A vista lá de cima é simplesmente fantástica e as crianças podem movimentar-se livremente pelos caminhos bem largos, observar os paraglindings decolando e enquanto os pais fazem uma pausa no ótimo restaurante do local os pequenos podem brincar no parquinho que fica ao lado.
Lá de cima vendo as pessoas confiando nos paraglidings(parapentes), no vento e decolando rumo ao penhasco lá em baixo, eu tive a certeza de que elas fazem esse esporte certamente por causa da adrenalina, para chegar mais rápido “lá embaixo”, mas também para se sentirem mais livres e um pouquinho mais perto do céu.
Sentada alí na grama observando a paisagem e os esportistas corajosos eu me senti livre também. Vendo o mundo lá embaixo os problemas do dia-a-dia, que às vezes tem um peso enorme, pareceram bem pequenininhos e as perguntas existênciais típicas de quem está perto de fazer quarenta anos perderam a sua grande importância pelo menos por algumas horas.
Sentada alí em cima me lembrei dos meus amigos aventureiros e me pergunto se eles teriam coragem de viver essa experiência certamente fantástica que é voar. Eu não me senti tentada por nem um momento, mas voei demais em pensamento. Terminada a sessão meditativa e ao descer essa montanha que me trouxe muita paz, me senti dona da minha vida novamente:
“A viagem não foi para encontrar a resposta que estava faltando na minha vida, mas para voltar a ser rei do meu mundo. Estou de novo conectado comigo e com o universo mágico à minha volta. É isto que faz a vida interessante: acreditar em tesouros e milagres.” Paulo Coelho
Beijos
Algumas fotos e um vídeo da nossa última visita por lá.
Parapente:
http://www.actionfly.com.br/curso_bas_per.html


















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