• Silke Mayer & Luiz de Oliveira

     

    Silke Mayer é uma fotógrafa alemã que trabalha há mais de vinte anos para revistas e agências de publicidade, mas também desenvolve projetos próprios. Depois de morar e trabalhar dez anos em New York ela vive hoje em Berlim, onde conheceu seu marido Luiz de Oliveira.

     

    O que  me encantou no seu trabalho foram principalmente as fotos de portrait e as suas imagens para o projeto Insideout, um projeto artístico global idealizado pelo artista de rua JR.

     

    Mais sobre o trabalho de Silke aqui: www.imagine-this.de

    Luiz de Oliveira nasceu no Rio de Janeiro e mora em Berlim desde 1992. Como músico de corpo e alma, Luiz ama tocar e ouvir Jazz. Além disso ele trabalha como designer em 3D e programador. Mais Informações aqui: Laomusic

  • Alemanizada? – por Larissa d’Avila da Costa

    Larissa d’Avila da Costa, do blog Brasanha, escreveu para a nossa reivsta Brasileiros mundo afora sobre estar Alemanizada. Quer ler o artigo completo? Então clica aqui: http://bit.ly/SVFWuU

  • DIY – Renovar um móvel e fazer um trocador de fraldas
    Marina Breithaupt é paulistana e mora atualmente  em Campinas-SP. Ela é casada e mãe da Bárbara, de 11 anos e do Theodoro, 2 anos. Estilista por profissão, escreve por paixão. Amante de viagens e fotografia, registra os dias e aventuras da família no espaço que mais ama: o Blog PetitNinos. www.petitninos.com 
    Hoje Marina mostra para os Brasileiros mundo afora,  como ela renovou uma cômoda e como ela mesma fez um trocador de fraldas! Aproveitem as dicas!
     

     
    Para aplicar o adesivo no móvel basta usar moldes de diferentes tamanhos, no caso usei círculos, mas poderia ser qualquer outro. Depois é só ir colando aleatoriamente formando o padrão que desejar, o resultado fica ótimo. Para ficar ainda mais legar aplique entre as gavetas e corte usando um estilete e colando as pontinhas do adesivo para dentro, muito fácil!

    Trocador de fraldas

    Aqui no Brasil é muito difícil encontrar trocadores com bordas mais altas, principalmente no interior. Só conseguimos um modelo legal se importarmos, geralmente dos EUA. Bom, resolvi eu mesma fazer um trocador seguro para o Theo.
    • Tirei as medidas da cômoda e corri em uma loja de espumas.
    • Expliquei mais ou menos o que eu queria e escolhi uma espuma com boa densidade (usei a D33), a altura das bordas e esse foi o resultado:


    Pelo lado de baixo, o que fica sobre o móvel colei 4 pedaços de adesivo antiderrapante, assim quando os bebês começam a ficar mais ágeis não correm nenhum risco.

    Depois foi só escolher uma capa…improvisei usando um lençol para carrinhos. Mas, como tudo que era pra ser provisório aqui, acabou se tornando fixo. Assim ficamos por todo esse tempo!

     

    Ainda utilizamos bastante o trocador, apesar do Theo já ter passado dos 2 anos. Prefiro utilizá-lo, assim evito muitas dores nas costas!!
    Você também renovou um móvel, fez uma decoração legal ou tem uma dica imperdível. Não deixe de nos contar!
     
  • Quarto compartilhado entre irmãos – por Marina Breithaupt
    Inicialmente era pra ser um quarto de menina, mas com a chegada do novo bebê se transformou em um quarto compartilhado entre irmãos. O plano original era nos mudarmos para uma casa maior em obras. Mas ela não ficaria pronta a tempo. Resolvemos que os dois iriam compartilhar o mesmo quarto no antigo apartamento.
    Quer saber mais? Leia o artigo completo aqui: Quarto compartilhado – por Marina Breithaupt
    Mais sobre Marina:
    Paulistana e hoje descobrindo as maravilhas do interior. Atualmente morando em Campinas-SP. Casada e mãe da Bárbara, de 11 anos e do Theodoro, 2 anos. Estilista por profissão, escreve por paixão. Amante de viagens e fotografia, registra os dias e aventuras da família no espaço que mais ama: o Blog PetitNinos.   www.petitninos.com

     

  • Amsterdam para pimpolhos por Ana Paula Risson
    Ana Paula Risson – paulistana, jornalista, trabalhando atualmente com online marketing. Expatriada por amor. Vivendo desde 2004 na Holanda. Casada, mãe da Julia e do Miguel. Feliz. Adora bater um papo, cozinhar e tomar um vinho. Escreve sobre sua vida em Amsterdam no blog: www.deunhafeita.blogspot.com
    Leia todas as dicas de Ana Paula aqui: Amsterdam para crianças
     
  • Amsterdam para crianças – Ana Paula Risson

     

    Dicas de passeio para os pequenos na capital da Holanda
    Amsterdam é uma cidade linda, ótima para se visitar, inclusive com crianças. Se comparada às outras capitais européias, Amsterdam é minúscula, um ovo. Em meia hora você pedala de um canto da cidade ao outro.
    Não tem coragem de sair de bicicleta? Sem problemas, há transporte público por toda a cidade. Mas o melhor mesmo é conhecer a capital da terra dos moinhos a pé. Muitas calçadas são estreitas (quando há calçadas), mas empurrar um carrinho de bebê por aqui é fácil. Eu digo por experiência própria, faço isso há quase 4 anos, desde que minha primeira filha nasceu.
    Mas o que fazer com os pequenos por aqui? Depende claro da idade das crianças e da época do ano. A Holanda é sem dúvida linda em todas as estações, mas está em sua melhor forma à partir da primavera. Há muitos parques na cidade, ótimos para fazer picnic, jogar bola ou dar uma boa caminhada. Na maioria deles também há parquinhos para a diversão de toda a família, muitos deles inclusive com piscinas (bem rasas) para os dias mais quentes. Pode levar sua cestinha de picnic sossegada  e passar a tarde toda estendida sobre uma toalha enquanto as crianças se divertem entre a água, o escorregador e o tanque de areia. E não se assuste se der de cara com uma festa de aniversário ao ar livre, coisa super comum por aqui.

     

     

    Parques

    O Vondelpark no centro de Amsterdam é um dos mais famosos. Há um parquinho bem grande (cercado) e uma piscina que fica lotada no verão. O parque é bem visitado por turistas. 
    Quer uma opção mais tranquila? Vá ao Beatrixpark ou ao Amstelpark. Nesse último há dois playgrounds (para crianças mais novas e mais velhas), uma mini fazendinha com pôneis, cabras e coelhos, e um trem que passeia por todo o parque. É sucesso garantido. 
    Outra opção mais próxima ao centro é o Westerpark, nesse parque há muitos restaurantes e cafés, o clima é bem descontraído, cheio de famílias jovens e moderninhas. Todo primeiro domingo do mês há uma feira livre, Sunday Market, ali se vende de tudo: de cupcakes a livros e pijamas. É uma delícia para os olhos.
    Outro lugar que adoramos por aqui é o Amsterdamsebos, o bosque de Amsterdam. Dá para passar literalmente o dia inteiro por lá, há arvorismo, uma fazendinha de cabras, uma pannenkoeken huis (casa de panquecas) com parquinho, piscina, SPA, dá para fazer esporte, alugar caiaque, pescar. 
    Enfim, atividades para todos os gostos e bolsos. Para se ter uma idéia, o bosque é três vezes maior que o Central Park de Nova Iorque.

     

    Atividades extras
    Que tal patinar no gelo? Na Jaap Edenbaan você pode alugar patins o ano todo e testar a pista de patinação por € 6,50. 
    Artis, o zoológico de Amsterdam é para mim o passeio ideal para os pequenos. Há de tudo um pouco, os animais, claro, mas também parquinhos e pavilhões fechados (ótimos para dias de chuva) como o dos répteis, insetos, dos macacos e das borboletas. O vlindertuin, como é conhecido é um jardim fechado e aclimatizado, onde as borboletas voam soltas entre os visitantes. As crianças, principalmente os bebês, adoram. Além disso, dentro do Artis você pode visitar o planetário e o aquário. 

    Fora da cidade

     
    Quarenta minutos de Amsterdam, há um parque de diversões para crianças entre 1 e 5 anos, o Sprookjes Wonderland. Fui com meus filhos e meu sobrinho e eles amaram. O parque é pequeno e simples, nem se compara aos bonecos da Disney, mas para as crianças menores o lugar é um encanto. Há carrossel, fazendinha, trem e um bosque encantado com bonecos (bem feinhos) que contam histórias e cantam. Só não recomendo o teatro no “castelo” por ser em holandês e nada interativo – meu sobrinho na época com 1 ano e meio pediu para sair depois de 2 minutos.

    E que tal ir a uma fazenda colher maçãs? No Olmenhorst, uma propriedade que fica a meia hora de carro de Amsterdam você pode colher maçãs à vontade, você paga 1,80 euros por quilo colhido. O lugar é lindo, também há pôneis e um restaurante com vários produtos orgânicos. Vai uma torta de maçã?
    Essas são algumas sugestões para entreter os pequenos turistas em Amsterdam. Mas acho que a melhor dica é simplesmente prestar atenção na beleza da cidade, que entre uma pracinha e outra sempre oferece um parquinho ou um tanquinho de areia. Amsterdam também tem inúmeros museus, de arte moderna à ciência. E se seu filho gostar de entretenimento, em dias de verão não há nada mais gostoso do que se sentar à beira de um dos canais para apreciar o barcos que navegam pela cidade!

    Veel plezier! (aproveite)

     
    Ana Paula Risson – paulistana, jornalista, trabalhando atualmente com online marketing. Expatriada por amor. Vivendo desde 2004 na Holanda. Casada, mãe da Julia e do Miguel. Feliz. Adora bater um papo, cozinhar e tomar um vinho. Escreve sobre sua vida em Amsterdam no blog www.deunhafeita.blogspot.com 
  • Dicas para viajar pela Eslovênia com crianças – por Paloma Varón
    Top 5 de Ljubljana com criança: http://bit.ly/brasileirosmundoafora_Eslovenia


    Mais sobre Paloma Varón: 
    Paloma é mãe de Cecília (5 anos) e Clarice (2 anos). Além disso, é jornalista, idealista, baiana, do mundo, curiosa, agitada, antenada, blogueira, defensora dos direitos da infância e da mulher, entre outras tantas coisas que a definem. Seu Blog: www.fotocecilia.blogspot.de

     

  • Eslovênia com crianças – por Paloma Varón

    Top 5 de Ljubljana com crianças

    Ljubljana, a capital da Eslovênia, é uma cidade pequena e encantadora. Tem apenas 300 mil habitantes, mas é bonita e vibrante. Cortada pelo rio Ljubljanica, é cercada por montanhas e tem um lindo castelo que fica no alto de uma colina bem no meio da cidade. Não é cenário de conto de fadas, mas de vida real. Mudamos para cá em janeiro de 2012 e eu considero Ljubljana uma ótima cidade para passear e para curtir com os pequenos.
    Para ler o texto completo sobre as nossa dicas, clique aqui:
    Mais sobre Paloma Varón: 
    Paloma é mãe de Cecília (5 anos) e Clarice (2 anos). Além disso, é jornalista, idealista, baiana, do mundo, curiosa, agitada, antenada, blogueira, defensora dos direitos da infância e da mulher, entre outras tantas coisas que a definem. Seu Blog: www.fotocecilia.blogspot.de

     

  • Luciana Almeida escreve de Israel sobre Laços de Família
    A paulista Luciana  Almeida mora em Israel há sete anos. Casada com o Ariel há quase quatro anos, é mãe do Uri, o bebê mais lindo do Oriente Médio. Ela fala no seu lindo texto  sobre os laços de família à distância.
    O texto completo você encontra aqui: http://bit.ly/brasileirosmundoafora_LacosdeFamilia
  • 10 Dicas de Michel Zylberberg
    10 Dicas de Michel Zylberberg

    Rodando pelo mundo existe há seis anos e é um blog de viagens com fotos e textos de excelente qualidade. O sucesso é só uma consequência de muita dedicação: ele conta com mais de 50 mil fãs no Facebook e mais de 3 mil seguidores no Twitter. 

    Michel Zylberberg dá 10 TOP dicas para quem está pensando em começar um blog de viagens!

    10 dicas para blogueiros iniciantes, por  Michel Zylberberg

    • Pense bem na escolha do nome para o teu blog, vai ser fundamental no decorrer do processo. Tome cuidado ao usar coisas muito pessoais, como “Viagens do Fulano”, porque se mais pra frente você quiser transformar o blog em algo mais profissional vai sempre estar ligado só ao teu nome.
    • Um dos assuntos mais comuns discutidos entre os blogueiros é a questão do domínio próprio. Acho importante já partir com um nomedoblog.com.br ou nomedoblog.com, porque mudar de domínio é uma das coisas mais chatas que existem. E um endereço tipo wordpress.nomedoblog.com é difícil de ser memorizado. Você poderá usar as plataformas WordPress ou Blogger ou qualquer outra, mas um endereço personalizado vai ser sempre teu.
    • Mais uma coisa importante ligada ao nome do blog é o nome nas redes. Sites como o Twitter têm limite para o tamanho do nome de usuário. Comecei o blog há seis anos atrás (antes dessa febre de redes sociais) e tive problemas, tendo que usar por exemplo “rodandoomundo” ao invés de “rodandopelomundo” no Twitter. Nomes curtos e marcantes são o ideal. Evite também nomes parecidos com o de blogs já existentes, você evitará ser acusado de plágio ou já ter teu nome cadastrado.
    • Uma vez escolhido o nome e criado o blog, crie também (mesmo que não use no começo) uma conta em todas as redes sociais. Essa interação paralela ao blog é fundamental na tua vida online e para tornar teu trabalho sempre mais conhecido. Ser blogueiro de viagem (ou de qualquer outro assunto) significa compartilhar uma parte da tua vida com os leitores, então se prepare para passar boas horas interagindo nas redes.
    • Muita gente se deixa levar pela euforia dos primeiros dias de blog e passa por todos os blogs mais conhecidos divulgando o novo trabalho. Acho legal e divulgar é fundamental, mas acredito que seja melhor esperar ter um pouco mais de conteúdo para divulgar pra valer. É estranho entrar em um blog e ver 2 ou 3 posts, não dá pra sentir se o trabalho é realmente bom. Claro que o visual do blog é parte fundamental para dar credibilidade. Escolha um bom tema e personalize. Cuide também da versão para celular, hoje em dia é fundamental.
    • É raro ver projetos ou viagens específicas funcionarem em um blog de viagem. Muita gente cria um blog porque vai viajar para ver a Copa do Mundo ou vai fazer intercâmbio/mochilão em algum país, mas quando a viagem acaba será muito difícil encontrar novos assuntos para o blog. Além de ficar repetitivo. A maioria dos blogs são abandonados completamente antes de completarem um ano de vida, e muitas vezes é uma pena essa morte prematura. Antes de criar o blog pense se realmente vale a pena investir tanto em um projeto, pois um blog exige muita – MUITA! – dedicação. A questão do nome também vale nesse tópico, porque criar um blog “Ciclano na Copa da Alemanha” e depois mudar para “Ciclano na Oktoberfest” não vai funcionar.
    • Nunca copie conteúdo de outros blogs para conseguir mais material, você vai “se queimar” e poderá ter problemas legais. Se gostar de um conteúdo em um blog escreva um post pessoal falando do assunto e coloque um trechinho e o link. Se for uma foto, peça autorização e se receber coloque todos os créditos. O plágio é a pior coisa no meio dos blogueiros. Um exemplo de como evitar problemas é colocar marca d’água nas tuas fotos, claro que nenhum método é 100% seguro. Infelizmente é um problema real e muito comum, já que nossas leis não ajudam a combater esse tipo de crime.
    • Alguns blogs são mais teóricos e outros visuais. Pense no que você gosta mais e no que poderá acrescentar para quem pesquisa sobre o destino. Entrar em um blog com belas fotos é um modo de viajar e encontrar todas dicas tintim por tintim também é muito bom. Existe uma quantidade incrível de bom conteúdo na rede, então é importante trabalhar bastante e criar uma personalidade para se destacar sempre mais. Teu trabalho precisa ser único e diferenciado.
    • Se o trabalho for bom as empresas vão entrar em contato, é um processo natural. Propostas de publicidade e tudo mais que você possa imaginar. Uma das maiores dificuldades, até entre blogueiros mais experientes, é saber vender – dar um preço. Como em todas outras áreas, existem blogueiros que divulgam gratuitamente ou por pouco e outros que cobram caro. Não existe uma tabela, mas a experiência vai ajudar a encontrar o preço certo. A dica é: nunca aceite o primeiro preço que a agência ou empresa oferecer, negocie e peça mais, chore mesmo até achar um preço justo para ambas as partes.
    • Criou o blog e tudo vai fluindo super bem? A última dica é na verdade um conselho: Não vire refém do teu blog. Deve existir um limite entre registrar uma viagem e todos os detalhes para compartilhar depois e realmente aproveitá-la – especialmente se quem estiver viajando com você não fizer parte do projeto (mesmo que seja namorado, marido, amigo, etc.). Muita gente vira refém da tecnologia e mesmo estando no destino acaba viajando virtualmente. Depois de criar um blog de viagem tuas férias nunca mais serão as mesmas, mas tente encontrar um meio termo que traga um equilíbrio para a paixão de viajar e a de compartilhar.
    Boas viagens e boas blogadas! Michel Zylberberg

     
    Michel fala sobre o seu blog na revista Brasileiros Mundo Afora. A entrevista completa você pode ler aqui: Rodando pelo mundo com Michel Zylberberg