• Melhor Ângulo: Projeto 11 Por Mês  de Zé Zorzan
    Você sente saudades de olhar as fotos de família em álbuns „de verdade“?

     

    Então talvez o Projeto 11 Por Mês, do Zé (José Luiz Zorzan Júnior) do site Melhor Ângulo, seja exatamente o „empurrãozinho“ que estava faltando para você voltar a fazer álbuns de papel.
    O projeto tem como objetivo, incentivar as pessoas a resgatar o hábito de revelar suas fotos. Clique aqui para participar: melhorangulo.com/11-por-mes/
    Zé Zorzan tem 19 anos, é mineiro e trabalha como web designer, sempre mantendo e praticando sua paixão pela fotografia nas horas vagas. No blog Melhor Ângulo, Zé escreve sobre fotografia, arte, cultura e tudo o que o inspira.
    Para ler a matéria completa na nossa revista clique aqui: Projeto 11 Por Mês
  • Currywurst Museum em Berlim
    curry wurst
    Tudo o que você pensar nesse mundão afora, existe. Até mesmo um museu sobre a salsicha mais famosa da Alemanha, a Currywurst. Essa salsicha é uma especialidade de Berlim e é famosa no mundo todo.
    Eu fui no museu, paguei a entrada (caríssima) e fiz algumas fotos para que vocês não tenham que ir pessoalmente. Apesar so Currywurst Museum ser super bem feito, nós pagamos 29 Euros de entrada para dois adultos e duas crianças, sendo que as abaixo de 6 anos entram de graça (!!!). A entrada dá direito à meia salsicha. As crianças adoraram, apesar de tudo. Mas fica aqui a dica: por esse dinheiro existem muitos outros lugares em Berlim para se visitar!
    Uma das melhores Currywurst em Berlim você encontra na Imbissbude “Curry 36” logo na saída do metrô U7, estação Mehringdamm. Sempre lotado! A salsicha deve ser boa mesmo :o)
    Todas as informações em inglês encontram-se aqui: Currywurst Museum em inglês
    Localização:
    Deutsches Currywurst Museum Berlin
    Schützenstraße 70
    10117 Berlin
    Germany
    +49 30 88718647
    info@currywurstmuseum.com
    O museu fica aberto diariamente de 10 às 20 horas.

     

  • Lomografia por Pedro Papp

     


     

    Pedro Papp tem 9 anos e tinha 7 quando ele fez essa fotografia linda com uma câmera Lomo durante uma viagem à Londres.

    Sua foto na nossa revista:  Lomografia por Pedro Papp

    Coisas de Mãe:

    “Meu marido é fotógrafo por isto o Pedro, nosso filho, tem uma ligação muito especial com a fotografia. Na nossa viagem para Londres, deixamos ele com uma lomo com uma lente de olho de peixe para descobrir o olhar dele da cidade. Foi muito bacana ver uma criança que nasceu em uma geração onde as fotos são digitais e instantâneas fotografando sem ter ideia do resultado final.” Patricia Papp 

    coisasdemae.wordpress.com

  • Lomografia: o jeito desacelerado de fotografar…

    Nos anos noventa, eu me mudei do Brasil  para Zurique e quando nós íamos ao centro da cidade, um dos programas obrigatórios era fazer uma foto nas cabines “vintage” que ficavam perto da estação central. Nós temos inúmeros retratos desse tempo e as recordações de todo mundo se “espremer” dentro dessas cabines para fazer uma foto conjunta, são maravilhosas. 

    Um belo dia, alguém decidiu que as cabines não rediam mais o suficiente e assim foram substituídas por outras modernas. Zurique já não é a mesma. Meu coração doeu e eu não conheço ninguém que não ficou triste por isso. Mas enfim, são os tempos modernos.
    Ontem passeando por Berlim, nós encontramos uma dessas cabines e que festa!!! Pagamos os dois euros, nos apertamos na cabine, rimos muito e depois dos cliques esperamos 4 minutinhos para ver o resultado. Durante esse tempo de espera e ansiedade para ver como as fotos ficaram, eu entendi melhor os amantes da Lomografia,  cuja paixão é o filme analógico criativo e experimental.
    Um outro dia, andando e me perdendo por Berlim, eu me deparei com uma vitrine cheia de câmeras coloridas, estilosas e diferentes, em uma rua nobre da cidade. Eu nunca imaginei que na era digital, as câmeras Lomo ainda fossem tao queridas!
    A loja chama-se Lomography e tem filiais no mundo todo. Lomografia é a fotografia feita com uma câmera (analógica) Lomo, com alta sensibilidade, que proporciona cores vibrantes e saturadas, sem uso de flash. A ideia central da lomografia é nao se prender à técnicas, ser espontâneo e simplesmente clicar. Hoje, a comunidade de lomógrafos, cuja paixão é o filme analógico criativo e experimental, é incontável, ganhando novos membros, curiosos e entusiastas, todos os dias mundo afora.
    A gerente geral da Lomography Germany, Melanie Tönnies nos fala sobre a fascinação dessa técnica, sobre a firma Lomography e sobre os produtos coloridos e diferentes que me chamaram tanto à atenção.

    Para ler a matéria completa é só clicar aqui: Lomografia: o jeito desacelerado de fotografar…

    E surfando por aí, encontrei uma entrevista do Ducs para a Lomography do Brasil, clica aqui para ler tudo: O Blogueiro brasileiro Daniel Duclos em Amsterdam com a La Sardina

  • Falar português é fácil é?
    Surfando por aí, lí esse texto que eu dedico à todos que estão aprendendo a lingua complicadíssima que é o alemão ou uma outra qualquer mundo afora. Lembrem-se (ou se lembrem?): falar português também não é pra qualquer um!

    Papos de Luis Fernando Verissimo

    — Me disseram…
    — Disseram-me.
    — Hein?
    — O correto é “disseram-me”. Não “me disseram”.
    — Eu falo como quero. E te digo mais… Ou é “digo-te”?
    — O quê?
    — Digo-te que você…
    — O “te” e o “você” não combinam.
    — Lhe digo?
    — Também não. O que você ia me dizer?
    — Que você está sendo grosseiro, pedante e chato. E que eu vou te partir a cara. Lhe partir a cara. Partir a sua cara. Como é que se diz?
    — Partir-te a cara.
    — Pois é. Parti-la hei de, se você não parar de me corrigir. Ou corrigir-me.
    — É para o seu bem.
    — Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender. Mais uma correção e eu…
    — O quê?
    — O mato.
    — Que mato?
    — Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem?
    — Eu só estava querendo…
    — Pois esqueça-o e pára-te. Pronome no lugar certo é elitismo!
    — Se você prefere falar errado…
    — Falo como todo mundo fala. O importante é me entenderem. Ou entenderem-me?
    — No caso… Não sei.
    — Ah, não sabe?
    — Não o sabes? Sabes-lo não?
    — Esquece.
    — Não. Como “esquece”? Você prefere falar errado? E o certo é “esquece” ou “esqueça”? Ilumine-me. Me diga. Ensines-lo-me, vamos.
    — Depende.
    — Depende. Perfeito. Não o sabes. Ensinar-me-lo-ias se o soubesses, mas não sabes-o.
    — Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser.
    — Agradeço-lhe a permissão para falar errado que me dás. Mas não posso mais dizer-lote o que dizer-te-ia.
    — Por quê?
    — Porque, com todo este papo, esqueci-lo.

    Luis Fernando Verissimo

  • Arlen Keuffer – entrevista
    Arlen Keuffer nasceu em 1972 no Rio de Janeiro e vive com a família em Belém, no norte do Brasil. Apesar de ter se formado em advocacia, ele seguiu a carreira de fotógrafo, representando hoje a  3ª geração de uma família de fotógrafos que iniciou com seu avô, o alemão Bernhard Keuffer.

    Arlen inaugurou seu estúdio em 1998 e destaca-se por criar imagens estilizadas com requinte, charme e sofisticação e seu estilo vai desde o tradicional clássico até o moderno contemporâneo.

    Clique aqui para ler a entrevista completa, onde Arlen fala sobre o seu trabalho, sobre fotografia digital e sobre seus planos para 2013.
    Todas as fotos a seguir são Arlen Keuffer e é proibida a reprodução das fotografias sem o consentimento do fotógrafo.

     

    Contato:
    Arlen Keuffer Estúdio Fotográfico 
    (55-91) 3241-2504
    Rua João Balbi, 878 Belém-PA-Brasil
    arlenkeuffer@hotmail.com

     

     

     

  • Entrevista no site Donas de Casa Anônimas

     

    Quer saber um pouco mais sobre mim e como nasceu a revista “Brasileiros mundo afora“?
    Eu estou dando uma entrevista no site (que eu adoro!) das Donas de Casa Anônimas: Entrevista no site Donas de Casa Anônimas
    Bjs

    Claudia

    Nós por aí: Os Brasileiros mundo afora em outros sites…

  • Impressões da ITB Berlin 2013 – Feira de Turismo
    feira de turismo berlim

    A ITB é considerada uma das maiores feiras de turismo do mundo e acontece aqui em Berlim. Mais de  10 mil expositores de 188 países compareceram à exposição. O país parceiro do ano de 2013 foi a Indonésia.

    A feira é uma festa para os olhos e para os sonhos de viagem! Impossível não sair dessa exposição com sacolas lotadas de catálogos lindíssimos de destinos nos quatro cantos do mundo.
    O Brasil também não poderia faltar e estava muito bem representado com um estande imenso e com matérial impresso super informativo e de de alta qualidade sobre o nosso país.

    A seguir algumas fotos:

    feira de turismo berlim

     

    feira de turismo berlim

     

    feira de turismo berlim

     

    feira de turismo berlim

     

     

  • Acorda, Amor! – Uma foto por dia, sempre antes do café da manhã.
    Entrevista: Claudia Bömmels | Fotos: Fernanda Prado


    “Acorda, Amor” surgiu em agosto de 2008.  Na entrevista a seguir, Fernanda Prado, uma fotógrafa brasileira que mora atualmente na Eslovênia, fala sobre o projeto que marcou suas manhãs durante mais de dois anos, sobre o tema que mais a encantou e dá algumas dicas para quem quem está iniciando na área fotográfica.  

    Fernanda, como e quando surgiu a ideia de fazer o projeto “Acorda, Amor”?Numa segunda-feira de agosto de 2008, o despertador tocou às 6h da manhã me chamando para fotografar. Eu havia passado o final de semana todo pensando numa maneira de ter a imagem mais presente no dia-a-dia. Sentia falta de fotografar com mais freqüência e ficava sempre esperando ter um tema “brilhante” para começar qualquer ensaio. No fundo, eu sabia que se eu me esforçasse para acordar um pouquinho mais cedo todos os dias eu poderia “encaixar” o ato fotográfico na minha rotina e tê-lo como um exercício para aprimorar o olhar. Foi aí que nasceu o “Acorda, amor”. No começo, era apenas um clique e pronto! Dali tinha que sair “a” imagem! Mas, cinco dias depois, percebi que era injusto colocar tanto peso na fotografia. Por que sair uma grande imagem de apenas um clique? Que presunção é essa? Ou melhor: por que esperar uma grande imagem desse ato fotográfico se o que importa é olhar e olhar e olhar? A imagem é o resultado de tanto olhar. Assim, “Acorda, amor” é apenas um exercício que acontece todas as manhãs antes do café – ou até quando o despertador quiser tocar…

    Em Janeiro de 2011 você fez a  última foto do projeto que marcou as suas manhãs por mais de dois anos. O que você sentiu depois do último clique?
    A primeira foto foi exatamente às 07h18 do dia 18.08.2008. Foi aí que o „Acorda, Amor“ começou. Até que abrir os olhos de manhã e pensar em fotografia tornou-se quase um vício, uma mania que não consegui viver sem por mais de dois anos. Não imaginava que o projeto fosse durar tanto. No início, nem era um projeto, na verdade. Era “apenas” fotografar. A última foto do “Acorda, amor” eu fiz no dia 01.01.2011. 10h16. sábado em Ilha Bela, São Paulo. É preciso saber parar. Deixar o tempo ir e com ele as fotografias.

    Mesmo assim senti recaídas (risos). Tanto, que depois que me propus a parar o projeto, em janeiro de 2011, acabei retomando-o, esporadicamente, durante o ano de 2011. O sentimento foi assim: “abrir os olhos de manhã e de repente se deparar com uma luz que me fez lembrar fotos do “Acorda amor” e falar: Nossa, isso é acorda, amor! Deixa eu pegar a câmera.” Então, na verdade, não parei totalmente. Atualmente as minhas fotografias estão expostas no Cankarjev Dom em Ljubljana aqui na Eslovênia. E são fotos de 2011!

    O projeto apresentou fotos suas e de outros fotógrafos convidados.
    Qual foi o critério para fazer parte do “Acorda, amor”?
    O „Acorda, Amor“ aconteceu de Agosto de 2008 até 01 de janeiro de 2011. Todos os dias eu postava a melhor foto no Flickr (isso também virava um trabalho de edição). No final de 2009 surgiu a ideia de a cada semana convidar um fotografo diferente para fazer um dia da semana de „Acorda, Amor“. Cada semana o convidado era responsável por um dia diferente (numa semana o dia de convidado era segunda, na semana seguinte terça, na outra quarta e assim por diante). O critério foi chamar os fotógrafos que faziam parte do meu ciclo de alguma maneira e que eu apreciasse o trabalho. Em 2009, iniciei a seção “Acorda, amor convida”. A cada semana, um fotógrafo era convidado para fazer suas primeiras imagens do dia. Sempre antes do café da manhã. Participaram mais de 50 fotógrafos, do Brasil e de alguns outros cantinhos pelo mundo como Irlanda, Buenos Aires, Lituânia, Eslovênia, Rússia e Bélgica.

    Como você define o seu estilo de fotografar?
    Poxa, não sei definir meu estilo. Acho que não tenho estilo nenhum. Precisa ter?

    Qual foi o tema até hoje que mais te encantou e por quê?Minha avó Madalena. Tenho um projeto sobre ela que se chama Álbum Perdido onde retrato suas memórias e memórias da minha infância passada com ela em Minas Gerais. Fotografei minha avó até os últimos momentos antes de eu me mudar para a Eslovênia. Infelizmente ela faleceu quando eu já estava aqui.

    Alguns fotógrafos acreditam que a foto os encontra e não o contrário.
    O que você acha?
    Acho isso uma balela. Tem que ir atrás do tema, tem que pensar, estudar. Suar a camisa, o cérebro e o olho. A fotografia não cai do céu assim do nada. Nós é que vamos atrás, buscando. A relação do fotógrafo tem que ser menos passiva em relação a fotografia.

    Na sua opinião não há necessidade de esperar um tema brilhante para começar a fotografar. O que você diria à alguém que está iniciando como fotógrafo?
    Alguém que está iniciando como fotógrafo: olhe muito ao redor, a forma como a luz ilumina os objetos, veja muitos livros de fotografia, estude, vá à exposições de fotógrafos, converse com fotógrafos, troque experiências e fotografe, fotografe, fotografe.


    A entrevista de Fernanda Prado na revista Brasileiros fotografando mundo afora: Acorda, Amor!

    Além disso você encontra Fernanda Prado aqui:
    www.fernandaprado.com
    www.flickr.com/photos/fernandaprado/

  • Como fotografar à noite ou com pouca luz

    Uma das maiores dificuldades de qualquer aspirante a fotógrafo é conseguir boas imagens noturnas ou com pouca iluminação. As fotos saem desfocadas, tremidas, muito claras ou escuras, além de não conseguirmos registrar aquele momento especial. Uma boa câmera, que permita alterar as configurações manualmente, além de um tripé, são essenciais para um bom resultado….

    Todas as  Dicas para fotografias noturnas você pode ler clicando aqui: Como fotografar à noite ou com pouca luz


    Guilherme Tetamanti, é um paulista de 31 anos com muitas histórias pra contar. Em 2011 vendeu seus negócios para realizar o sonho de fazer uma viagem volta ao mundo e praticar fotografia, uma das suas paixões. Escreve para o seu blog Viajando com Eles,  onde fala sobre  suas viagens, sempre fornecendo dicas e informações, visando incentivar viajantes a encarar suas aventuras como meio de adquirir cultura e melhorar sua qualidade de vida, sempre buscando alternativas para as melhores viagens com os menores custos.
    www.viajandocomeles.com.br

    O blog Viajando com Eles está participando do Big Blog Exchange. É um projeto diferente, onde 16 blogueiros irão trocar de vida com outra pessoa para vivenciar diferentes culturas durante 10 dias, inclusive tomar conta do outro blog. Gostou do blog Viajando com Eles? Então dá o seu voto clicando aqui:
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