sua caixa postal de propaganda. A nossa missão é compartilhar conteúdo excelente. Se você não gostar pode sair a hora que quiser!

     

  • Ana e Rodrigo uma história de amor de mil e um dias! – por Ana Biselli

     

    1000dias
    O mês de maio é conhecido como o mês das noivas e dos casamentos, provavelmente uma tradição “importada” aqui na Europa. Maio é um mês relacionado a chegada do calor, flores e alegria, depois de meses frios e cinzas.
     
    Nossos amigos Ana e Rodrigo abriram seu álbum de casamento para compartilhar conosco a alegria dessa festa que aconteceu há cinco anos. De lá para cá, eles vivenciaram juntos mil e uma aventuras em uma viagem fantástica de mais de 1000dias por toda a América.
     
    Hoje, quase terminando o mês de maio, queremos falar de amor.
    “Nós nos casamos na Ilha do Mel, local onde começamos a namorar e também por onde escolhemos começar a nossa viagem. O casamento foi no mês de maio, lua cheia no final da tarde do dia 09/05/09. Quando casamos já tínhamos os 1000dias planejados, inclusive seria a nossa lua de mel estendida. Mas compromissos profissionais nos fizeram adiar o início da viagem para o ano seguinte e acabamos “tendo que” fazer uma outra viagem de lua de mel para a Turquia. Na viagem já fizemos um test drive para os 1000dias, pois alugamos um carro e rodamos 4.500km de Istambul pela costa do mar Egeu, Mediterrâneo, Capadócia e Mar Negro.
    Por que escolhemos a Ilha do Mel para nos casar: 
    – Por que a primeira viagem eu fiz, ainda no conforto da barriga materna, foi para a Ilha, no início de 1981;
    – Por que a Ilha foi o primeiro lugar do Paraná que o Rodrigo (mineiro) conheceu, e logo se apaixonou, em 1992;
    – Por que na Ilha não tem carro, nem moto, todo mundo anda a pé e ninguém ouviu falar da Lei Seca;
    – Por que lá o sol brilha mais forte, o céu é mais estrelado, o ar é mais puro e a gente acorda com o barulho das ondas;

    Mas principalmente por que foi na Ilha que tudo começou, numa bela tarde ensolarada no dia 24 de Junho de 2006.”

    Um pouco de história…

    “Ninguém pode dizer que eu me apaixonei pela Ana por causa dos seus cabelos loiros e olhos azuis. Afinal, nos primeiros dois meses depois da gente se conhecer, na piscina do Sion, eu só a tinha visto de touca e de óculos de natação! (risos) A Ana é linda, cheia de saúde, cheia de vida. Criativa, inteligente, amável com os amigos e também com os desconhecidos. Sempre quer ajudar, resolver, tanto os nossos problemas como dos outros. Adora o mundo, a natureza, as pessoas e as crianças. Nas poucas vezes que tem tempo, cozinha muito bem. Tem o espírito livre e é metidinha e teimosa na medida certa. Uma mestra na arte de socializar, em português, inglês ou mesmo numa língua que quase não entenda. Sempre abertamente curiosa, distribui sorrisos verdadeiros. Uma super xexona ! Porque será que sou apaixonado por ela? Ah … é porque ela é uma loira de olhos azuis de 1,78m, claro!”  Rodrigo
    “Quando vi o Rodrigo pela primeira vez, na piscina do Sion, ele logo me chamou atenção. Não sei explicar exatamente por que, se foi por que todos conversavam e só aquele carinha, o melhor nadador daquele horário, não dava bola, ou se era aquele ar misterioso… mas acho que simplesmente era para ser. É claro que quem teve que dar o primeiro oi, e facilitar as coisas para o primeiro convite para almoçar fui eu, mas até aí tudo bem, dizem que é sempre a mulher que escolhe o seu homem. Ali, sem saber direito por que, eu escolhi. Lembro que sempre perguntei para as pessoas… como sabiam que aquela era a pessoa certa. E a resposta sempre foi… “você simplesmente sabe”. Agora eu entendo… O Rodrigo é impressionante! Além da energia que tem para corrida e natação, tem uma memória invejável, um conhecimento sobre a história e geografia do mundo absurda e uma curiosidade insaciável pela vida pré-histórica e animal. Em contrapartida, faça esse cara socializar… ô dificuldade! Já me disseram que isso é um comportamento “Junqueirão”… Ele sempre prefere ficar em casa vendo Natgeo – A luta dos rinocerontes contra os leopardos – do que ir a um aniversário e colocar o papo em dia com os amigos ou a família. Mas o mais apaixonante neste casal é que mesmo tão diferentes neste ponto… eu aprendi muito sobre os rinocerontes e ele também sobre a arte de socializar… afinal, alguém tem que ceder!” Ana
    Ana e Rodrigo  - 1000dias

     

    Ana e Rodrigo  - 1000dias

     

    Ana e Rodrigo  - 1000dias

     

    Ana e Rodrigo  - 1000dias

     

    Ana e Rodrigo  - 1000dias

     

    Ana e Rodrigo  - 1000dias

     

      Quer saber mais sobre a viagem de 1000dias dos dois? Clica na capa abaixo para ler mais.

     

     

     

  • Uma brasileira na Grécia – por Virna Lize Mitrogiannis

    Hoje eu quero apresentar para você Virna Lize Mitrogiannis, que mora com a família há cinco anos na Grécia, um país que ela nunca imaginou morar. De lá ela escreve no blog Uma brasileira na Grécia sobre sua vida no país.

     

    Me chamo Virna Lize Mitrogiannis e há cinco anos mudei-me para um país que eu não tinha a mínima vontade de morar. Após alguns meses morando aui, me apaixonei por ele. Estou falando da estupenda Grécia, onde vivo com meu marido e meus maravilhosos filhos.
    Resolvi criar o blog para dividir minhas experiências pelas terras helênicas, mostrando não apenas o tradicional do país, mas também o inusitado.
    Para quem deseja visitar a Grécia de maneira mais organizada e sem perrengues, eu ofereço Roteiros Personalizados com indicações de hospedagens, o que visitar, como se locomover e tudo aquilo que possa ser relevante para que sua viagem seja perfeita por aqui.

    Ofereço também serviço de acompanhamento para as pessoas que preferem ter alguém ao lado que fale bem o idioma local, e que conheça em maneira profunda o país.

    Para saber preços e mais detalhes, envie um email: umabrasileiranagrecia@gmail.com

    Aguardo você!
    Fotos do arquivo pessoal de Virna. É proibida a reprodução de qualquer conteúdo sem autorização prévia por escrito.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

  • Um espetáculo amarelo da natureza
    Fonte: Wikipedia
    Nesta época do ano na Alemanha e em muitos outros países europeus, acontece um espetáculo natural. Os campos da planta Canola (em alemão Raps –  Brassica napus)  afloram e é impossível não se encantar com a paisagem amarela.

    As primeiras evidências do cultivo da planta deu-se na Índia, 2000 aC. Na Europa o cultivo começou na época romana, devido ao alto teor de óleo das planta. O primeiro cultivo planejado na história moderna começou na Holanda, tendo como foco a extração do óleo

    Fonte: Wikipedia

    utilizado como combustível para lâmpadas a óleo. A partir da Holanda, a planta espalhou-se para a Alemanha e toda a Europa, devido a insdustrialização no início do século 19 e à crescente demanda por óleos industriais. Atualmente na Alemanha, o óleo de canola é utilizado como alimento e na produção de biocombustíveis (biodiesel).

    Leitores e amigos brasileiros que moram na Europa ou estão de passagem por aqui, não conseguiram fugir do “encanto amarelo” e documentaram o espetáculo em fotos imperdíveis. Confira aqui!
    Alemanha Plantação de Canola
    Marisa Pedro Pfeiffer, Suiça
    Alemanha Plantação de Canola
    Maíra Wenzel, Luxembourg    |   mairaw.wordpress.com

     

    Alemanha Plantação de Canola
    Maristela Oeltjebruns, Alemanha
    Alemanha Plantação de Canola
    Maíra Wenzel, Luxembourg    |   mairaw.wordpress.com
    Alemanha Plantação de Canola
    Miriam Naef, Suiça
    Alemanha Plantação de Canola
    Marisa Pedro Pfeiffer, Suiça
    Alemanha Plantação de Canola
    Ana Dantas, Alemanha   |   A Life in Photographs

     

    Alemanha Plantação de Canola
    Ana Dantas, Alemanha   |   A Life in Photographs
    Ivana Ebel, Alemanha
    Katia Gonçalves, Alemanha
    Wanessa Orpinelli, Alemanha

     

    Wanessa Orpinelli, Alemanha
    Wanessa Orpinelli, Alemanha
    Patricia Zimmermann Pedrosa, Alemanha

     

    Patricia Zimmermann Pedrosa, Alemanha
    Ju Magalhães, Alemanha
    Gina Mie Furukawa, Alemanha
    Malú Holzmüller, Alemanha
    Pamela Silva, Alemanha
    Wanessa Orpinelli, Alemanha
    Foto tirada em Bad Sobernheim, Alemanha – Lucimeri Andretta Sotto Maior
    Gualmar Hoffmann
    Layane Queiroz Carvalho, Alemanha

     

    Layane Queiroz Carvalho, Alemanha

     

    Layane Queiroz Carvalho, Alemanha

     

    Layane Queiroz Carvalho, Alemanha

     

     

  • Mariana Andrade Schleuss – Viver e trabalhar na Suíça
    Flor de Mariana
    Flor de Mariana – Foto Arquivo pessoal
    Mariana, uma bela brasileira de 29 anos que vive em Frauenfeld na Suiça, nos recebe para essa entrevista com um sorriso aberto, no seu apartamento e ateliê. É impossível não se sentir imediatamente em casa e é exatamente esse convite que ela faz aos seus leitores e clientes que visitam o seu site na internet Flor de Mariana: Sinta-se em casa!
    Para captar toda a energia e determinação que movem Mariana, é preciso conhecê-la pessoalmente. Essa simpática brasileira é literalmente apaixonada por tudo que faz: bolsas, bijouterias, acessórios e até mesmo bolos e cupcakes elaborados fazem parte da sua lista de talentos.
    Brasileira na Suiça
    Foto: Arquivo pessoal
    Mariana Sá de Andrade nasceu em Pedro Afonso, no estado do Tocantins e concluiu no Brasil duas faculdades: é Bacharel em Turismo e Tecnóloga em Gestão em Moda. Sua familia no Brasil sempre investiu muito nos filhos, que puderam estudar nas melhores escolas e sempre tiveram o apoio dos pais em tudo o que eles fizeram. Mariana tinha tudo para ter uma vida despreocupada e acomodada, mas desde pequena ela sempre deu muita importância à sua independência, principalmente a financeira. Quem a conhece e ouve as suas histórias, sabe do tino comercial, da criatividade, da energia e determinação que ela tem.
    Viajar e estudar sempre estiveram nos seus planos : ela já morou no Canadá onde estudou inglês e ano passado passou três meses em Milão estudando moda, a sua grande paixão. Como muitas brasileiras, foi nessas andanças pelo mundo que ela se apaixonou por um suiço e, em nome desse amor, ela deixou tudo para trás. Hoje ela se chama Mariana Andrade Schleuss e vive há quatro anos com o marido na Suiça.
    Brasileira na Suiça
    Mariana no seu atelier

    Em 2009 nasceu a Flor de Mariana, que Mariana descreve como “um pequeno ateliê de criação e produção de peças artesanais feitas com muita criatividade e carinho. São produtos super femininos com um mix de cores, texturas, estampas, materiais e detalhes que encantam!”. De fato ela tem um talento todo especial para combinar cores, estruturas e materiais e alia tudo isso à costura, com acabamentos perfeitos. O que torna o trabalho da Mariana muito especial é o amor que ela tem pelo detalhe e a dedicação com que ela faz cada peça tornar-se única.

    Por ser curiosa e também como pausa saudável da costura, ela descobriu um novo hobby : fazer cupcakes, biscoitos e muffins elaborados. Como não poderia ser diferente, ela fez disso também um pequeno negócio.
    A perseverança é certamente um ponto importante para o seu sucesso: apesar de sofrer muito com o frio suiço, ela não deixa de participar das feiras e mercados no inverno, muitos deles ao ar livre e indiscutivelmente gelados. Mesmo fora do seu país e com todas as dificuldades que isso envolve, como ter que falar uma língua estranha, ter que se adaptar à uma cultura diferente e não ter conhecimento suficiente do mercado suiço, ela vende os seus produtos com bastante sucesso.
    Essas são algumas das razões porque escolhemos exatamente ela para ser a nossa primeira capa final de 2012! A seguir a entrevista que ela nos concedeu no seu ateliê, em Frauenfeld.
    Quando surgiu a idéia de residir no exterior?
    Quando morei em Vancouver, conheci o Tobias. Estudávamos na mesma escola. Passamos um tempo sem contato, depois de um reencontro começamos a namorar à distância. Dois anos e pouco depois decidimos nos casar, e aqui estou!
    Qual o lado positivo de morar na Suíça? E qual o ponto que você tem mais dificuldade de se acostumar? 
    A segurança, a liberdade de ir e vir para todos é o que mais admiro na Suíça! O clima é o pior para mim. São muitos meses de frio, não me acostumo e não gosto.
    Você tem sugestões ou dicas para pessoas que pretendem viver nesse país?  
    Primeiramente tem que aprender a língua, e procurar se integrar o mais rápido possível.
    Desde quando você trabalha com moda e o que te inspira?
    Desde pequena sempre gostei muito de trabalhos manuais. Aos 10, 11 anos já fazia cursos de bijuteria e vendia. Sempre gostei de tudo que envolvia criatividade e arte. Aos 20 anos entrei para o curso de moda, e foi ai que conheci o mundo da costura e me apaixonei. Tudo me inspira! Cores, formas, pessoas, música, fotos, decoração! Adoro a mistura do novo, o moderno com o romântico, o vintage! Basta um olhar mais atento para deixar a inspiração aparecer.
    Mri Cupcake
    Você trabalha também com culinária fazendo lindos biscoitos, Cakepops e Bolos. Onde você aprendeu e faz por hobby ou profissionalmente? 
    Como eu ficava muito tempo em casa, e quase sempre costurando, precisava de algo novo para intercalar com a costura. Aprendi tudo sozinha, com a ajuda da internet e livros. Depois fui fazendo pequenos cursos de aperfeiçoamento. Sou muito curiosa, tenho uma idéia e já vou logo atrás para saber como funciona, e quais as possibilidades de realizá-la. Descobri mais uma paixão ao decorar Cupcakes e afins! É um hobby que, aos poucos, esta virando uma pequena profissão. Pelo menos uma vez ao mês tenho encomenda.
    Cupcake na Suiça
    Cupcakes by Mariana – lindas criações
    Tem alguém no setor de moda que você admira? Quem e porque? 
    Muitos! Gosto de Valentino, como ele traduz elegância e feminilidade em seus vestidos. Também admiro muito Gabrielle Chanel, Elie Saab, Marc Jacobs, Stella McCartney, entre muitos outros. Dos estilistas brasileiros, ultimamente tenho gostado bastante da Patrícia Bonaldi, uma mistura de texturas, rendas, bordados, pedraria! Também Adriana Barra, Isabela Capeto, Lethicia Bronstein, entre outros.
    Bijou brasileira
    Moda by Mariana
    Como você desenvolve as suas idéias para fazer um produto e com quais materiais você trabalha?  
    Tenho sempre muitas idéias, e essas estão desenhadas (leia-se rabiscada, pois não desenho bem) em um caderninho. Produtos já feitos e outros que ainda quero produzir. Faço muita pesquisa na internet, revistas e livros de costura. Algumas vezes a inspiração não sai, é a partir dessas pesquisas que ela volta, e a criatividade só aumenta. Para as costuras uso basicamente o tecido em algodão e diversos aviamentos, como sianinhas, fitas, botões, aplicações em feltro, etc.
    Descreva um dia típico na sua vida quando você está trabalhando em um produto. Da Idéia ao produto final. 
    A partir da idéia do que produzir, faço um estudo das cores e estampas dos tecidos a serem usados. Também levanto uma lista com todos os acessórios e aviamentos a serem utilizados. E escrevo o passo-a- passo do que tem que ser feito. Preciso ver se já tenho um molde ou se preciso confeccioná-lo. Na maioria das vezes monto um “quebra cabeça”, antes de cortar os tecidos e moldes, para ver se aquele é o resultado que estou esperando. No período da criação, dou uma olhada na internet ou livro, para ver se posso acrescentar algo novo ou simplesmente deixar como está! A partir dai vem a parte da execução. Passar os tecidos, cortar e costurar.
    Moda
    Bestsellers by Mariana

    Quem são os seus clientes e qual o produto que você mais vende? 

    Tenho um público bem variado entre mulheres de 20 a 50 anos. Compram muito para presentear. Os produtos mais vendidos são os diferentes modelos de Nécessaires e os babadores.
    Algum conselho para quem esta começando ou querendo abrir um negocio próprio? 
    Como em todo lugar, abrir o próprio negócio não é uma tarefa fácil. Mas tendo força de vontade e trabalho, tudo pode se realizar! Tem que persistir sempre!

    Se você fosse definir a Suíça com uma palavra, qual seria?

    Diversidade!
    Acompanhe o trabalho de Mariana na internet e redes sociais:
    Email: mmsandrade@yahoo.com.br
    Facebook:  Mari Cupcake

     

     

  • Trabalhar na Turquia – Gabrielle Q R Uğan

    Dicas sobre trabalhar na Turquia da Gabrielle Q R Uğan autora do blog Minha Turquia. Gabrielle é casada com o turco Irfan e mora no país desde 2011. Acesse o blog, pare ler mais sobre sua história de amor com a Turquia. O texto abaixo foi originalmente publicado no seu blog e é uma cortesia de Gabrielle.

    Desde que comecei o blog Minha Turquia, muitas pessoas querem saber sobre as oportunidades de trabalho para brasileiras no país. Existem? Quais são? Como conseguir? Resolvi compilar tudo que sei sobre o assunto aqui nesta postagem.

    Para começar, qualquer pessoa que procura por emprego precisa “anunciar” seu CV em algum lugar, além de avisar amigos e colegas sobre a procura, para ter alguma chance. Os sites turcos mais famosos para busca de emprego são: Kariyer.net, Yenibiriş.com e Secretcv.com

    Então vamos à realidade… Se você fala inglês, mas não fala turco, não tem nacionalidade turca e consequentemente não tem visto de trabalho, esqueça a idéia de encontrar um trabalho na sua área de formação. Se você for formada em letras, seja tradutora, professora ou formada em turismo, você terá chances de encontrar um trabalho. Também poderá ter alguma chance se for formada em comércio exterior ou afins. 75% ou mais das oportunidades que aparecem para brasileiras são em agências de turismo; cerca de 15% em escolas para dar aulas de inglês para crianças ou em cursos para dar aulas de inglês ou português para adultos; cerca de 5% para traduções de inglês-português; e cerca de 5% em áreas de comércio exterior para as formadas na área ou com experiência. Também existem algumas oportunidades como babá. Esses percentuais são somente uma ideia, com base no que tenho vivenciado. Nunca fiz uma pesquisa com métodos científicos sobre o assunto.

    Existem também oportunidades em empresas internacionais, que admitem estrangeiros executivos, com experiências específicas. Para isso, seu CV tem que ser fenomenal ou terá que aceitar entrar na empresa como trainee/estagiário.Não é fácil, mas é uma opção melhor do que trabalhar fora da sua área, ganhando mal o resto da vida.
    Não quero desanimar você caso esteja pensando que “sendo eu casada com um turco, terei visto de trabalho e isso aumentará as minhas chances!”. Nope!!! Mesmo casada com um turco, você terá que encontrar um emprego que aceite dar entrada em um visto de trabalho para você, porque o casamento garante o visto de residência, mas você continua sendo uma estrangeira.
    Para não precisar do visto de trabalho em todo emprego que encontrar, você terá que se tornar uma cidadã turca, após três anos contínuos de casamento. Se você não fala nem inglês nem turco, suas chances são mínimas. Você só se encaixará em cargos que não precisa se comunicar (raros e muito mal pagos).
    O ideal então seria procurar um emprego entre brasileiras. Aí tudo depende do seu talento, do que pode oferecer. Tenho uma conhecida que está trabalhando duro e ganhando seu espaço entre as brasileiras na Turquia, fazendo massagens, pé e mão e depilação. Ela já se vira na língua turca e tem uma clientela nativa também. Quem quer e sabe, faz acontecer de alguma maneira, não é mesmo?

    Outra coisa que é importante ressaltar é que na Turquia não existe uma Carteira de Trabalho como no Brasil. O compromisso entre a empresa e o funcionário é selado com um contrato de trabalho. Normalmente, para um emprego de meio período, o tempo de experiência é de um mês; para um emprego de período integral o tempo de experiência é de dois ou três mês. Também não há férias de 30 dias por ano como no Brasil. O sistema é diferente. De acordo com o tempo na empresa, a pessoa tem mais dias de férias por ano. De um a cinco anos de trabalho na empresa  são 14 dias de férias; de cinco a quinze anos são 20 dias; e de 15 anos em diante são 26 dias. Ficamos assustados com isso, principalmente porque precisamos visitar a família no Brasil, mas veja bem: na Turquia há muitos feriados, como no Brasil e isso não é bom para a economia do país. Quando todos os funcionários saem de férias 30 dias por ano, além de não trabalharem nos milhões de feriados que temos, fica difícil acelerar o crescimento do país.

    Se quiserem saber mais, o órgão público que regula os direitos trabalhistas na Turquia é o SGK – Sosyal Güvenlik Kurumu (TR) / Social Security Institution (EN).
     
    Algumas dicas:

    Assim que chegar na Turquia ou em qualquer país, vá ao Consulado Brasileiro, se apresente, faça seu registro e diga o que faz. Deixa seus contatos e peça para receber todas as notícias do Consulado;

    Faça o máximo de networking possível. Entre no site InterNations e participe dos eventos da cidade em que estiver;

    Entre em um curso de Turco e se desenvolva, pois não há algo mais frustrante do que estar num lugar onde não pode se comunicar. E essa história de que o inglês resolve tudo não é verdade. Morando na Turquia, você vai precisar de turco;

    Se cadastre nos sites de busca de emprego e ressalte suas principais habilidades, para o tipo de empresa que procura. Coloque sua nacionalidade. Isso pode ser importante para alguma empresa, na hora da escolha;

    Nas entrevistas, seja objetiva e direta. Turcos são práticos e não gostam de muitas firulas nos negócios;

    Não passe insegurança quanto à certeza de permanecer na Turquia. Ninguém dará emprego para alguém que não sabe se quer ficar e que não tem nenhum vínculo no país.

    O jeito turco de fazer negócios
    Os turcos gostam de fazer negócios somente pelo lado racional, se vale a pena, negócio fechado. Acho justo, rápido e sem perda de tempo e de dinheiro. Mas os brasileiros fazem negócio pelo lado emocional. Eles gostam de conhecer a pessoa melhor, de conversar, sair pra jantar e o negócio fica em último plano… até que alguns anos depois, o negócio sai (risos). Na firma onde eu trabalho, efetuamos vendas para o mundo inteiro apenas pelo telefone, mas para o Brasil, precisamos estar presentes de corpo e alma. Difícil explicar essa mentalidade para os turcos.
    Eu represento uma empresa turca no Brasil, ou seja, trabalho com comércio exterior. Mas como a equipe brasileira é composta por mim e pelo meu marido, eu faço a parte de comunicação e marketing necessária para o Brasil, assim como pequenas traduções português-inglês no dia a dia do negócio e ele faz toda a intermediação entre os clientes e a empresa turca. Eu e meu marido trabalhamos na empresa, justamente para intermediar toda a situação, com muita paciência. Contamos até 1000 e seguimos com o objetivo de unir esses dois mercados tão distintos.
    Ambiente de trabalho
    No escritório rolam piadinhas, risadas e comilança como em todo ambiente de trabalho. Rolam uns gritos nervosos do chefe também, mas daqueles de assustar mesmo! Turcos quando gritam, sai da frente. ÇAY! Chá o tempo inteiro chegando na mesa. Até quando não quero, quando não aguento mais, chega chá. Quando a copeira vê que não estou mais tomando o chá comum, ela vem com um chá diferente, especial… Oh my God!
    Quanto à língua, não tenho dificuldades de comunicação, pois só lido com pessoas que falam inglês. Eu entendo e falo turco com todo mundo, mas quando estamos em uma reunião ou falando sobre negócios, escuto o turco, mas falo em inglês, porque não tenho vocabulário profissional necessário para me explicar em turco.
    No mais, tenho que mostrar a todo momento o potencial do Brasil e tudo o que acontece no mercado. As mudanças, os produtos novos, as tendências, os boatos etc. Fico o tempo inteiro lá e cá. Brasil e Turquia. Muita gente me diz: “Esse é o meu sonho!”. Era o meu também, mas sinceramente, não é fácil ficar vivendo em “ping-pong” para sempre. Chega uma hora que precisamos parar e ter uma rotina, para poder ter filhos e criá-los em algum lugar. Não dá pra colocar o filho na mochila a qualquer momento da vida. Pelo menos ainda não pensei em um jeito!
    Eu quero que você que está lendo esta postagem e que está interessada em um trabalho na Turquia saiba que a minha experiência de trabalho é única e rara entre as brasileiras que eu conheço. Cada uma tem a sua experiência. Algumas melhores outras piores. E cada uma vive de acordo com suas escolhas. Cada escolha leva para um caminho diferente. Não dá para planejarmos tudo, porque quase nunca as coisas acontecem como planejamos, mas temos que escolher com a consciência do que nos espera, das barreiras que virão, das diferenças culturais não só em casa e na rua, como no ambiente profissional também.
    Esperança
    Eu sei que muitas meninas quando leem meu blog têm esperança de que seus sonhos na Turquia podem dar certo. Fico muito feliz de poder dar esperança, mas não quero fazê-las sonhar sem um pé no chão.
    Ser bem sucecida profissionalmente na Turquia é muito difícil, mas não impossível. Desejo boa sorte pra você!

    Gabi Uğan

    Fotos: Arquivo pessoal

     

     

     

  • Brasil em rosa – por Anabella (4 anos)
    Cantinho do Leitor
    Brasil em rosa - por Anabella (4 anos)
    Brasil em rosa – por Anabella (4 anos)
    “Oi Claudia, eu sempre acompanho as suas postagens, mas até então não havia escrito para você. Meu nome é Cíntia, sou casada com o Dago Schelin e tenho uma filha de quatro anos. Viemos pra Alemanha em 2008. Meu marido veio fazer um mestrado, tive minha filha em 2010, voltamos para o Brasil e ficamos por lá por dois anos. Mas voltamos a terras germânicas em Janeiro de 2013. Moramos em Marburg-Hessen. Aqui te mando fotos para o tema verde e amarelo, mas também mando uma foto do desenho da minha filha que resolveu inovar ao usar o rosa na bandeira brasileira. :-)”
    Fotos de Dago Schelin

     

     

     

     

     

  • Dias das Mães na Alemanha
    Dia das Mães
    Dia das Mães
    Morando já há 20 anos fora do Brasil e há 10 anos longe dos meus pais, eu me arranjo com a saudade e com a falta enorme que eles fazem. Mas o Dia das Mães é uma dessas datas em que o colo da mamãe faz uma falta danada.Sou muito feliz que Deus escolheu entre milhões de pessoas ELA para ser minha…
    Como sou mãe de dois também, não sobra muito tempo para melancolia, ainda bem! O Dia das Mães é bem comemorado na Alemanha e aqui em casa. É sempre um dia muito alegre, cheio de presentinhos, café da manhã especial e muito carinho.
    Fiz fotos do que eu ganhei, além de muitos beijos.
    Dia das Mães
    Desenho da Anna Lena

     

    Dia das Mães
    Desenho que ela fez na escolinha

     

    Dia das Mães
    Desenho do Fabian

     

    Dia das Mães
    Mais um desenho do Fabian

     

    Dia das Mães
    Flor de guardanapo perfumada!!!

     

    Dia das Mães
    Linda flor de guardanapo cheirosa.
    Dia das Mães

     

    Gracinhas de outros anos… 

    Dia das Mães

     

    Dia das Mães

     

    Dia das Mães

     

    Dia das Mães